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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Comissão de Direitos Humanos do Senado deve votar PLC 122 na quinta-feira

O texto substitutivo propõe a não criminalização dos discursos feitos dentro de igrejas e tem causado polêmica entre os ativistas LGBT
Comissão de Direitos Humanos do Senado deve votar PLC 122 na quinta-feira
A Comissão de Direitos Humanos (CDH) deve votar nesta quinta-feira (12) o substitutivo que a senadora Marta Suplicy (PT-SP) realizou no PLC 122, projeto que visa criminalizar a homofobia em território nacional.
O texto substitutivo propõe a não criminalização dos discursos feitos dentro de igrejas e tem causado polêmica entre os ativistas LGBT, que consideram uma descaracterização da lei.
A equipe da senadora rebate tal argumento e diz que a homofobia “será criminalizada” e que interferir nos discursos religiosos fere a “liberdade dogmática”. Mas, nas vias públicas, as agressões verbais, físicas e nos programas de televisão e rádio, a homofobia continua a ser criminalizada.
O Projeto de Lei Complementar 122/2006 é de autoria da ex-deputada federal Iara Bernardi (PT-SP) e foi aprovado em 2006 pela Câmara dos Deputados. Mas, desde que chegou ao Senado, tem enfrentado forte resistência das bancadas religiosas e conservadoras. O PLC 122 chegou a ser arquivado no começo deste ano. A senadora Marta Suplicy conseguiu recolher assinaturas para desarquivá-lo e agora inicia uma nova luta em torno da aprovação da criminalização da homofobia, que antes era tocada pela ex-senadora Fátima Cleide (PT-RO).
Parlamentares e ativistas da causa LGBT acreditam que agora é o “grande” momento de se votar o PLC 122 e também o casamento igualitário, nos mesmos moldes do projeto argentino. Acreditam que com a aprovação por unanimidade das uniões estáveis para casais homoafetivos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a imagem do Congresso Nacional ficou taxada de “atrasada” e que tal adjetivo tem incomodado as bancadas progressistas.
A demanda do projeto do casamento igualitário deve ser assumida pelos deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Manuela D’ávila (PCdoB-RS), que é a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Tanto Wyllys quanto a deputada têm se destacado pelo trabalho na Câmara em defesa dos direitos homossexuais e também no enfrentamento com o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e outros homofóbicos que utilizam da imunidade parlamentar para espalhar opiniões intolerantes e arcaicas.

Fonte: A Capa

Bar gospel chega ao sul do país

A cidade de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, é a primeira cidade do sul a ter um bar religioso, da rede Shaddocks Gospel. Batizado com o nome de Adoração Tche, ele só toca músicas cristãs e não serve bebida alcoólica.  A cidade tem 76.000 habitantes e fica a 459 km de Porto Alegre.
O bar gospel abriu no começo do mês passado e tem atraído fregueses, não só evangélicos, mas também de outras crenças segundo Thiago Castanho, 25, um dos dois sócios do estabelecimento.  Em São Paulo já existem bares que se destinam preferencialmente aos evangélicos.
Com informação do Clic RBS.

Ator hollywoodiano reencontra fé em Deus atuando em filme

Reencontro com a fé
O ator Wes Bentley (foto) que poderá ser visto no seu novo filme “There Be Dragons” revelou que desde criança teve uma criação evangélica, mas exatamente na Igreja Metodista, onde seus pais eram pastores junto com um irmão.
Talvez por isso, revela ele, isso tenha me levado a pensar que havia herdado a fé. “Eu sempre achava que eu tinha um relacionamento com Deus, eu sempre achava que eu tinha isso embrulhado assim eu nem sequer considerava que isso não poderia ser o caso e também poderia ser o que tornou minha vida mais difícil.”
A suposição o fez desprover de sua fé e o deixou desprotegido de muitos demônios após sua repentina popularidade. Durante anos, ele lutou contra vício em drogas e álcool, entre outras coisas, e em um cenário inesperado, ele encontrou-se fora disso.
Em seu papel de Manolo em “There Be Dragons,” baseado na história da vida do espanhol São Josemaria Escriva, que fundou a controversa ordem católica Opus Dei, durante a Guerra Civil Espanhola, Bentley encontrou a salvação de seus problemas de substâncias tóxicodependentes, em uma cena na qual seu personagem pede por perdão.
“Eu estava me vestindo e me maquiando para fazer Manolo mais idoso. Quando eu estava me preparando para a cena onde eu estava dizendo a meu filho todas as coisas terríveis que eu tinha feito e pedindo-lhe que orasse por mim e me perdoasse e olhei para o espelho e tive um momento muito poderoso e percebi que eu não queria estar em meu leito de morte, fazendo isso e que eu precisava fazer as pazes com as pessoas na minha vida que me amaram e adoraram,” compartilhou.
“Eu tinha coisas a dizer-lhes, coisas que eram embaraçosas que me fizeram sentir como se não fosse um ser humano, e nesse momento eu percebi, eu quero fazer isso, eu quero fazer isso agora, enquanto eu sou jovem.”
O ator disse que ele retomou o contato com Deus, embora não tenha fornecido detalhes.
Fonte: Christian Post, via Amigos de Cristo

Homem faz tatuagem na testa para pregar o amor de Deus

    Um homem foi preso por agressão no Estado da Carolina do Norte. Até aí nada de novo. O que ajudou Robert Norton Kennedy, 51 anos, a ficar famoso, foi sua tatuagem.
    Ele tem na testa os dizeres: “Tudo é possível para Deus. Deus ama você. Por favor, me perdoe se eu disser ou fizer alguma coisa idiota. Obrigado”.
    A citação bíblica de Mateus 19:26 e o pedido de perdão demonstram que Robert é um homem de fé. Parece que ele já previa que faria algo idiota, mas o pedido de perdão não foi suficiente para tirá-lo da prisão. Sua fiança foi estabelecida em 5 mil dólares.

Fonte: The Smoking Gun

Atriz hollywoodiana diz que o casamento é uma instituição morta
    Nós enfrentamos nossas vidas, dia a dia, esforçando-nos para caminhar o caminho, viver como Cristo, adorar, orar e louvar a coisa certa, mas com toda a honestidade, nosso casamento está em decadência,” disseram os Reverendos Mike e Trisha Fox da Marriage for Today (Casamento de Hoje) e autores de Casamento de Hoje: Um Guia Prático para Casais.
     As visões de Diaz sobre o casamento foram reveladas em um tema de Junho da revista Maxim. A atriz de 38 anos disse, “eu não acho que deveríamos viver nossas vidas em relacionamentos baseados nas antigas tradições que não mais se adequam ao nosso mundo.”
    Ablow, um membro da Fox News Medical A-Team, apoiou a declaração com seu próprio comentário na Fox News semana passada, dizendo, “Casamento é (como tem sido por décadas) uma fonte de sofrimento real para a vasta maioria das pessoas casadas.” Ele alegou que o fim do casamento é “somente uma questão de tempo agora” e que “nós devemos estar pensando sobre o que pode substituí-lo.”
     Ambas as declarações de Diaz e Ablow, apesar de chocantes, estão “na verdade levantando algumas falhas bem fundamentais de uma maneira que nós, como Cristãos, vemos casamento,” comentou os Foxes do Casamento de hoje ao jornal The Christian Post.
     Mas eles compartilharam suas preocupações sobre os comentários de Diaz, especialmente dada a sua influência. Os pastores apontaram que a atriz não é a mais qualificada em se tratando de aconselhamento matrimonial.
    “Nós não vivemos desta maneira, nós lutamos para viver para agradar a Deus bem como ao nosso esposo,” observaram eles. “Deveríamos nós receber conselhos de jardinagem de um mecânico de loja que não faz nada além de consertar carros?
    Eles encorajaram as pessoas a não serem "afetados pelas tolas declarações de Cameron" e "criarem algumas novas citações por si próprio!"
    Embora discordando, os Foxes viram os comentários recentes como uma chamada para despertar. "[Ablow] está nos despertando! Ele está nos dizendo, aqueles que realmente escutam, que nós, como Cristãos, estamos fazendo algo muito errado em nossas vidas, e ele, juntamente com muitos outros estão vendo isso! "
    Os pastores apontaram um estudo realizado pelo Barna Research Group, que mostrou que as taxas de divórcio entre os Cristãos conservadores foram significativamente maiores do que a de outros grupos religiosos, e muito maior do que os ateus ou agnósticos.
    "[Ablow] está certo que, em essência, a instituição do casamento está morrendo. Mas nós, como Cristãos, devemos ver isso como uma espécie de desafio e enfrentá-lo!" disse os Foxes.
    Eles enfatizaram que os Cristãos têm de se perguntar: "Por que está morrendo? Por que há tantos divórcios em nossos ranks? Por que, assim como o Dr. Keith explica claramente para nós, que nossos casamentos não são uma fonte de felicidade, alívio, consolo e alegria? Mas de estresse e vida deteriorada?"
    Os pastores observaram: "Deus costuma usar colegas para nos manter em checagem, para conservar-nos em nossos dedos. Para ver se continuamos a acreditar no que dizemos acreditar."
     "Se alguém na Terra deveria ter um casamento de amor, feliz e satisfatório, este deveria ser o povo de Deus," concluíram.

Fonte: Christian Post


Deputado espalha panfletos contra os Gays e Kit contra homofobia

     O Deputado Federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) espalhou panfletos contra os defensores dos homossexuais pela cidade de Resende, no interior do Rio de Janeiro.
     “Com o falso discurso de combater a homofobia, o MEC em parceria com grupos LGBTs, na verdade, incentivam o homossexualismo nas escolas públicas do 1° Grau, bem como, tornam nossos filhos presas fáceis para pedófilos,” escreve o deputado no panfleto.
    O Material apresenta alguns dos 180 itens do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, que ele chama de “Plano Nacional da Vergonha,” onde ele diz que “meninos e meninas, alunos de 1 grau, serão emboscados por grupos de homossexuais fundamentalistas, levando aos nossos inocentes estudantes, a mensagem de que ser gay ou lésbica é motivo de orgulho para a família brasileira.”
   O material ainda mostra algumas das principais figuras que defendem o movimento gay, juntamente com suas frases famosas. Entre eles estão o presidente do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott; o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis e Beto de Jesus, integrante da executiva da entidade.
   “…Esse modelinho de família que o Deputado Federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) tá falando aqui, é o modelo que quase não existe mais, papai, mamãe, filhinho, filhinha, família, doriana…,” foi a frase citada de Beto de Jesus.
    O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (MEC), André Lázaro também é mencionado por causa de um comentário que ele fez sobre um dos vídeos que fazem parte do kit de combate à homofobia – o kit gay – planejado para ser distribuído nas escolas públicas.
    Bolsonaro acrescentou também a frase de agradecimento de Toni Reis ao Deputado Chico Alencar por haver conseguido orçamento de R$ 11 milhões para atividades LGBTs, entre elas a confecção do “Kit Gay” e estímulo à Paradas do Orgulho Gay.
    “…Obrigado ao Deputado Federal Chico Alencar (PSOL-RJ) que tem sido nosso grande articulador e nos ajudou muito…”
   A manifestação de Bolsonaro vem depois da legalização da união homossexual no Brasil, reconhecendo a união entre gays como uma “entidade familiar,” nesta última quinta-feira, pelo Supremo Tribunal Federal.
    A decisão abriu um precedente nacional onde juridicamente os gays podem se casar com um união estável reconhecida pela justiça, garantindo direitos comuns a casais heterossexuais como pensão, herança, comunhão de bens e previdência.
Fonte: Adiberj

terça-feira, 10 de maio de 2011

Bispo ironiza ministros do Supremo

Dom João Petrini
O bispo da igreja católica Dom João Petrini, de Camaçari (BA), ironizou o que chamou de “os dez iluminados” do Supremo Tribunal Federal por aprovar a união estável de pessoas do mesmo sexo, mudando o que foi estabelecido por Deus “desde Adão e Eva”. “É uma alteração em uma história que é multimilenar.” Ele se referia aos ministros do STF que aprovaram uma série de direitos aos homossexuais.
A declaração foi feita durante a 49ª Assembleia da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que se realiza em Aparecida (SP).
D. Petrini disse que o STF não tem “mandado ou legitimidade” para mudar a Constituição, cujo artigo 226, parágrafo 3º, estabelece que a base da família é a união estável entre homem e  mulher. Acrescentou que só o Congresso Nacional pode modificar o que determina o texto constitucional.
Afirmou que a igreja não fará “uma cruzada” contra a legalização da união de casais homossexuais, “mas vamos procurar defender aquilo que desde Adão e Eva até ontem [anteontem] foi característica da vida”.
O que muda com a decisão do STF
Os casais homossexuais passaram a ter os mesmos direitos e deveres que a legislação brasileira já estabelece para os casais heterossexuais, como o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo que será permitido e as uniões homoafetivas passam a ser tratadas como um novo tipo de família.
A decisão do STF torna praticamente automáticos os direitos que hoje são obtidos com dificuldades na Justiça e põe fim à discriminação legal dos homossexuais.
Pela decisão do Supremo, os homossexuais passam a ter reconhecido o direito de receber pensão alimentícia, ter acesso à herança de seu companheiro em caso de morte, podem ser incluídos como dependentes nos planos de saúde, poderão adotar filhos e registrá-los em seus nomes, dentre outros direitos.
As uniões homoafetivas serão colocadas com a decisão do tribunal ao lado dos três tipos de família já reconhecidos pela Constituição: a família convencional formada com o casamento, a família decorrente da união estável e a família formada, por exemplo, pela mãe solteira e seus filhos. E como entidade familiar, as uniões de pessoas do mesmo sexo passam a merecer a mesma proteção do Estado.
Facilidade
A decisão do STF deve simplificar a extensão desses direitos. Por ser uma decisão em duas ações diretas de inconstitucionalidade – uma de autoria do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e outra pela vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat -, o entendimento do STF deve ser seguido por todos os tribunais do país.
Os casais homossexuais estarão submetidos às mesmas obrigações e cautelas impostas para os casais heterossexuais. Por exemplo: para ter direito à pensão por morte, terá de comprovar que mantinha com o companheiro que morreu uma união em regime estável.
Pela legislação atual e por decisões de alguns tribunais, as uniões de pessoas de mesmo sexo eram tratadas como uma sociedade de fato, como se fosse um negócio. Assim, em caso de separação, não havia direito a pensão, por exemplo. E a partilha de bens era feita medindo-se o esforço de cada um para a formação do patrimônio adquirido.
Fontes: Estadão, Folha, Paulopes

Festa da Bíblia terá a participação de vários líderes cristãos

A Sociedade Bíblica do Brasil está organizando uma grande festa para comemorar a marca histórica de 100 milhões de Bíblias produzidas pela SBB. A celebração acontecerá no dia 10 de junho, a partir das 18h30, no Ginásio Poliesportivo José Corrêa, em Barueri (SP) e diversos líderes ministeriais evangélicos já confirmaram presença.
O evento pretende reunir cinco mil pessoas em volta de uma programação especial com louvor, testemunhos, vídeos, leitura bíblica e oração. Subirão ao palco o grupo Arautos do Rei e os cantores Asaph Borba, Rachel Novaes e muitos outros.
Para mais informações sobre a festa acesse: www.100milhoesdebiblias.org.br
Fonte:  Assessoria SBB

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Bancada evangélica quer lei para impedir casamento em igreja

Proposta visa a evitar constrangimentos para a religião à luz da decisão do STF sobre união
Bancada evangélica quer lei para impedir casamento em igreja Após o STF reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo, a bancada evangélica quer incluir na legislação um dispositivo para impedir que igrejas sejam obrigadas a celebrar cerimônias de casamento entre homossexuais.
O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), diz que a proposta visa a evitar constrangimentos para a religião. Ele afirma que a intenção é evitar a existência de decisão judicial que obrigue a realização de cerimônia. "Seria bom tornar isso explícito para evitar que algum juiz preconceituoso, atendendo a alguma demanda específica, possa dar uma sentença impondo uma ação dessa a alguma igreja".
João Campos afirmou que em Goiânia houve uma decisão liminar obrigando uma igreja evangélica a realizar casamento de pessoas que não seguiam a igreja e isso poderia acontecer também no caso de homossexuais. A frente presidida por Campos conta com 76 deputados e 3 senadores.
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual, diz que a proposta quer desviar o foco da discussão sobre os direitos civis. "Isso é desespero para jogar a opinião pública contra o direito civil. O direito é público, a fé é privada. Nenhum homossexual quer casar em igreja", reiterou.
Wylly se defende a aprovação de uma proposta de emenda constitucional para garantir o direito dos homossexuais ao casamento civil. Com isso, ressalta o parlamentar, as pessoas não precisariam mais recorrer à Justiça para ter direitos como de pensão, hereditariedade, tributários, entre outros.
A bancada evangélica quer esperar o detalhe da decisão do STF para saber a sua abrangência. Evangélico, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirma que é preciso ver qual a extensão do reconhecimento feito pelo Supremo para daí entender quais direitos foram estendidos.
Uma das dúvidas é se a adoção de crianças está ou não no âmbito da decisão. "Ainda tem muito oba-oba. Temos de conhecer o detalhe da decisão, é isso que vai nortear a ação do Congresso. Houve a decisão política do Supremo, mas precisa ver a natureza jurídica disso. O julgamento sequer acabou". 


http://www.cpadnews.com.br/integra.php?s=12&i=9002

Em entrevista Silas Malafaia afirma que STF “rasgou a Constituição”

O pastor acredita que essa aprovação seja uma porta aberta para outra questão, a aprovação da PL 122
Em entrevista Silas Malafaia afirma que STF “rasgou a Constituição”
Na última sexta-feira o pastor Silas Malafaia concedeu uma entrevista ao SRZD falando sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de aprovar a união estável entre pessoas do mesmo sexo.
A decisão tomada pelos ministros na quinta-feira, 5, deixou o  líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo indignado. Ele, que se manifestou contra essa aprovação e chegou a ser desrespeitado na internet por suas colocações, declarou que os ministros “rasgaram a Constituição Federal”.
“Homem e mulher, a lei define gênero. Para aprovar isso (a união entre homossexuais) teria que mudar a Constituição. O STF rasgou a Constituição. Ficamos a mercê da opinião pública”, disse Malafaia.
O pastor acredita que essa aprovação seja uma porta aberta para outra questão, a aprovação da PL 122 (Projeto de Lei), que criminaliza a homofobia. “Aprovando esta vergonha, os senhores estão abrindo as portas para que a PL 122, que é a lei mais esdrúxula que já vi na vida, seja aprovada no Congresso, favorecendo homossexuais, criminalizando a opinião e os heterossexuais”, afirmou.
Para impedir que isso aconteça  Malafaia  está promovendo uma manifestação contra a  PL 122 e convida a todos a estarem com ele no dia 29 de junho em frente ao Congresso Nacional às 15h. “Vamos fazer um barulho pesado em frente ao Congresso. Convidamos qualquer um que seja contra essa vergonha a vir conosco: padre, deputado, pastor, todo mundo. Será um barulhão, mas uma ordem pacífica, claro.”
Fonte: Gospel Prime