Total de visualizações de página

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Padre se converte e igreja o expulsa de paróquia

O padre italiano Luca de Pero, foi afastado de suas funções eclesiais, pelo diocese que administra as igrejas na região da Cesena, região centro-norte da Itália, por ter levado para pregar, durante a sexta-feira santa, o pastor Fabiano Nicodemo (à direita na foto ao lado), missionário, na região e também por estar distribuindo exemplares da Bíblia evangélica entre os seus paroquianos. A ultima missa do padre aconteceu neste domingo, 28.
Luca De Pero se converteu em 2010 e, desde então, tem sido discipulado semanalmente pelo Pr. Nicodemo. Seus testemunhos foram responsáveis pela conversão de vários outros católicos.
“Ore para que Deus dê-lhe ousadia para falar de seu amor por Jesus e sobre o real motivo de ter sido afastado da igreja; não por questões de saúde como foi alegado. Interceda também por seu futuro e o apoio como possível obreiro da terra dos batistas brasileiros aqui em Cesena”, pede o pastor.
O Projeto “Tu Me Amas?” teve no ex-padre seu primeiro fruto entre os catequistas.
Fonte: JMM

Jornalista afirma que Jesus foi herege

Em um artigo publicado no jornal Folha de São Paulo, o jornalista Luis Felipe Ponde, classifica Jesus como um herege para os judeus, porque, em sua opinião ele foi criador e líder de uma seita.
Ainda no artigo que se inicia com a pergunta “Afinal, quem foi Jesus?” e tem o título de Jesus do Alto, Jesus de Baixo, Pondé, que é colunista do jornal, afirma que a “a figura do jovem herege judeu morto pelos romanos é peça-chave de nossa cultura e de nosso imaginário. Qualquer iniciante sabe que heróis como esses são em parte uma “construção” histórica, no sentido de que muita gente e muita coisa se unem pra constituir a face (se é que existe “uma” face neste caso) do personagem. No caso deste judeu herege, o caso é mais sério porque muita gente crê que ele seja também Deus, além de homem”.

Fonte: Folha

Espanhóis investirão R$ 40 milhões na construção de 650 aptos em Mossoró

A empresa Serjomi Aeroporto Empreendimentos Imobiliários, formada por um fundo de empreendedores da Espanha, vai construir um condomínio de 650 apartamentos em Mossoró. O investimento foi apresentado à vice-prefeita Ruth Ciarlini na manhã desta segunda-feira (29/08) pelo diretor da empresa, José Antônio Sanchez.
O residencial, que terá apartamentos de 48 m2, será construído no bairro Dix-sept Rosado (Quixabeirinha), entre a BR-304 e a divisa com o bairro Aeroporto. A Serjomi investirá R$ 40 milhões no emprendimento imobiliário.
Na audiência com a vice-prefeita Ruth Ciarlini e o secretário de Obras, Alexandre Lopes, an Serjomi Empreendimentos pleiteou autorização para a empresa construir uma alameda de acesso ao futuro residencial, consistindo no prolongamento da Avenida Centenário (estrada de acesso à fábrica de cimento).
A Serjomi pretende concluir o projeto em três anos. Os apartamentos serão negociados pela Caixa Econômica Federal, através do Projeto Minha Casa, Minha Vida. 

http://www.gutembergmoura.com.br/
Inscrições para o Casamento Coletivo seguem até quarta, 31

Foto:
Seguem até a próxima quarta-feira, 31, as inscrições para o Casamento Coletivo. O programa, voltado para famílias carentes, visa fortalecer os laços familiares. É realizado pela Prefeitura de Mossoró duas vezes ao ano, no primeiro e segundo semestre, através da Gerência do Desenvolvimento Social.
As inscrições podem ser feitas no Centro Administrativo Alcides Belo (antiga Rodoviária), de segunda a sexta, das 07h30 às 12h. Os documentos necessários são o Registro de Nascimento (original), cópia e original da Carteira de Identidade, CPF, comprovante de residência e de renda. O casal pode optar, no ato da inscrição, por cerimônia civil ou religiosa com efeito civil (católica ou evangélica).
Segundo Fernanda Kallyne, gerente do Desenvolvimento Social, a procura pelo projeto é intensa e um grande número de inscrições já foi registrado. Encerrado o período de cadastros, serão iniciados o acompanhamento e os cursos de preparação para os noivos.
O casamento religioso evangélico com efeito civil acontecerá no Templo-Sede da Assembleia de Deus, no dia 17 de novembro. A cerimônia católica será realizada na Catedral de Santa Luzia, no dia 25/11. E o casamento para os que optaram somente pelo civil, será no dia 18 de novembro no SESI.

Site da Prefeitura de Mossoró

sábado, 27 de agosto de 2011


Evangélicos usarão helicópteros para orar por São Paulo

Que São Paulo é uma cidade no qual o voo dos helicópteros faz parte do seu dia-a-dia todos sabem. Afinal há voos de todos os tipos, mas, neste sábado, será diferente: quatro helicópteros vão sobrevoar para orar pela cidade e registrar a queima de fogos em mais de 70 pontos espalhados pela capital e região do ABCD paulista.
O evento marca o encerramento da Conferência Nacional do MDA (Método de Discipulado Apostólico), na Igreja Metodista Renovada, que acontece na cidade.
“Queremos orar contra a violência, drogas e prostituição e resgatar os valores da família. Atualmente temos quase 120 células que se reúnem todas as semanas, mas nosso alvo é alcançar mais de duas mil, chegando a 27 mil pessoas até 2014″, explica o pastor Joel Cardoso Jr, líder do movimento.

Fonte: Assessoria

O dia a dia de uma família sem fé

O Brasil é um país de população reconhecidamente religiosa. Mas não absolutamente: o grupo dos sem religião cresce cada vez mais e, de acordo com dados do IBGE, levantados pela “Folha de S. Paulo”, já chega a 12,8% da população, formando assim o segundo maior contingente de uma mesma “corrente”.
Neste grupo estão incluídos os ateus e os agnósticos. A diferença entre eles é sutil. Os ateus negam a existência de Deus. Já os agnósticos, apesar de muitos também não acreditarem, acham que a questão da existência ou não de Deus não pode ser definida. De qualquer forma, os dois grupos abrem mão do que há de mais presente na vida de uma enorme parcela de brasileiros: a religiosidade.
Mas afinal, como é a rotina de uma família que não acredita em Deus em um país onde a maioria das pessoas tem crençasem divindades? Como lidam com questões morais, sobre a morte e com a constante vigilância dos que desconfiam do caráter de alguém que não guia sua vida de acordo com doutrinas religiosas?
“Já ouvi algumas vezes uma afirmação que considero preocupante. Muitos me dizem que, porque não tenho religião, posso matar ou roubar. Fico espantada. O pensamento inverso é que, se aquela pessoa não tivesse uma religião, seria capaz destas coisas”, conta a psicóloga Iara Hunnicutt, 58, que é agnóstica. Segundo ela, muitas pessoas não conseguem distinguir caráter e religião. “Sempre respondi que qualquer um pode optar por matar ou roubar e depois arcar com as consequências. Mas eu jamais faria isso por que é simplesmente errado e condenável.”
A bióloga e professora universitária Cristina Bertoni (foto), 33, também tem seus momentos de questionamentos por parte da sociedade. “Sou gaúcha e vivo na Bahia, onde a religiosidade é muito presente. Meus alunos se chocam com o fato de eu ser ateia e não entendem como posso ser uma boa pessoa. Ética e educação não têm a ver com crenças. Questões de fé me incomodam”, diz.
Filhos
Se os pais passam por situações difíceis por causa de seus posicionamentos diante do assunto religião, será os filhos também enfrentam esse problema? “Uma mãe nunca deseja que um filho sofra qualquer tipo de preconceito, mas isso acontece com frequência. Seja pela cor da pele, preferência sexual ou escolha religiosa. Temos que prepará-los para lidar com essa realidade da melhor forma possível”, explica Cristina, que tem um filho de dois anos e meio.

Iara, mãe de três filhos – de idades que vão de 33 a37 anos – conta que sempre os ensinou a não debater preferência religiosa. “A minha filha mais velha é ateia e sofre muito mais que eu. Mas a escolha foi dela. Jamais proibi um filho de se interessar por alguma doutrina.”
A bacharel em direito Eliete de Oliveira, 41, mãe de uma garota de 18 anos e um menino de 12, afirma que o mais novo já se interessou pelo espiritismo. “Minha sogra é espírita e ele seguiu, durante um tempo, a mesma doutrina. Não me incomodei. Acho que só seria contra se fosse uma religião que limitasse a vida dele com muitas proibições. O espiritismo não é assim.”

Amigos
Convites para batizados, casamentos, missas, enterros e tantos outros eventos que demonstram a opção religiosa de quem os promove estão presentes, frequentemente, na vida de quem socializa com família e amigos.

Não é diferente com famílias ateias ou agnósticas. Iara aceita tais convites e ensina os filhos que, quando se está na casa de outra pessoa, devem respeitar seus costumes. “Se todos ficam em pé, também ficamos. Se todos sentam, sentamos. Só não rezamos porque não acreditamos naquelas palavras. Mas respeito é fundamental. Por mais que nem sempre nos respeitem”, explica.
Mas há situações delicadas. Ela conta que seus filhos, quando tinham por volta de seis anos, estavam em uma missa e viram uma fila se formar. Sem saber o que estavam fazendo, acabaram comungando. “Muitos ficaram indignados porque eles não tinham confessado. Mas são crianças. Que pecados tão graves podiam ter?”, indaga Iara.

Já Eliete é um pouco mais rigorosa. “Não vamos a eventos religiosos. Só abrimos uma exceção quando minha irmã, que é testemunha de Jeová, casou. Não gosto muito porque as pessoas ficam tentando nos converter. Preciso ficar reafirmando, a todo momento, minha escolha.”
Além de eventos realizados em igrejas, sinagogas e outros templos religiosos, não há como escapar das datas comemorativas celebradas pela população. Natal, por exemplo.
Apesar de ser um feriado com conotação religiosa, muitas famílias ateias ou agnósticas encaram como uma reunião familiar especial para encerar o ano que finda. “É muito difícil se isolar. Se você for pensar bem, muita gente nem sabe o que a data representa. Nós nos juntamos e celebramos a união da família, com uma ceia ótima, claro”, revela Eliete. A bióloga Cristina compartilha das atitudes de Eliete. “Não comemoramos o nascimento de Jesus. Na minha casa, natal é tempo de união e Papai Noel”, diz.
Fonte: IG

Católicos contestam estudo que indica queda do catolicismo no Brasil

Eles mostram pelos números dos eventos religiosos que a religião é ainda a mais forte
Católicos contestam estudo que indica queda do catolicismo no Brasil
Católicos da cidade de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, contestaram os dados do Novo Mapa das Religiões, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que aponta queda de 5,36% no número de católicos em seis anos em todo o País e de 3,78% no Estado de São Paulo.
Eles dizem que na cidade o catolicismo continua em alta, sendo a maioria dos munícipes.  Além disso, eles destacam que, mais importante do que a quantidade é a efetiva presença da fé na vida dos mogianos, bem como a grande participação em manifestações como a Festa do Divino Espírito Santo.
O padre Claudionir Braga do Carmo, pároco da Catedral de Santana, analisa esta queda, que se dá, em parte, pela migração para outras religiões. “A Igreja Católica tem mais de 2 mil anos de história, sendo mais de 500 anos no Brasil, que é um País de origem católica. Hoje, contudo, vivemos em um mundo globalizado, que entra em outro contexto religioso, a população está crescendo e existe um autêntico mercado da fé por parte de igrejas pentecostais”, critica.
Entre as festas tradicionais da cidade sempre há um grande número de pessoas presentes, na Entrada dos Palmitos foram reunidas 40 mil pessoas, 13 mil nas novenas, 17 mil nas alvoradas e 11 mil na Procissão de Pentecostes, sem falar dos 250 mil visitantes da quermesse.
O Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) costuma ser a base de dados sobre a religiosidade do brasileiro, mas as estatísticas religiosas do Censo 2010 ainda não estão consolidadas. Assim, o levantamento da FVG se baseou na realização de 200 mil entrevistas sobre composição religiosa no final da década.
De acordo com o estudo, em 2003, 73,79% da população brasileira e 69,9% da população paulista eram compostas por católicos. Em 2009, estes números caíram para 68,43% e 66,12%.
“Em todo caso, a maioria da população continua sendo católica. Em Mogi, temos 21 paróquias, todas com missas. Só no domingo, há quatro missas lotadas na Catedral de Santana. O povo continua participando e procura manter a prática de sua fé”, afirma o padre.

Evangélicos no Estado de São Paulo

O estudo da FGV apresenta mudança de cenário entre os evangélicos pentecostais. No País, de 1991 para 2000 a participação de evangélicos na população dobrou: de 5,59% para 11%. No Estado de São Paulo, o índice passou de 6,58% para 13,7%. De 2003 para 2009, contudo, a religião no Brasil teve aumento quase imperceptível: de 12,49% para 12,76. Enquanto isso, o índice paulista apresentou queda: de 17,1% para 14,62%.
Segundo o pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular e vereador Carlos Evaristo (DEM), houve uma grande comoção por parte dos evangélicos nos anos 90, principalmente pela “explosão” da Igreja Universal na mídia, mas o quadro agora é outro. “Anteriormente, existiu um crescimento grande e muitas pessoas foram para a fé evangélica para emoção, mas agora, a prática está sendo mais voltada ao ensino da palavra. Com estes ensinamentos, os crentes estarão mais estruturados e, assim, poderá haver aumento novamente”, explica.
Fonte: Gospel Prime
Com informações  O Diário

Só Cristo Salva - com Carlos Skarlack


A CONVERSÃO DE UM RELIOSO - I
"E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas vestes aos pés de um jovem chamado Saulo" (Atos 7:58). Esta passagem bíblica apresenta dois atos distintos do cristianismo. O primeiro, o apedrejamento do primeiro dos mártires da igreja primitiva, o apóstolo Estevão. E, em segundo plano, a primeira aparição do jovem Saulo, que depois se chamaria Paulo (Atos 13:9) e, que se transformaria no maior dos apóstolos. Saulo, um nome hebraico; Paulo, um nome grego. Observe que quando é mencionado inicialmente em Atos, Saulo aparece como algoz dos seguidores de Jesus Cristo. De ascendência judaica, o jovem Saulo recebera forte impacto da fé religiosa. Ele mesmo se descreve como sendo da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu; quanto à lei, fariseu (Fp 3:5) e como israelita da descendência de Abrão (Rm 11:1). Em sua época, na sinagoga, a escola contribuía para que os pais judeus imprimissem uma herança religiosa de Israel aos filhos. Logo a escola contribuía para que os pais judeus imprimissem uma herança religiosa de Israel aos filhos e a partir dos cinco anos, a criança começava a ler a Escrituras e aos dez já se tornava um estudioso da Mishna com um complexo de interpretações da lei. Portanto, quando perseguiu os cristãos, Saulo o fazia em nome de uma religião. Esse é o retrato de muitos, nos dias hodiernos. Religiosos até, que distorcem a verdadeira Palavra de Deus, em nome se uma religião, mas precisam de um verdadeiro encontro com Jesus, pois Só Cristo Salva!

Entrevista


O cantor-compositor e pastor Jorge Araújo de Souza é um dos principais nomes da música gospel do Brasil. Natural do Piauí, tendo residido por algum tempo em Fortaleza (CE), está radicado em Osasco (SP) há 30 anos. Casado há 32 anos com a Eula Paula com quem tem quatro filhos: Ellen, Suelen, Daniele e Jorginho - componentes do grupo A Turma do Barulho. Autor de músicas que marcaram o cancioneiro evangélico do país como Um Jovem Feliz e interprete de canções como Cicatrizes, Jorge Araújo já gravou mais de 30 álbuns, a maioria com músicas de sua autoria. Cumprindo agenda em Mossoró e região nesta semana, nesta entrevista ele faz uma crítica sobre o nível da música gospel, afirmando que se fora pastor de alguma igreja muito do que se lança atualmente não permitiria que se tocasse.
HISTÓRIA - Me converti em 1969 na igreja Assembleia de Deus, no Pirambu, e comecei a carreira em Fortaleza (CE), lancei o primeiro trabalho em 1971, quando gravei um disco com vários cantores como Antonio Nonato, Antonio Filho, Mirian e o grupo Harmonia, e um compacto com quatro músicas. Fui para São Paulo em 1974. Meu objetivo era gravar, mas não tinha apoio de ninguém. O principal desafio era encontrar alguém que acreditasse na gente, pois a música era totalmente diferente, o estilo diferente. Era no período em que os cantores gravavam somente com piano e não poderia ter bateria, guitarra, nem contrabaixo. E minha proposta era gravar estilo Roberto Carlos e Beatles, e o desafio era convencer que esse estilo teria espaço no meio da juventude que estava surgindo nomeio da Assembleia de Deus.

INÍCIO - A primeira gravação dá um livro e é quase impossível fazer um resumo. Na verdade, quando Deus tem um propósito, Ele abre o mar para você passar e foi isso que aconteceu. O dono da gravadora tinha se separado e no processo de divórcio tinha que dar um carro para ex. E essa mulher me conheceu cantando numa igreja e gostou, e disse que iria falar com o dono da gravadora Louvores do Coração, que na verdade era seu ex-marido. E aí telefonou para ele que disse que eu não tinha futuro e era investimento a fundo perdido. Mas ela disse que ele tinha que lhe repassar um dinheiro, e pediu que o presente fosse a gravação do meu disco. Aí começou tudo. Aí fui para o estúdio, gravei e com menos de dois meses eu estava lançando o LP O Mundo Não Tem Paz, na campanha no Bernard Jonson para 10 mil pessoas em Fortaleza. Eu levei 500 LPs e antes do culto começar os irmãos tinham comprado tudo. Em São Paulo, um irmão que apostou em mim tinha uma loja, sendo que a loja vendeu os outros 500 LPs em menos de 30 dias, e com 60 dias o dono da gravadora me ligou para gravar outro LP.


TESTEMUNHO - A gravação da música Cicatrizes e o LP do meu testemunho foi uma história triste e alegre ao mesmo tempo. Em 1983, sofri um grave acidente, quando caí em um dos buracos na casa que estava construindo e um ferro de meia polegada entrou em minha garganta. Levaram-me para o médico, que disse que eu não corria risco de morte, mas previu que eu não falaria mais. Eu ouvi, e naquele momento, lembrei que tinha recebido ligação do Piau, do pastor Paulo Belizário de Carvalho para fazer um mês de evangelismo lá. E eu sempre dizia que minha agenda estava cheia e que não poderia. Aí pensei que tive tantos convites, e rejeitei, e naquela hora fiz uma oração dizendo: Senhor se Tu preservares minha voz, quando sair daqui , a primeira coisa que vou fazer é ir lá para o Piauí. No auge eu só ia se tivesse avião, se fosse para ir de carro não iria. Mas naquele momento, pensei que eu não era um artista e sim um levita. Fiquei curado, fui para o Piauí, de Itapemirim, visitei 91 das 116 cidades e parte dos 21 povoados em seis meses.


LEVITAS - Hoje nós não temos levitas, temos artistas. Muitos nem sabem o conceito de levita. Não sabe nem o que é. O que existe é uma indústria por trás do meio gospel. Tanto é assim que os maiores empresários não são evangélicos. A Sony, Som Livre e outras gravadoras, tudo por trás para aproveitar o boom, o consumismo do povo evangélico que é um grande consumidor, e 70% não consume produtos piratas. Hoje, para se vender 100 mil CDs evangélicos, não se investe nada. Os empresários estão em busca do ganho fácil. Os cantores, quando vão fazer os contratos vendem tudo para as gravadoras. Quando você liga para um cantor evangélico ele não tem nenhum poder, pois o grupo empresarial domina tudo. O que gira por trás dos levitas é o interesse financeiro. E, infelizmente, muitos não têm compromisso com a fé e se corrompem.

ENTRELINHAS
*O pastor Napoleão Falcão ministrará a Palavra de Deus, neste dia 31, em Mossoró, em grande cruzada evangelística no Conjunto Abolição IV.

*Inauguração do novo templo da Igreja Divina Pentecostal. A festa que começou na sexta, 26, encerra amanhã, dia 28. A Congregação está localizada na Avenida Rio Branco, bairro Santo Antônio.


*A I Igreja Batista em Mossoró, localizada na Rua Lopes Trovão, no centro da cidade, promove neste sábado o Culto do Amigo e tem como público-alvo solteiros, divorciados e viúvos.


*A Congregação da Igreja Batista Betel na Alameda dos Cajueiros comemora seu 5° aniversário. A festa começou nesta sexta-feira, 26, e vai até domingo, 28. Para comemorar, o pastor Francisco Salvador de Lima realiza uma grande Conferência evangelística.


*Com o Tema: "Jesus a Maior Conquista da Sua Vida", a II Igreja Batista em Mossoró completa seu 41° aniversário. Palestras, louvor, teatro, dança, entre outras atrações fazem parte da programação.


*Participando da Festa da II Igreja Batista que teve início na sexta, 26, e vai até amanhã (28), está o Pastor Paulo Nascimento de Maceió/AL e os cantores Josivan Ribeiro e Romualdo.


*A Igreja Cristã Evangélica no Brasil comemora 110 anos. E para festejar a data a Igreja do Inocoop - Alto de São Manoel, celebra um grande culto a partir das 19h.

      
*A Assembleia de Deus do conjunto Vingt Rosado promove um jantar em prol da reforma da igreja. O evento será no Restaurante Astra, localizado na avenida principal do bairro.


ANTENADO
O pastor Francisco Florêncio, titular da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Visão Missionária, localizada no bairro Santo Antônio, anuncia uma agenda de eventos com a participação do presidente nacional do ministério, o pastor Sydomar Santos, de 30 deste mês ao dia 2 de setembro.
 


O PASTOR Francisco Florêncio comandará programação da
Igreja Assembleia de Deus Visão Missionária, no bairro Santo Antônio


A irmã Mimosa Praxedes comemorou 25 anos de
conversão com um culto em ação de graças 

Irmã Mimosa Praxedes ao lado de sua filha Lúcia,
durante culto de comemoração

Jornal Gazeta do Oeste

“Às vezes o pastor reclama, mas é trabalho, sei separar” diz modelo evangélica ao fazer ensaio sensual

A modelo diz que consegue separar o trabalho da vida pessoal e que seu pastor reclama constantemente
“Às vezes o pastor reclama, mas é trabalho, sei separar” diz modelo evangélica ao fazer ensaio sensual
A modelo Stéphannie Oliveira, filha do ex-jogador Bebeto, aceitou o convite para um ensaio sensual da Revista Vizoo mesmo sendo evangélica.  Na entrevista ela conta que foge do estilo “mulherzinha” e que seu pastor reclama dos trabalhos que ela faz.
“Sou um molequinho. Fiquei mais vaidosa pela necessidade da profissão, mas estou sempre toda roxa, ralada. Tenho muito mais amigos homens. Menina é sempre muito fresca, muito sensível”, diz a jovem.
Sobre posar nua Stéphannie conta que encara esse trabalho com naturalidade.  “Acho que é preciso separar a nudez de algo sexual. Não faria nada vulgar”, explica.
Apesar de ser algo condenável pela igreja evangélica, ela diz que consegue separar o que é trabalho da vida pessoal e que não sede às reclamações do pastor. “Às vezes, o pastor reclama, mas é trabalho, sei separar”, garante.
Fonte: Gospel Prime