Mas uma vez Jonatas está internado aqui em Mossoró. Oremos por Ele e por toda
família.
Noticiar e informar aos irmãos da Fé como um todo e em especial aos da Fé vingt Rosado, as informações que de fato interessam e assim, nos mantermos conectados aos fatos do dia a dia.
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terça-feira, 14 de agosto de 2012
Com os pés no chão, estamos agradecendo a Deus pelo andamento do processo de doação de um terreno para realizarmos as nossas atividades aqui na fé Vingt Rosado. A nossa igreja será em uma quadra em frente a Cristã Evangelica, mas do outro lado, na lateral da casa do casal Franciauro e Regina. Continuemos orando.
sábado, 11 de agosto de 2012
Programa Na Moral fala sobre infidelidade e sexo antes do casamento
Para os convidados do programa a fidelidade conjugal não existe e nem o homem perfeito
por Leiliane Roberta Lopes
Programa Na Moral fala sobre infidelidade e sexo antes do casamentoSarah é pastora da Igreja Celular Internacional no Rio de Janeiro, mas tem viajado por todo o país ministrando cultos de santificação e a agora esse voltado para mulheres que tem como propósito resgatar os valores femininos que foram perdidos.
Bial pode assistir apenas dez minutos dessa reunião voltada exclusivamente para o público feminino e também pode entrevistar algumas participantes do culto que aconteceu no mês de julho na ICI de Copacabana, no Rio.
De volta ao estúdio o apresentador da Globo pergunta para seus convidados que príncipe é esse que as mais de mil mulheres presentes no culto esperam. O cantor Mister Catra era um deles, famoso por suas músicas e também por ter várias mulheres, ele foge da pergunta dizendo que “para Deus tudo é possível”.
Já o comediante Hélio de La Peña não concorda com a ideia do sexo só depois do casamento alegando a necessidade de se fazer o que ele chama de “teste drive”.
A única mulher participante do programa, a também comediante Ingrid Guimarães, foi enfática ao opinar sobre o homem ideal, dizendo que “as mulheres idealizam um homem que não existe”, lembrando dos príncipes dos contos de fadas.
Verdade Gospel
O DEBATIDO BATISMO INFANTIL
Metodistas e Presbiterianos promovem ato e polêmica ressurge
Por: Redação Creio
Metodistas e Presbiterianos promovem ato e polêmica ressurge
Por: Redação Creio
Na última semana após a divulgação
da entrevista em que a atriz Luana Piovanni se declara evangélica, outra
informação chamou atenção em suas declarações. Piovanni disse que batizaria seu
filho em uma Igreja Evangélica. Logo, pelo twitter, vários pastores rebateram a
postagem dizendo que as Igrejas Evangélicas não batizam crianças. No entanto
algumas como Presbiterianas e Metodistas utilizam deste ato em suas liturgias.
Em um texto postado em um blog
metodista argumenta que a denominação batiza crianças pois “ pensa
que qualquer criança, antes da idade da razão, é salva, mas, porque tem
consciência de que o batismo infantil é uma consagração da criança a Deus e
significa a entrada da criança como participante da comunidade de fé, que é a
Igreja, tal qual era a circuncisão para as crianças de Israel.”
O reverendo Augusto
Nicodemos defendeu em artigo seu posicionamento à favor do batismo de crianças.
“Alguns
me perguntam por que apresentei meus quatro filhos para serem batizados, quando
cada um ainda não tinha mais que dois meses. Minha resposta é que acredito estar
seguindo a tradição bíblica, que remonta ao tempo do Antigo Testamento, e que
não foi abolida no Novo, de incluir os filhos dos fiéis na aliança de Deus com o
seu povo. Batizei meus filhos crendo que, através desse rito iniciatório, eles
passaram a fazer parte da Igreja visível de Cristo aqui na terra. Minha crença
se baseia no fato de que, quando Deus fez um pacto com Abraão, incluiu seus
filhos na aliança, e determinou que fossem todos circuncidados (Gn. 17.1-14). A
circuncisão, na verdade, era o selo da fé que Abraão tinha (ver Rm 4-3,11 com Gn
15.6), mas, mesmo assim, Deus determinou-lhe que circuncidasse Ismael e, mais
tarde, Isaque, antes de completar duas semanas (Gn. 21.4). Abraão creu e o sinal
da sua fé foi aplicado a Isaque, mesmo quando este ainda não podia crer como seu
pai. Mais tarde, quando Moisés aspergiu com o sangue da aliança as tábuas da Lei
dada por Deus, aspergiu também todo o povo presente no monte Sinai, incluindo
obviamente as mães e seus filhos de colo (Hb 9.19-20)”.
Qual sua opinião?
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Jesus não era cristão

Por Augustus Nicodemus
Muita gente pensa que sim. Todavia, a religião de Jesus não era cristianismo. Explico. Jesus não tinha pecado, nunca confessou pecados, nunca pediu perdão a Deus (ou a ninguém), não foi justificado pela fé, não nasceu de novo, não precisava de um mediador para chegar ao Pai, não tinha consciência nem convicção de pecado e nunca se arrependeu. A religião de Jesus era aquela do Éden, antes do pecado entrar. Era a religião da humanidade perfeita, inocente, pura, imaculada, da perfeita obediência (cf. Lc 23:41; Jo 8:46; At 3:14; 13:28; 2Co 5:21; Hb 4:15; 7:26; 1Pe 2:22).
Já o cristão – bem, o cristão é um pecador que foi perdoado, justificado, que nasceu de novo, que ainda experimenta a presença e a influência de sua natureza pecaminosa. Ele só pode chegar a Deus através de um mediador. Ele tem consciência de pecado, lamenta e se quebranta por eles, arrepende-se e roga o perdão de Deus. Isto é cristianismo, a religião da graça, a única religião realmente apropriada e eficaz para os filhos de Adão e Eva.
Assim, se por um lado devemos obedecer aos mandamentos de Jesus e seguir seu exemplo, há um sentido em que nossa religião é diferente da dele.
Quando as pessoas não entendem isto, podem cometer vários enganos. Por exemplo, elas podem pensar que as pessoas são cristãs simplesmente porque elas são boas, abnegadas, honestas, sinceras e cumpridoras do dever, como Jesus foi. Sem dúvida, Jesus foi tudo isto e nos ensinou a ser assim, mas não é isso que nos torna cristãos. As pessoas podem ser tudo isto sem ter consciência de pecado, arrependimento e fé no sacrifício completo e suficiente de Cristo na cruz do Calvário e em sua ressurreição – que é a condição imposta no Novo Testamento para que sejamos de fato cristãos.
Este foi, num certo sentido, o erro dos liberais. Ao removerem o sobrenatural da Bíblia, reduziram o Jesus da história a um mestre judeu, ou um reformador do judaísmo, ou um profeta itinerante, ou ainda um exorcista ambulante ou um contador de parábolas e ditos obscuros que nunca realmente morreu pelos pecados de ninguém (os liberais ainda não chegaram a uma conclusão sobre quem de fato foi o Jesus da história, mas continuam pesquisando…). Para os liberais, todas estas doutrinas sobre o sacrifício de Cristo, sua morte e ressurreição, o novo nascimento, justificação pela fé, adoção, fé e arrependimento, foram uma invenção do Cristianismo gentílico. Eles culpam especialmente a Paulo por ter inventando coisas que Jesus jamais havia dito ou ensinado, especialmente a doutrina da justificação pela fé.
Como resultado, os liberais conceberam o Cristianismo como uma religião de regras morais, sendo a mais importante aquela do amor ao próximo. Ser cristão era imitar Cristo, era amar ao próximo e fazer o bem. E sendo assim, perceberam que não há diferença essencial entre o Cristianismo e as demais religiões, já que todas ensinam que devemos amar o próximo e fazer o bem. Falaram do Cristo oculto em todas as religiões e dos cristãos anônimos, aqueles que são cristãos por imitarem a Cristo sem nunca terem ouvido falar dele.
Se ser cristão é imitar a Cristo, vamos terminar logicamente no ecumenismo com todas as religiões. Vamos ter que aceitar que Gandhi era cristão por ter lutado toda sua vida em prol dos interesses de seu povo. A mesma coisa o Dalai Lama e o chefe do Resbolah.
Não existe dúvida que imitar Jesus faz parte da vida cristã. Há diversas passagens bíblicas que nos exortam a fazer isto. No Novo Testamento encontramos por várias vezes o Senhor como exemplo a ser imitado. Todavia, é bom prestar atenção naquilo em que o Senhor Jesus deve ser imitado: em procurarmos agradar aos outros e não a nós mesmos (1Co 10:33 – 11:1), na perseverança em meio ao sofrimento (1Ts 1:6), no acolher-nos uns aos outros (Rm 15:7), no andarmos em amor (Ef 5:23), no esvaziarmos a nós mesmos e nos submeter à vontade de Deus (Fp 2:5) e no sofrermos injustamente sem queixas e murmurações (1Pe 2:21). Outras passagens poderiam ser citadas. Todas elas, contudo, colocam o Senhor como modelo para o cristão no seu agir, no seu pensar, para quem já era cristão.
Não me entendam mal. O que eu estou tentando dizer é que para que alguém seja cristão é necessário que ele se arrependa genuinamente de seus pecados e receba Jesus Cristo pela fé, como seu único Senhor e Salvador. Como resultado, esta pessoa passará a imitar a Cristo no amor, na renúncia, na humildade, na perseverança, no sofrimento. A imitação vem depois, não antes. A porta de entrada do Reino não é ser como Cristo, mas converter-se a Ele.
***
Fonte: O Tempora, O Mores, Via: Bereianos
Já o cristão – bem, o cristão é um pecador que foi perdoado, justificado, que nasceu de novo, que ainda experimenta a presença e a influência de sua natureza pecaminosa. Ele só pode chegar a Deus através de um mediador. Ele tem consciência de pecado, lamenta e se quebranta por eles, arrepende-se e roga o perdão de Deus. Isto é cristianismo, a religião da graça, a única religião realmente apropriada e eficaz para os filhos de Adão e Eva.
Assim, se por um lado devemos obedecer aos mandamentos de Jesus e seguir seu exemplo, há um sentido em que nossa religião é diferente da dele.
Quando as pessoas não entendem isto, podem cometer vários enganos. Por exemplo, elas podem pensar que as pessoas são cristãs simplesmente porque elas são boas, abnegadas, honestas, sinceras e cumpridoras do dever, como Jesus foi. Sem dúvida, Jesus foi tudo isto e nos ensinou a ser assim, mas não é isso que nos torna cristãos. As pessoas podem ser tudo isto sem ter consciência de pecado, arrependimento e fé no sacrifício completo e suficiente de Cristo na cruz do Calvário e em sua ressurreição – que é a condição imposta no Novo Testamento para que sejamos de fato cristãos.
Este foi, num certo sentido, o erro dos liberais. Ao removerem o sobrenatural da Bíblia, reduziram o Jesus da história a um mestre judeu, ou um reformador do judaísmo, ou um profeta itinerante, ou ainda um exorcista ambulante ou um contador de parábolas e ditos obscuros que nunca realmente morreu pelos pecados de ninguém (os liberais ainda não chegaram a uma conclusão sobre quem de fato foi o Jesus da história, mas continuam pesquisando…). Para os liberais, todas estas doutrinas sobre o sacrifício de Cristo, sua morte e ressurreição, o novo nascimento, justificação pela fé, adoção, fé e arrependimento, foram uma invenção do Cristianismo gentílico. Eles culpam especialmente a Paulo por ter inventando coisas que Jesus jamais havia dito ou ensinado, especialmente a doutrina da justificação pela fé.
Como resultado, os liberais conceberam o Cristianismo como uma religião de regras morais, sendo a mais importante aquela do amor ao próximo. Ser cristão era imitar Cristo, era amar ao próximo e fazer o bem. E sendo assim, perceberam que não há diferença essencial entre o Cristianismo e as demais religiões, já que todas ensinam que devemos amar o próximo e fazer o bem. Falaram do Cristo oculto em todas as religiões e dos cristãos anônimos, aqueles que são cristãos por imitarem a Cristo sem nunca terem ouvido falar dele.
Se ser cristão é imitar a Cristo, vamos terminar logicamente no ecumenismo com todas as religiões. Vamos ter que aceitar que Gandhi era cristão por ter lutado toda sua vida em prol dos interesses de seu povo. A mesma coisa o Dalai Lama e o chefe do Resbolah.
Não existe dúvida que imitar Jesus faz parte da vida cristã. Há diversas passagens bíblicas que nos exortam a fazer isto. No Novo Testamento encontramos por várias vezes o Senhor como exemplo a ser imitado. Todavia, é bom prestar atenção naquilo em que o Senhor Jesus deve ser imitado: em procurarmos agradar aos outros e não a nós mesmos (1Co 10:33 – 11:1), na perseverança em meio ao sofrimento (1Ts 1:6), no acolher-nos uns aos outros (Rm 15:7), no andarmos em amor (Ef 5:23), no esvaziarmos a nós mesmos e nos submeter à vontade de Deus (Fp 2:5) e no sofrermos injustamente sem queixas e murmurações (1Pe 2:21). Outras passagens poderiam ser citadas. Todas elas, contudo, colocam o Senhor como modelo para o cristão no seu agir, no seu pensar, para quem já era cristão.
Não me entendam mal. O que eu estou tentando dizer é que para que alguém seja cristão é necessário que ele se arrependa genuinamente de seus pecados e receba Jesus Cristo pela fé, como seu único Senhor e Salvador. Como resultado, esta pessoa passará a imitar a Cristo no amor, na renúncia, na humildade, na perseverança, no sofrimento. A imitação vem depois, não antes. A porta de entrada do Reino não é ser como Cristo, mas converter-se a Ele.
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Fonte: O Tempora, O Mores, Via: Bereianos
10 Marcas de uma igreja apóstata
Por Samuel Torralbo
1 – Concorda com a palavra, mas não segue a palavra; (Mateus 13.14)
2 – Dizem amém, mas desviam-se no caminho; (Ezequiel 33.31)
3 – Sacrificam, mas não obedece; (I Samuel 15.22)4 – Divertem-se e comercializam no culto, mas não se arrependem no coração; (Mateus 21.12)
5 – Limpam o exterior, mas nunca o interior; (Mateus 23.25)
6 – Rasgam as vestes, mas não o coração; (Joel 2.13)
7 – São parceiros do mundo, e inimigos de Deus; (Tiago 4.4)
8 – São politicamente corretos, e profeticamente decadentes; (Apocalipse 3.16)
9 – Falam e cantam sobre Deus, mas vivem alienados Dele; (Ezequiel 33.32)
10 – Batem no peito e declaram que são ricos e fartos, enquanto que, Deus os chama de desgraçado, miserável, pobre, cego e nu; (Apocalipse 3.17)
***
Samuel Torralbo é pastor e colaborador do Púlpito Cristão.
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