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sábado, 14 de julho de 2012

Maioria dos filhos de ateus mudam de ideia quando adultos

Maioria dos filhos de ateus mudam de ideia quando adultos
por Jarbas Aragão

Richard Dawkins e crianças.
Pessoas que crescem em um lar ateu são menos propensos a manter as suas crenças sobre a religião quando adultos, indica um estudo realizado pelo Centro de Pesquisa Aplicada do Apostolado, da Universidade de Georgetown.
Apenas cerca de 30% das pessoas que foram criadas em um lar ateu continuaram sendo ateus depois de adultos. Esta “taxa de retenção” é a menor entre as 20 diferentes categorias do estudo.
Foram ouvidos 1.387 ateus na pesquisa. Quatrocentos e trinta e dois entrevistados disseram ter sido criados por pais ateus. Desses, apenas 131 se identifica como ateu hoje.
“Os resultados mostram que os ateus americanos, em sua maioria, se “tornou” incrédulo quando adulto, mesmo tendo sido criado em outra fé. Parece ser muito mais desafiador criar uma criança ateia e fazê-la manter essa identidade por toda a sua vida “, explica o Dr. Mark Gray , um dos pesquisadores .
Gray também observou que, “entre os que foram criados como ateus, hoje 30% estão filiados a uma denominação protestante, 10% são católicos, 2% são judeus, 1% são mórmons, e 1% são pagãos”.
Os Hindus tiveram a maior taxa de retenção de 84%, seguido pelos judeus (76%), muçulmanos (76%), ortodoxos gregos (73%), mórmons (70%) e católicos (68%).
Entre os cristãos protestantes, os Batistas teve a maior taxa de retenção (60%), seguido por Luteranos (59%) e pentecostais (50%).
Testemunha de Jeová (37%), membros da Igreja Congregacional (37%) e da Igreja Holiness (32%), tem as menores taxas de retenção. Entre aqueles que cresceram sem uma fé religiosa ou sistema de crenças em particular, 38% permaneceram dessa forma.
O estudo utilizou como base os dados do Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública dos EUA de 2008.
Traduzido e adaptado de Christian Post

Entrevistando um crente do século 21

Crente século 21

Como anda a sua comunhão?
Crente: Comunhão? Eu não preciso estar em contato com outros salvos pra ser salvo, já que salvação é individual, pelo menos foi o que eu sempre ouvi dizer. Os outros que se virem para serem salvos também, afinal, Deus deu uma vida pra cada um pra que qual tome conta da sua. Eu não tenho nada com os problemas de ninguém. Cada um é que peça ajuda a Deus por si mesmo.
E o que você pensa sobre suportar os irmãos em amor?
Crente: Suportar os irmãozinhos da igreja em amor? Deus é que tem a obrigação de suportá-los. Eu já tenho que aturar muita gente e não tenho paciência nenhuma. Passo a semana todinha gastando a minha paciência e no domingo tenho que aturar mais gente chata? Tô fora!
O que você entende por talento e como costuma usá-lo?
Crente: O que que tem os meus talentos? Deus me deu pra usar em meu proveito, para eu conseguir ganhar dinheiro e ter sucesso, fama, reconhecimento. Como assim usá-los em favor do Reino? Eu quero é ganhar dinheiro e ser feliz sendo reconhecido no mercado com aquilo que faço de melhor. E eu vou conseguir. Trabalhar na igreja é perder tempo.
Por que você vai à igreja, então?
Crente: Por que vou à igreja? Bem, eu vou à igreja porque é um lugar onde me sinto bem. Lá ouço palavras de conforto que fazem bem ao meu ego. As músicas são legais, dá até pra pular, bater palma, sorrir, e isso me faz bem, já que elas têm uma mensagem que sempre me exaltam e dizem que eu sou vencedor, campeão – e quem não gosta de se sentir um campeão? E também, o que eu estaria fazendo em casa? Não tem nada pra ver na TV. Quer dizer, até tem, mas já encheu a paciência. É melhor estar num lugar que faça bem pro meu ego. Além disso, preciso estar lá, afinal, já que eu pago o dízimo, preciso usufruir de alguma coisa, pelo menos.
E se eu te perguntasse sobre o que você menos gosta na sua igreja?
Crente: Ah, de tudo mesmo, o mais difícil de aturar é a convivência com as pessoas. Eu não suporto gente, ainda mais gente chata. Lá na igreja todo mundo fica preocupado com a minha vida, e isso me irrita.
Com que frequência você lê a Bíblia?
Crente: Bem, eu não tenho muito tempo pra ler a Bíblia, mas todo domingo no início do culto eu leio a Bíblia no projetor lá da igreja. Sinceramente, eu não entendo nada. Prefiro meu pastor falando. Ele sabe extrair muitas lições para conquistarmos nossa vitória através dos textos. Na semana passada ele falou sobre “Os 7 passos de Balaão para a vitória”. Gostei muito!
Alguma consideração final?
Crente: Ah, tem outra coisa que eu esqueci de dizer, o pastor sempre traz uma palavra inteligente. Os temas dos sermões dele são sempre voltados pra mim. Adorei uma mensagem que ele pregou sobre “7 passos para conquistar o impossível”! Um tema bem parecido com um livro de auto-ajuda que li uma vez. Bom mesmo. O legal é que não tenho necessidade nenhuma de pensar, porque meu pastor pensa por mim, ele é mais que um líder, é um pai pra nós. Ttem sempre um decreto pra minha vida e eu sei que serei abençoado se seguir tudo o que ele diz.
Ok. Eu conversei com um crente do século XXI. Entreviste-se e responda as mesmas perguntas que ele respondeu. Será que em algum ponto você vai concordar com ele ou não? Responda nos comentários.
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N. do E.: A ideia para esse post me ocorreu hoje, quando comecei a ler o livro do pastor Mark Dever intitulado “O Que é uma Igreja Saudável?” o qual tem me encantado. Tenho aprendido de verdade o que Deus diz em Sua Palavra sobre o que é Igreja. Isso tem me levado à reflexão sobre todo esse estado de coisas que tenho visto acontecer no Brasil, bem como me preocupar ainda mais com a igreja onde congrego. Desejo que através desse texto você seja levado a pensar também sobre como tem se relacionado em igreja e encarado o desafio de pertencer a ela como cristão verdadeiro.
Shai Linne – Louvado seja eu!
“O cristianismo hoje está centrado no homem, ao invés de ser centrado em Deus. Deus é obrigado a esperar pacientemente, e até respeitosamente, pelos caprichos dos homens. A imagem de Deus popular atualmente é a de um Pai distraído, lutando em desespero inconsolável para levar as pessoas a aceitarem um Salvador de quem elas não sentem necessidade e em quem possuem muito pouco interesse. Para convencer essas almas autossuficientes a responderem às Suas generosas ofertas, Deus fará quase qualquer coisa; até mesmo usar técnicas de vendas e sussurrar em seus ouvidos do modo mais amigável que possamos imaginar. Essa visão das coisas é, naturalmente, uma espécie de romantismo religioso que, embora muitas vezes use termos elogiosos e por vezes embaraçosos em louvor a Deus, consegue, contudo, fazer do homem a estrela do show.” (A.W. Tozer)
Não quero parecer severo ou crítico demais, mas algum de vocês já notou que a vasta maioria da música que cairia na categoria “Cristã”, na verdade não é a respeito do próprio Deus? Penso que particularmente este é o caso do Hip-hop cristão, mas isso também pode ser visto em outros gêneros. Como posso dizer? Bom, a maioria das músicas que eu ouço é mais sobre NÓS e nossa resposta a Deus, mas não a sobre o próprio Deus. Não me entenda mal. Há um lugar para a música que trata de nossa resposta a Deus, mas quando esse é o caso da esmagadora maioria das músicas, nós lentamente começamos a distorcer a verdade sobre quem é o Deus ao qual deveríamos estar respondendo. A citação de Tozer acima foi escrita mais de 50 anos atrás, mas poderia ter sido escrita ontem. Nossa cultura é extremamente narcisista e antropocêntrica, e parece que muito da música cristã seguiu o exemplo. A Bíblia, contudo, é radicalmente teocêntrica, e eu creio que uma visão radicalmente teocêntrica deveria ser refletida nas canções que compomos. Por causa de nossas tendências antropocêntricas, as canções que cantamos sobre Deus geralmente tratam das coisas de que nós gostamos n’Ele (que normalmente são as coisas que diretamente nos beneficiam ao máximo), como Seu amor, sua misericórdia e seu perdão, etc. Essas coisas são gloriosas e nós devemos, sim, compor canções a respeito delas. No entanto, se só falamos a respeito disso, acabamos criando uma visão de Deus incompleta e deficiente, que não está alinhada à Sua autorrevelação.
Então, por exemplo, quando foi a última vez que vocês ouviram uma música contemporânea que tenha ecoado as antigas canções de Davi sobre a retidão e a justiça de Deus (Sl 11:7)? Qual sucesso cristão nas paradas canta juntamente com Naum que Deus é “ciumento, vingador e cheio de ira” (Naum 1:2-3)? Quem está produzindo músicas que falam do reino soberano de Deus sobre Sua criação (Sl 2 e 115)? Vocês podem me indicar uma canção popular que celebra a onisciência de Deus junto com Ana (1Sm 2:3)? E a eternidade de Deus, juntamente com Moisés (Sl 90:2)? E os julgamentos de Deus, juntamente com Miriã (Êx 15:21)? Essas coisas são ditas com frequência nas Escrituras, particularmente no contexto de canções Bíblicas, e ainda assim elas tendem a estar amplamente ausentes de nossas canções hoje em dia. Não quero dizer que ninguém esteja fazendo isso. Deus tem levantado um número crescente de compositores que estão expondo sobre Seu caráter. Mas quando algo tão fundamental e essencial tem sido tão mal feito, se torna importante que outros se preparem e contribuam. O álbum Os Atributos de Deus* é simplesmente minha tentativa de tal contribuição.
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* Álbum de RAP cristão intitulado de “Os Atributos de Deus”, onde todas as canções falam sobre um ponto do Ser de Deus. Você pode ouvir samples e comprar o CD neste link.

Igreja doa todos os dízimos e ofertas recebidos aos vizinhos

Durante um ano, uma pequena igreja batista viveu uma experiência transformadora
por Jarbas Aragão

Igreja doa todos os dízimos e ofertas recebidos aos vizinhos
Passar o prato de coleta durante os cultos de domingo, visando pagar os compromissos financeiros da congregação não era mais suficientemente para os líderes de uma pequena igreja no Mississippi.
Por isso, dois anos atrás, o pastor e os líderes da Igreja Batista Traceway, na cidade de Clinton, começaram a orar sobre qual seria a melhor forma de servirem a sua comunidade. Depois de dois meses de jejum e oração, eles decidiram que precisavam recolher todos os dízimos e ofertas e doá-lo aos necessitados durante um ano inteiro.
“No final de 2009, nossa liderança estava orando e tentando descobrir como poderíamos melhor representar Jesus Cristo em nossa comunidade,” disse o pastor John Richardson.
“Essencialmente, nossa oração era “Deus, o que podemos fazer para que quando as pessoas olharem para nós eles vejam você?”.
“Quanto mais orávamos, mais sentíamos como se Deus estivesse dizendo: ‘Se você quer me mostrar para essa comunidade, sejam generosos, porque eu sou generoso”, explica Richardson. “A forma como nós interpretamos é que devíamos dar todos os nossos dízimos e ofertas durante um ano inteiro.”
Apenas 50 pessoas, muitas delas nem são membros, frequentam regularmente Igreja desde sua fundação, há seis anos. No entanto, entre abril de 2010 a abril de 2011, a igreja foi capaz de doar US$ 60.000 para pessoas necessitadas da comunidade vizinha, disse Richardson. Ele chegou a escrever um livro sobre a experiência de sua igreja, chamado “Doando o prato de coleta”, lançado este mês nos EUA.
“Tudo o que foi recebido nos pratos de coleta de nossa igreja foi doado às mães solteiras, pessoas que saíram de situações ruins, basicamente com apenas com a roupa do corpo, ou aqueles que estavam tentando se libertar do vício, ou pessoas que perderam empregos ou que estavam prestes a perder a casa para o banco ou que tinham contas médicas absurdas, ou qualquer coisa assim “, disse ele.
Quando questionado sobre como a Igreja foi capaz de seguir em frente sem o dinheiro dos dízimos, Richardson explica: “Foi um processo interessante.”
Líderes de outra igreja procuraram a Traceway quando souberam que eles estavam determinados a fazer o que sentiram que Deus lhes tinha dito para fazer, Disseram que ficariam honrados se os membros da Traceway ocupassem as instalações dessa igreja que não estavam sendo usados. Tudo isso sem taxas de aluguel, nem conta de água ou luz.
“Nós também cortamos de nosso orçamento tudo o que foi possível”, lembra Richardson. “Pedimos a pessoas fora de nossa congregação que fizessem uma doação para a igreja. Mas isso não veio de uma vez só, mas posso dizer que, ao longo de um ano, Deus providenciou o suficiente para cada uma dessas necessidades orçamentárias”.
Ele explicou que depois que o plano de generosidade da igreja começou, muitas necessidades alheias começaram a aparecer. Algumas das pessoas que foram ajudadas, hoje são membros ativos da igreja.
Há testemunhos incomuns. Josh, um membro da igreja, sentiu que deveria ajudar um mendigo que encontrou em frente a uma lanchonete.
“Josh sentiu-se guiado por Deus para aproximar-se daquele morador de rua. Ele é um cara introvertido, mas se levantou e falou com o cara por um minuto, levou-o para dentro, pagou-lhe um lanche. Ofereceu não apenas uma refeição, mas também sua dignidade. Foram coisas desse tipo. Fomos generosos porque Deus foi generoso conosco e outros apenas seguiram o exemplo. Foi realmente incrível ver como as pessoas começaram a crescer em sua fé porque estavam praticando a generosidade e crescendo em sua vontade de imitar a Deus.”
Richardson disse que os membros aprenderam muito nesse processo. “Quando você realmente começa a viver generosamente, e especialmente quando sente que isso é algo que Deus lhe pediu para fazer, o Senhor simplesmente abre seus olhos para ver o quão incrivelmente generoso Ele é para conosco”, disse o pastor.
“Generosidade não é apenas uma coisa agradável de fazer. É provavelmente a resposta para o maior obstáculo espiritual que temos hoje se queremos nos tornar discípulos. Quando você é generoso, isso é um antídoto para a ganância. A generosidade ajuda você a imitar os caminhos de Deus e tornar-se mais como ele. É uma parte enorme do processo de discipulado que eu acho que a maioria das igrejas está perdendo hoje em dia”, finaliza.
O pastor da igreja do Mississippi agora também é um dos líderes de um ministérios que deseja equipar líderes para “viver a generosidade” em suas igrejas, através do treinamento de liderança, campanhas de ação social e uma mudança da cultura interna da igreja.
Traduzido e adaptado de Christian Post

segunda-feira, 9 de julho de 2012


O EVANGEHO GENUÍNO (Gl. 1:6-9)

“Quando vejo esse pessoal acordando cedo para ir à igreja, benzendo sempre que passa em frente a uma igreja ou ao disputar uma prova esportiva; quando vejo um monte de rezas a serem aprendidas, um variado número de gestos e genuflexão a serem feitas, quando vejo quantas liturgias ou cerimonias um religioso é obrigado, vem-me sempre um sentimento de profundo respeito – como dá trabalho acreditar em Deus!!” (Millor Fernandes).

O Evangelho Genuíno não propõe apenas conceitos, mas um relacionamento vivo com o Deus Vivo.

Eles estavam não só se afastando do conteúdo, mas acima de tudo da pessoa.

Ilustração: O Rei Carlos IX perguntou ao poeta Tarso:

- Qual a pessoa que julgas mais feliz?

- Deus!

- Sim, mas o mais feliz dos homens?

- O que estiver mais próximo de Deus!

“Não é o que ganhamos, mas com gastamos que nos torna ricos. Não é o que lemos, mas o que lembramos que nos torna cultos. Não é o que pregamos, mas o que vivemos que nos torna cristãos”

O Evangelho Genuíno não aceita que se modifique o conceito de graça

Um soldado de Napoleão foi flagrado dormindo quando deveria está vigiando. A punição era a morte, mas sua mãe foi até Napoleão e caindo aos seus pés, ela implorou que poupasse a vida do seu filho, pois o mesmo era o seu único filho. Chateado Napoleão, disse: seu filho não merece perdão. Merece morrer. A mãe disse: O senhor tem toda razão, é por isso que lhe estou pedindo por misericórdia para com ele. Napoleão ficou tão tocado coma logica da mulher que perdoou o soldado.

Graça é conceder favor a aquele que não merece.

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”  (Ef. 2:8-9).

Ironside, falando sobre religiões disse: “existe apenas duas, aquela que promete algum tipo de salvação pelo que você faz e a outro que diz que você foi salvo por algo já feito”.

O Evangelho Genuíno é o de Jesus Cristo.

1.      No evangelho de Jesus há esperança que dá solidez na vida (I Pe. 1:3).

2.      No evangelho de Jesus existe alegria e ela independe de circunstancia (Jo. 16:22).

3.      No evangelho de Jesus a vida que é tão linda é chamada eterna (Jo. 4:4).

4.      No evangelho de Jesus o amor não é compreendido (Ef. 3:19).

Conclusão

Experimente o evangelho genuíno e veja a grande diferença que ele faz.


                                                                                                                            Pr. Manoel França
AVISOS DESSE FINAL DE SEMANA

Treinamento Para Liderança – No mês de setembro teremos um treinamento para os irmãos em nossa igreja. Será na quinta-feira. Depois passaremos mais informações.
Grupos de Crescimento – Estamos crescendo e não temos como pastorear a todos de forma eficaz. Por isso, precisamos nos cuidar e cuidar uns dos outros. Iniciaremos o trabalho em grupo e tentaremos trabalhar dessa forma. A ideia é chegar ao final ano com 6 grupos, 2 em cada etapa. Oremos fase.
Irmãos da I Etapa – Logo depois do culto nos reuniremos com todos os irmãos que moram na I Etapa. Trataremos de assuntos referentes ao grupo de crescimento.
Sede de Crescimento – Todo crente dessa igreja deve ter sede de crescimento e trabalhar para isso. Não fomos criados para sermos pequenos, mas para expandirmos o reino de Deus aqui na terra. Vamos crescer.
Parque Universitário – Esse trabalho é serio e carece de oração, paciência e ação. Toda sexta estaremos lá fazendo a obra de Deus. Levemos o evangelho de para aqueles moradores.
Evangelismo – Temos uma boa doutrina. Conhecemos um pouco a Escritura e agora devemos melhorar na questão do Evangelismo. Todos os crentes devem anunciar Cristo a aqueles que ainda não o conhecem.
Oração – Estácio perdeu o seu pai no último domingo. A irmã Juscivania está com o seu pai, seu Francisco internado em Fortaleza. Estamos precisando de um local mais espaçoso para desenvolvermos as nossas atividades. Em fim, temos muitos motivos para orarmos.
Conexão Vingt Rosado – Esse é nosso blog, ele serve para nos informar. Postamos informações que nos dizem respeito como igreja. Acessem: http://conexaovingtrosado.blogspot.com.br/

Cientistas cristãos comentam a descoberta da “partícula de Deus”

Deus, o Universo e você?

 
por Jarbas Aragão

Cientistas cristãos comentam a descoberta da “partícula de Deus”
Nos últimos dias, a comunidade científica mundial tem debatido intensamente o que é considerado “a maior descoberta científica dos últimos 40 anos”. Na verdade, é uma descoberta minúscula, menor que um átomo de hidrogênio e extremamente difícil de ser vista. A revista Época deu capa ao assunto, usando como título “O universo, Deus e você” pois uma das questões mais debatidas é se a ciência conseguiria, a partir dessa descoberta, desvendar os mistérios da origem do universo, contrariando as alegações religiosas.
Dentro do Large Hadron Collider (LHC), o acelerador de partículas da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), na fronteira entre Suíça e França, a maior câmera fotográfica do mundo registrou um traço probabilístico da existência dessa partícula misteriosa. A construção do LHC custou cerca de 10 bilhões de dólares e muitos questionam se os experimentos feitos ali não seriam uma tentativa de se “brincar de Deus”. O motivo é que os cientistas tentam recriar as condições que formaram o universo, a partir do chamado Big Bang”.
Desde 2010, quando o LHC foi inaugurado, as equipes dos experimentos Atlas e CMS, analisaram 800 trilhões de colisões que ocorreram dentro do LHC, onde supercondutores aceleram, em sentidos opostos, dois feixes de energia formados por prótons até quase atingirem a velocidade da luz. Os prótons completam 11 mil voltas por segundo dentro do acelerador até colidirem de frente. Depois de tantos testes, os cientistas detectaram apenas em dois eventos que podem ter revelado o bóson de Higgs.
Conhecido como “bóson de Higgs”, essa partícula guardaria “o segredo para a existência da matéria”. Chamada também de “partícula de Deus”, para os cientistas ela poderia ser a “chave” para entendermos de onde viemos e para onde vamos. O nome é uma homenagem ao físico escocês Peter Higgs, que escreveu em 1964 sobre a teoria de que ela existia. Higgs é um ateu, manifestou várias vezes a reprovação ao apelido dessa partícula subatômica que recebe seu nome, temendo que ofenda pessoas religiosas.
O uso do termo se tornou mais popular após o lançamento do livro, “A Partícula de Deus” (1993), de Leon Lederma. Ele dizia que o bóson de Higgs poderia ser a chave para “desmistificar” a religião de vez.
Mas a descoberta é vista de maneira diferente pelos religiosos. A Igreja Católica, através de Marcelo Sánchez Sorondo, teólogo e chanceler da Pontifícia Academia das Ciências do Vaticano disse que o bóson de Higgs “demonstra algo maravilhoso”. “O cientista se limita a dizer que descobriu a partícula; o crente vê o fruto da vontade de Deus”, disse Sorondo, tentando desfazer a ideia de que o avanço da ciência diminui o espaço para as crenças religiosas.
Embora os evangélicos não tenham um porta-voz oficial sobre a questão, alguns cientistas protestantes se manifestaram sobre a questão.
O Dr. Larry Vardiman, que trabalha para o Instituto de Pesquisas sobre a Criação acredita que, embora o bóson de Higgs não tenha “conotações religiosas específicas”, sua descoberta pode servir para lançar alguma luz sobre o relato bíblico da criação. Vardiman é um cientista e pesquisador nas áreas de astrofísica e geofísica.
Segundo ele: “É legítimo tentar entender como a massa, o espaço e o tempo se originaram, mas não se os processos que usamos para explicar a sua origem esquecem do Criador… A teoria do Big Bang diz que o universo começou como um ponto infinitesimal e se expandiu, criando espaço e massa bilhões de anos atrás Embora esta ideia possa parecer coerente com a descrição da criação de Gênesis 1:1, dizem que pode ter acontecido há bilhões de anos, enquanto a Bíblia diz que aconteceu em um dia de 24 horas, apenas alguns milhares de anos atrás.
A teoria também é apresentada como um evento natural, que não exigiu o envolvimento de Deus… Infelizmente, os cientistas que teriam as melhore condições para observarem a obra de Deus através de um microscópio ou de um telescópio, muitas vezes parecem ser os primeiros a negar que Ele é o Criador. Porque negam o Criador, eles não conseguem entender a explicação definitiva para o mundo que nos rodeia, mesmo que as Escrituras digam “Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo são vistos claramente, sendo percebidos por meio das coisas que são feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade, de modo que eles fiquem inescusáveis.” (Romanos 1:20).”
Dr. Jeff Miller, escritor e apologeta, afirmou que a descoberta de evidência para o bóson de Higgs não provam nada:
“Note-se que sem a existência desta partícula, os teóricos do Big Bang reconhecem que o Universo não podia sequer ter se formado após o Big Bang. A comprovação de sua existência não irá provar que o Universo se formou como diz a Teoria do Big Bang… Sua existência não prova que a matéria existe desde sempre ou pode trazer à existência tudo a partir do nada… E sua existência certamente não prova que as leis científicas que regem o Universo poderiam ser escritas sozinhas.
No entanto, sem a existência da partícula, os teóricos sabem que o Big Bang não poderia acontecer. Logo, a descoberta de sua existência não iria provar nada no final, mas apenas permitir que os evolucionistas possam atravessar um dos muitos abismos que ficam no caminho de sua teoria… a criação ainda se destaca como a explicação mais lógica para a origem do Universo, pois é o modelo que corresponde a evidência científica”.
Com informações Época e Christian Post

O verdadeiro poder da religião


Por Alex Belmonte
“Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã. A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo”. Tiago 1.26, 27.
Certo pregador em uma empolgante mensagem exclamou com firmeza na voz: “A religião para nada serve, ela é má! A religião afasta o homem de Deus! Seja crente, mas não seja religioso!”. Afinal, em que contexto o pregador estava posicionando a Religião? Em que sentido a religião “para nada” serviria se tornando má? Como algo que religa (raíz da palavra) pode muito bem “re-desligar”? Então devemos abandonar nossa religião?
Etimologicamente falando a palavra Religião do latim “religio” usado na Vulgata de Jerônimo, que significa “ligar novamente”, ou simplesmente “religar” pode ser definida como um conjunto de crenças relacionadas com aquilo que parte da humanidade considera como sobrenatural, divino, sagrado e transcendental, bem como o conjunto de rituais e códigos morais que derivam dessas crenças.
Em nossa linguagem a palavra portuguesa religião deriva justamente da palavra latina religio, mas desconhece-se ao certo que relações estabelece religio com outros vocábulos. Aparentemente no mundo latino anterior ao nascimento do cristianismo, religio referia-se a um estilo de comportamento marcado pela rigidez e pela precisão.
Esclarecendo a atitude de algumas pessoas para com a religião, posso entender que existe uma grande confusão na má aplicação do termo, ou mesmo na ótica definiva da palavra. Tudo ficaria bem esclarecido se a religião fosse entendida pelo menos em três de algumas de suas esferas: A Religião como espiritualidade interior, Religião como Sistema e Rito, e Religião como filosofia.
Para início de compreensão podemos nos apossar das palavras de Tiago quando diz: “Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã. A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo”. Tiago 1.26, 27.
O texto está corretamente nos guiando a essa compreesão das esferas propostas aqui, mas revelando ainda duas facetas: A religião interior e a exterior.
No primeiro versículo Tiago está se referindo á religião interior quando diz “engana o seu coração”. Mas, parte da exigência do escritor não fica apenas aqui, pois no segundo versículo vem declarar a religião exterior, quando diz: “A religião pura e imaculada… é visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo”. É a religião que do interior surge com grande efeito no exterior, ou seja, Tiago fala que a religião não pode existir apenas como teoria mas como prática também. Então exploramos agora os três pontos:
1. A Religião como espiritualidade interior revela que todo homem é religioso por natureza. Isto é, o ser humano já nasce com a inclinação para as coisas espirituais. Desde as eras mais primitivas isso já se manifestava com a busca por respostas, com o medo e as incertezas para com a vida após a morte, com a busca do autoconhecimento e outras questões interiores. Na religião como espiritualidade interior podemos presenciar o nascimento do sentimento religioso antes mesmo que a própria religião. Antes de nascer a religião nasceu o desejo da religião.
Dessa forma podemos ter certeza que a Religião é de suma importância na vida de qualquer pessoa, visto que interiormente há um efeito em cada ser humano. O escritor russo Liev Tolstói (1828-1910) disse: “O homem pode ignorar que tem uma religião, como pode também ignorar que tem um coração; mas sem religião e sem coração, não pode viver.”
2. Na Religião como Sistema e Rito temos as deficiências no processo e criação de liturgias, formas de adoração, a particularização religiosa e em muitos casos a religião partidária. Essa é a religião falha, perigosa, infiel e que pode levar o homem a uma religiosidade artificial. A Religião como Sistema tem muito mais as ações do homem do que as ações do divino, do superior, mas observe que essa religião como sistema vai surgir a princípio por um possível desenfreio da religiosidade interior.
Então quando mencionamos a insuficiência da Religião para promover o bem-estar e a salvação do homem por algum caminho, como mencionou “nosso” pregador, devemos lembrar que se trata unicamente da Religião no status de Sistema e Rito, o que não explicou o pregador, e, dessa forma a religião pode ser sim, realmente má. Na religião como Sistema encontramos também alguns conflitos humanos, como a própria “escravidão religiosa”, o fator da intolerância, e certamento a negligência doutrinária da raíz religiosa.
3. A Religião como filosofia por sua vez é a grande influência que a mesma tem na vida das pessoas, a ponto de mudar condutas, propor regras, elevar a convivência, unir famílias e fazer a sociedade repensar seus principais valores. A religião como filosofia leva-nos as reflexões da vida fazendo-nos voltar para a real espiritualidade. Como bem lembrou o filósofo e escritor suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), “O esquecimento da religião conduz ao esquecimento dos deveres do homem.”
A Religião como filosofia além de trabalhar como um fenômeno individual, se torna também um fenômeno social. A igreja e o Judaísmo, são exemplos de doutrinas que exigem não só uma fé individual, mas também adesão a um certo grupo social, de um círculo.
Enfim, como podemos compartilhar, a religião tem um poder impressionante, fazendo parte da vida humana nessas três e outras esferas. Mais que isso, a religião é parte da existência do homem, é parte da vida e do cotidiano.
Mas precisamos entender que a pior das ações religiosas, seja de que direção vir, não parte da própria religião (etimologicamente falando), mas de indivíduos que num espírito de “religiosidade extrema” transformam a religião num mecanismo de ódio e caminho tortuoso, levado ao fanatismo e á irracionalidade acerca da real missão de Deus para com o mundo: Resgatar a humanidade da maldição do pecado. E para isso, em se tratando de religião com propósitos, parte daqui um único convite: abraçar, explorar e, sem nenhum medo, mergulhar nas águas límpidas dessa religião chamada Cristianismo.
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Fonte: Napec. Divulgação: Ministério Beréia. Compartilhado pelo Púlpito Cristão.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Amanhã também teremos continuidade no trabalho no Parque Universitário. Toda igreja presente levando o evangelho para aqueles moradores.
Amanhã teremos culto infantil na igreja. Os pais devem deixar os seus filhos na igreja para que cultuem a Deus.