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sábado, 20 de agosto de 2011


ORAÇÃO GERA DIVISÃO EM ESCOLA
Caso aconteceu em Brasília e foi parar na Secretaria de Educação
     Uma “guerra santa” foi travada entre os pais das 180 crianças de 4 e 5 anos que estudam no Jardim de Infância da 404 Norte, na região central de Brasília. Uma oração feita pelos alunos diariamente, antes do início das aulas, é o principal motivo da discórdia. De um lado está um grupo de pais que pede a exclusão de referências religiosas das atividades escolares. Do outro, os que apoiam o ritual diário e consideram que a direção da escola está sendo perseguida.
    A discussão teve início quando uma denúncia sobre o assunto foi encaminhada à Ouvidoria da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Todos os dias antes das aulas os alunos se reúnem no pátio da escola para o momento chamado de acolhida. Nessa hora, são estimulados a fazer uma “oração espontânea”, como define a diretora Rosimara Albuquerque. A cada dia, crianças de uma turma ficam responsáveis por fazer os agradecimentos a Deus ou ao “Papai do Céu”. “Pode agradecer pelo parquinho, pelos colegas. Mas houve um questionamento por parte dos pais para que fosse um momento de acolhida um pouco mais amplo já que algumas famílias não comungam dessa religião, que seria basicamente cristã”, conta Rosimara, que está à frente da escola há seis anos.
   Para a radialista Eliane Carvalho, integrante da Associação de Pais e Mestres do colégio, a escola está ultrapassando os limites permitidos pela legislação. Ela e outros pais que protestam contra essas atividades se apoiam no princípio constitucional da laicidade para pedir que práticas de cunho religioso fiquem de fora do ambiente escolar. Além do momento da acolhida, ela conta que notou outros sinais de violação, a partir de informações que o filho de 4 anos levava para casa.
   “Não posso dizer que existem dentro da sala de aula práticas religiosas. Mas meu filho não aprendeu em casa a orar em nome de Jesus. Um dia ele me disse que o telefone para falar com Jesus era dobrar o joelho no chão”, relata Eliane.
   Em resposta à denúncia, um grupo maior de pais organizou um abaixo-assinado a favor da escola e da oração no início das aulas. Alguns alegam que a diretora está sendo perseguida por ser católica e atuante em grupos religiosos. “A forma como eles [professores e direção] estão atuando não é nada abusiva ou direcionada a uma crença específica. Eles colocam a palavra de Deus, como entidade superior, e agradecem à família. São só coisas boas, frutos bons. Quem está incomodado é uma minoria”, defende Thiago Meirelles, que é católico e pai de um aluno.
Para Carolina Castro, mãe de outro estudante, a intenção da escola é positiva e busca a socialização. “Não acho que eles estejam tratando de religião em si, mas passando uma noção de agradecimento do que é precioso na vida. Não acho que isso seja ensino religioso”, diz.
   Eliane Carvalho lamenta que a discussão tenha ficado polarizada. “Não é uma discussão pessoal, mas de currículo. O grupo que fez o abaixo-assinado passou a nos ver como perseguidores de cristãos, hoje somos vistos como pessoas absurdas que não querem a palavra de Deus na escola. Todos têm o direito de fazer suas orações, mas eu questiono o fato de a escola aceitar uma prática que, para mim, se configura em arrebanhar fiéis”, diz.
   O momento da acolhida é feito há 40 anos, desde que a escola foi fundada, e é comum também em outros colégios da rede. Na última semana a reza foi substituída por cantigas de roda e outras atividades. “Aí, sim, parecia uma escola, antes parecia uma igreja. Como pai que tem a obrigação de dar uma orientação religiosa à filha, não posso permitir que haja divergência. O mais triste é que, apesar de essas pessoas dizerem que estão pregando o amor e o respeito, elas não têm respeito nenhum pela minha liberdade de que não haja essa interferência [religiosa]”, diz Mafá Nogueira, pai de uma aluna.
   Para resolver o problema, a escola vai convocar reuniões com pais, professores, funcionários e representantes da Secretaria de Educação. “Vamos discutir como a gente pode abordar a pluralidade e a diversidade sem agredir ninguém e que todos possam sair satisfeitos. Mas essa polêmica é salutar porque, na medida em que a gente ouve questionamentos de pais que pensam diferente, isso é saudável para o crescimento. Podemos adotar uma postura diferente, estruturada no que a comunidade pensa”, avalia a diretora Rosimara, que usava no pescoço um cordão com um crucifixo enquanto conversava com a reportagem da Agência Brasil.
   A Secretaria de Educação do Distrito Federal informou que desconhece problemas semelhantes em outras escolas da rede e reiterou que orienta as unidades a seguir a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que veda qualquer prática proselitista no ambiente escolar.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 19 de agosto de 2011


NOVO CALVINISMO E BATISMO INFANTIL
Para articulista o tema levanta questionamentos teológicos
Em artigo autor fala deste movimento e sobre a polêmica do batismo de crianças.
NOVO CALVINISMO E BATISMO INFANTIL
Acredito que grande parte dos leitores cristãos interessados em teologia e assuntos eclesiásticos já deve ter lido algum artigo que trate do assunto. Há quem defenda que o novo calvinismo não existe, há quem diga o contrário, mas não sendo este o propósito deste artigo, quero aproveitar o tema para discutir algumas tendências do novo calvinismo, a saber, sua posição em relação aos dons e batismo infantil.
Segundo a revista  Time, os líderes do neocalvinismo são os pastores John Piper, Mark Driscoll e Albert Mohler. Mas qual a posição desses líderes em relação aos dons e o batismo infantil?  
Os artigos, em sua maioria, apontam o pastor John Piper como o líder do movimento, assim, portanto, saber o que ele pensa a esse respeito é importante. Piper, como a maioria dos pastores batistas, é contrário ao pedobatismo e acredita na contemporaneidade dos dons, ou seja, crê que todos os dons são válidos para os dias atuais.
Mark Driscoll, assim como Piper, também é contra o batismo infantil e acredita na contemporaneidade dos dons, aliás, ele mesmo escreveu que uma das características do novo calvinismo é o fato do movimento não ser cessacionista.
Albert Mohler, presidente do Southern Baptist Theological Seminary, assim como Piper e Driscoll, também é contra o batismo infantil, mas diverge destes quanto à contemporaneidade dos dons, não acreditando que todos os dons sejam para os dias atuais.     
Embora o artigo da Times tenha colocado estes três pastores como os líderes do movimento neocalvinista, vemos em muitos outros lugares outros pastores influentes também sendo citados como pilares do movimento, e alguns destes pastores são: Mark Dever, Joshua Harris e C. J. Mahaney. O que tais pastores pensam acerca dos dois pontos em questão?
Mark Dever é contra o batismo infantil[9]. Em se tratando dos dons disse que não é cessacionista na teologia, mas na prática. Disse também, citando o livro de D. A. Carson, Showing the Spirit, que foram os reformadores que passaram a fazer distinção entre dons e dons, e isso em reação ao que viram como excessos dos católicos.
Joshua Harris é contra o batismo infantil e é continuista.
C. J. Mahaney é continuista e embora eu não tenha encontrado uma citação direta dele sendo a favor ou contra o batismo infantil, as duas igrejas e/ou ministérios que ele está ou esteve associado, Covenant Life Church e Sovereign Grace Ministries, não favorecem o batismo infantil.  
Concluímos, portanto, que se consideramos os líderes do neocalvinismo apontados pelo artigo da Time, o futuro do movimento caminha para ser continuista e contrário ao batismo infantil. O mesmo podemos dizer da segunda lista de pastores, pois o prognóstico se mantém.   
Dentre os líderes neocalvinistas que acreditam na contemporaneidade dos dons estão: John Piper, Mark Driscoll, Josh Harris e C. J. Mahaney.
Na lista dos líderes neocalvinistas contrários ao batismo infantil estão John Piper, Mark Driscoll, Al Mohler, Josh Harris e Mark Dever.      
Ao Amoroso Soberano Deus!

 Portal Creio

“Jesus me deu uma oportunidade” diz ex-travesti ao Conexão Repórter do SBT

Roberto Cabrini faz reportagem sobre o dia a dia dos travestis brasileiros
“Jesus me deu uma oportunidade” diz ex-travesti ao Conexão Repórter do SBT
O programa Conexão Repórter da última quarta-feira, 17, mostrou uma reportagem sobre o mundo dos travestis, abordando a prostituição, a dificuldade de encontrar emprego, a discriminação da sociedade, a intolerância e a violência contra eles.
Entre as histórias mostradas no programa está a de um homem, que largou a vida de travesti e voltou a ser heterossexual depois que se converteu.
“Hoje eu quero casar, quer ter meus filhos. Deus me projetou para casar com uma mulher e não casar com homem”, disse Sérgio Luis de Souza, ex-travesti.
Ele conta que foi aos doze anos que começou ater relações homossexuais, com 15 começou a colocar silicone, chegou a ir para a Europa para se prostituir. Sua vida também foi marcada pelo uso de drogas e pelo crime, até que ele foi preso.
Hoje, depois de entregar sua vida para Jesus, ele se considera uma nova pessoa.
Um bispo da Igreja Batista, Paulo Tavares, também comenta sobre o estilo de vida dos travestis. “Eu acredito que o travesti não nasceu travesti, eu acredito que ele tenha passado por alguma dificuldade que interferiu na vida dele.”
Sérgio está com aparência masculina, tirou os silicones e fará lipoaspiração para voltar a ter um corpo de homem. Ele também conta que se apaixonou por uma mulher. “Eu estou nascendo de novo”, conta.

Golpel Prime

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Cinco programas que quase ninguém vê na TV


É difícil entender como um programa que não dá quase nada de ibope possa continuar na grade de programação por meses, anos e até décadas. Mas é exatamente isso que acontece com os exemplos listados abaixo.
São programas que dão menos de 1 ponto de ibope --o que equivale a 58 mil domicílios sintonizados na Grande São Paulo--, isso quando não dão traço.
Não se sabe o porquê da sobrevida e resistência de programas como:
"Manhã Maior", da RedeTV!
O matinal da RedeTV! é tão saboroso quanto cereal murcho em leite morno. O programa já teve 'n' apresentadores, mudanças de cenário, de enfoque e nada. Chato, sonolento, acredita-se que quando há uma "Manhã Maior" que zero, a RedeTV! solta fogos.

Reprodução/RedeTV!
O programa "Manhã Maior" da RedeTV!
O programa "Manhã Maior" da RedeTV!
"Mulheres", da Gazeta
Eis um programa da era paleozóica, quando a TV era movida a lenha. Também já teve várias apresentadoras, atualmente são: Mamma Bruschetta e Catia Fonseca. Pode-se dizer que é uma atração datada. Com carbono 14.

Fábio Guinalz/AgNews
Mamma Bruschetta apresentadora do "Mulheres"
Mamma Bruschetta apresentadora do "Mulheres"
"Provocações", da Cultura
Muita gente vai protestar dizendo que este programa tedioso da Cultura, há 10 anos no ar, é um "oásis" de inteligência ou "diferencial". O problema é que nem os supostos fãs assistem a um episódio inteiro. Afinal, que aguenta tanta sombra e a cara de conteúdo do Abujamra enquanto entrevista a Palmirinha?

Luciano Piva/Divulgação/TV Cultura
Arnaldo Antunes sendo entrevistado por Antônio Abujamra
Arnaldo Antunes sendo entrevistado por Antônio Abujamra
"Primeiro Jornal", da Band
O telejornal matinal da Band, hoje apresentado pelo roliço e repetitivo Luciano Faccioli, só é sucesso de audiência entre pernilongos empanzinados do sangue de telespectadores dormentes. Aqueles pernilongões encostados na parede do quarto.

Divulgação
Luciano Faccioli, que apresenta o "Primeiro Jornal"
Luciano Faccioli, que apresenta o "Primeiro Jornal"
Qualquer programa da TV Brasil
O canal aberto idealizado pelo democrático, isento e competente ex-ministro Franklin "Stein" Martins faz tanto sucesso que, quando dá traço, a direção da emissora festeja. É talvez o único canal com ibope "negativo". A TV Brasil também podia entrar no Guiness como o cabide mais caro do mundo: quase R$ 500 milhões por ano.

Reprodução
O telejornal "Repórter Brasil", da TV Brasil
O telejornal "Repórter Brasil", da TV Brasil  Fonte: Folha Online
Hoje é dia de orar pelos irmãos que estão sofrendo por causa de Cristo. Dedique um tempo para falar com Deus.

Os ministros que já caíram


Deu no Estado de São Paulo

Os ministros que já caíram


Deu no Estado de São Paulo

Veja quanto custa ser deputado no Brasil


Para ser eleito deputado federal no Brasil, há uma série de exigências formais e uma grande exigência informal. As formais estão na Constituição: o candidato precisa ter mais de 21 anos, nacionalidade brasileira e filiação partidária. A exigência informal não está em nenhuma lei, mas é tão verdadeira quanto as demais: para ser eleito, é preciso ter muito dinheiro.
A revista “Época” cruzou os resultados das eleições de 2010 com os dados de financiamento de campanha de 3.767 candidatos a deputado em todo o país. A conclusão é que em todos os Estados há uma forte correlação entre arrecadação de dinheiro e sucesso eleitoral. As estatísticas provam que é até possível arrecadar muito dinheiro e mesmo assim perder a eleição. Mas parece dificílimo vencer sem arrecadar muito.
Juntos, os 3.767 candidatos a deputado captaram R$ 887 milhões. Os 513 eleitos mais os 58 suplentes que assumiram alguma cadeira na Câmara após licença do titular foram responsáveis por 70% do montante.
O Estado que teve a eleição proporcionalmente mais cara foi Roraima, onde cada voto custou R$ 66,16. Entre os eleitos, o campeão em receitas foi Sandro Mabel (PR-GO), com R$ 4,9 milhões. Já o custo por voto mais alto foi de Edio Lopes (PMDB-RR), com uma média de R$ 152,14 para cada eleitor.
Curiosamente, os dois candidatos que mais arrecadaram no país não foram eleitos.

Blog do Carlos Santos

Cidade da Ciência garantida para Mossoró

Dia produtivo para a Governadora Rosalba Ciarlini em Brasília.
“Vamos liberar -  a ordem foi dada pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, à sua assessoria, depois de assistir à apresentação eletrônica da maquete do Centro Vocacional da Tecnologia (CVT) Cidade da Ciência de Mossoró.
O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, a governadora Rosalba Ciarlini e o deputado federal Betinho Rosado foram pedir ao ministro Mercadante a liberação da parcela do governo federal – R$ 17 milhões – para as obras físicas do equipamento.
A assessoria do Ministério da Ciência e Tecnologia comunicou ao ministro que um  entrave burocrático está impedindo o começo dos repasses para o CVT de Mossoró.

Em São José dos Campos lei pune quem tentar induzir crianças ao homossexualismo

Escolas municipais, estaduais e particulares poderão ser multadas em até R$1000 se descumprem a lei
Em São José dos Campos lei pune quem tentar induzir crianças ao homossexualismo
A Câmara de vereadores da cidade de São José dos Campos (interior de São Paulo) aprovou uma lei que impõe uma multa de 1.000 reais em qualquer pessoa que distribua qualquer tipo de material que possa induzir crianças a se tornarem homossexuais.
A proposta foi apresentada pelo vereador Cristovão Gonçalves (PMDB) com o objetivo de impedir o governo federal de reintroduzir o polêmico programa “Escola Sem Homofobia” que distribuiria um kit contendo vídeos e cartilhas que foram considerados como “apologia ao homossexualismo” e depois da pressão dos parlamentares evangélicos foi suspenso pelo governo federal.
Embora a presidente Dilma tivesse expressado sua intenção de remover os vídeos censuráveis que buscavam justificar o estilo de vida homossexual de um modo explícito, os oponentes do programa permanecem em atitude de dúvida.
José Luis Nunes, coordenador regional da Campanha Nacional da Fraternidade da Igreja Católica, expressou seu apoio à lei, dizendo ao site noticioso UOL que “O MEC não deve impor esse tipo de situação às pessoas”.
“O assunto não foi resolvido nem internamente [no MEC]. Esse material, pela minha avaliação, é totalmente prejudicial e inoportuno para a sociedade”, acrescentou ele.
Integrantes do Fórum Paulista GLBT, que já protestaram nas primeiras sessões da apresentação do projeto, repudiam a proposta. “É um absurdo a iniciativa deste vereador. Ele está indo contra todo um trabalho que visa a acabar com o preconceito. Vamos combater a homofobia em todas as esferas”, disse um dos representantes do Fórum, Luiz André Moresi.
Mas apesar dessa polêmica, a Câmara aprovou a lei que será válida para todas as escolas municipais, estaduais e particulares de São José dos Campos. As instituições que descumprirem a medida poderão receber multa de R$ 1.000.
O projeto segue para ser sancionado pelo prefeito da cidade.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Julio Severo