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quarta-feira, 13 de julho de 2011
Globo fecha transmissão do Troféu Promessas
Segundo a assessoria de imprensa do evento, serão premiados os destaques da música gospel do ano de 2010 e 2011. O Troféu homenageará também um cantor(a) já pré-selecionado(a) pelo Comitê Organizador. Nesta primeira edição do evento, os cantores concorrem em nove categorias: Melhor Grupo, Melhor Ministério de Louvor, Melhor Cantor, Melhor Cantora, Artista Revelação, Melhor Música, Melhor DVD/BluRay, Melhor CD e Melhor Evento.
Fonte: Assessoria de Imprensa
ISENÇÃO DE IMPOSTO
Deputado propõe benefício para Igrejas com transparência nas contas
O deputado Audifax Barcelos (PSB-ES) protocolou o PLC (Projeto de Lei Complementar) 65/11 que regulamenta a isenção fiscal às religiões e concede o benefício somente aos templos que apresentarem transparência em sua contabilidade. Pela proposta, os templos deverão registrar com “exatidão” em livros ou em meios digitais suas receitas e despesas.
O PLC determina que as igrejas não poderão “distribuir [a terceiros] qualquer parcelas de seu patrimônio ou de sua renda a qualquer título”. No caso de a religião ser extinta, seu patrimônio – incluindo os templos -- será doado a outra entidade religiosa que atenda aos requisitos da lei.
As religiões ficarão também obrigadas a aplicar seus recursos no Brasil de acordo com os objetivos registrados em seu estatuto ou contrato social.
O PLC define como templo todo “edifício ou o terreno dedicado ao culto religioso, todo o patrimônio imóvel, as edificações que permitam, direta ou indiretamente, a realização, a manutenção ou a extensão das atividades religiosas”.
Barcelos afirmou que decidiu apresentar o PLC porque existem pessoas que se aproveitam da isenção fiscal para obter vantagens pessoais. “Elas tentam ocultar a ocorrência de fatos gerados de obrigações tributárias, mediante a utilização indevida de aparato religioso, visando a confundir a autoridade fiscal”.
Para ser votado no plenário, o PLC terá de obter parecer favorável nas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, além de sobrevir ao poderoso lobby no parlamento das religiões.
Fonte: Paulopes
Empreendimento
A loja da rede de supermercados Cidade em construção entre as ruas Benjamin Constant e Princesa Isabel (antigo Palácio da Folia) deverá ficar pronta até o final do ano. Vai explorar um sistema alternativo para atender ao consumidor e o pequeno varejo. O supermercadista Maximiliano Andrade de Mendonça acredita que a nova loja, com 6.700 metros quadrados e com estacionamento para 140 carros, atenderá a necessidade do consumidor.
Jornal de Fato
A loja da rede de supermercados Cidade em construção entre as ruas Benjamin Constant e Princesa Isabel (antigo Palácio da Folia) deverá ficar pronta até o final do ano. Vai explorar um sistema alternativo para atender ao consumidor e o pequeno varejo. O supermercadista Maximiliano Andrade de Mendonça acredita que a nova loja, com 6.700 metros quadrados e com estacionamento para 140 carros, atenderá a necessidade do consumidor.
Jornal de Fato
terça-feira, 12 de julho de 2011
Igrejas endurecem regras para casamento
Para se casar hoje em uma tradicional igreja católica, não basta à noiva dizer o “sim”. Em alguns casos, é preciso ir a 12 missas, com visto de presença dado pelo padre, pagar multa por atraso e deixar de lado canções hollywoodianas.
Por respeito à religião ou para coibir excessos, ao menos 11 igrejas na capital e no interior, entre as mais procuradas para casamentos, criaram restrições na cerimônia.
Uma máxima entre as paróquias é quebrar uma tradição: o atraso da noiva.
Ao menos três igrejas exigem dinheiro ou cheque-caução. Caso a noiva respeite o horário, o valor é devolvido.
É o caso do Mosteiro de São Bento, no centro da capital, e da catedral e da Nossa Senhora de Fátima (Estigmatinos), em Ribeirão.
Na catedral, a medida parece ter surtido efeito. Segundo o padre Francisco Zanardo Moussa, todos os cheques-caução (de R$ 800) foram devolvidos, porque as noivas foram pontuais.
“Antes, já houve atrasos de até 40 minutos. Prejudica a própria celebração”, diz.
Outras regras são para preservar prédios históricos. “Já tivemos decorador que usou pregos nos bancos centenários para fixar arranjos”, disse a cerimonialista Alessandra Paciullo, responsável pelos eventos no mosteiro.
Velas em arranjos nos corredores foram proibidas na Igreja Matriz do Bom Jesus da Cana Verde, em Batatais, para evitar danos aos quadros de Candido Portinari.
A igreja criou “uma lista enorme de regras”, segundo palavras do próprio padre Pedro Ricardo Bartolomeu.
Uma delas antecede a cerimônia. Além do curso de noivos, o casal deve assistir a 12 missas-o padre carimba o papel ao final. “Uma obrigação do cristão é a missa dominical. Não é exagero, é questão de compromisso.”
Músicas de filmes ou novelas são criticadas. O mosteiro na capital só permite canções sacras ou clássicas.
E o veto vai além. Na Cruz Torta, no Alto de Pinheiros, o padre Renato Cangianelli proibiu a canção “Also Sprach Zarathustra”, mais conhecida pelo filme “2001: Uma Odisseia no Espaço”.
“Sempre coloco a música aos noivos e pergunto do que se lembram. Todos dizem: macacos.”
Algumas das regras “cortam” o sonho de noivas como de Carla Borges Oliveira, 32, que planejava um número maior de padrinhos (leia texto abaixo).
PROFANO
Outra tradição, a de jogar arroz nos noivos, é vista como superstição.
“Deve-se separar o sagrado do profano. Além de superstição, é jogar alimento no chão”, afirma o padre André Batista de Oliveira, do Mosteiro de Nossa Senhora do Divino Espírito Santo, de estilo gótico, em Claraval (MG).
A veste sensual das madrinhas já provocou alvoroço na igreja Nossa Senhora do Brasil, uma das “top” paulistanas. “Por causa da moda, as pessoas perdem a noção de que estão em um local religioso”, defende o padre Michelino Roberto.
Para as esquecidas, há echarpes de diferentes cores disponíveis na igreja.
Segundo os religiosos, cabe a cada diocese ou arquidiocese criar regras para casamentos em suas paróquias.
Fonte: Folha de São Paulo / Folha Gospel
Estudantes decidem desocupar Dired em Mossoró
Os jovens comunicaram ainda que foi marcada uma reunião com o secretário-chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso, às 16h30 de hoje, quando será discutida a formalização da pauta de reivindicações. Segundo o Comem, o Governo do Estado declarou que aceita algumas das propostas, mas não oficializou por escrito o cumprimento dessas medidas.
Os estudantes ocupavam a 12ª Dired há 27 dias. E garantem: o acampamento na Governadoria começa sem prazo para acabar. Eles afirmam também que há um início de interação para mobilização em outras cidades, principalmente Pau dos Ferros.
Jornal O Mossoroense
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Assembleia muda resolução sobre o modo de se vestir e que ver
O Mensageiro da Paz, publicação oficial da Assembleia de Deus, divulgou as principais orientações da resolução, cada uma delas com a menção do trecho da Bíblia que lhe deu origem e respaldo.
Assim, as igrejas têm de se abster de:
1 – Ter os homens cabelos crescidos, bem como fazer cortes extravagantes, bem como o uso de brincos.
Para a AD, tal proibição está expressa em 1 Coríntios 11.14-15: “Ou não vos ensina a mesma natureza que é desonra para o varão ter cabelo crescido? Mas ter a mulher cabelo crescido lhe foi dado em lugar de véu”.
2 – Mulheres que usem roupas que são peculiares aos homens e vestimentas indecentes e indecorosas, ou sem modéstias.
Os pastores evocaram, nesse caso, 1 Timóteo 2.9,10: “Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos, mas com boas obras”.
3 – Uso exagerado de pintura e maquiagem – unhas, tatuagens e cabelos.
Tais restrições estão em dois trechos da Bíblia – sempre de acordo com a interpretação dos pastores. Um dos trechos é o Lv 19.28,2: “Não façam cortes no corpo por causados mortos, nem tatuagens em si mesmos.”.
4 – “Uso de cabelos curtos em detrimento da recomendação bíblica.”
Trata-se de uma referência a 1 Coríntios 11.6, 15, que diz: (6) Portanto, se a mulher não se cobre com véu, tosquie-se também. Mas, se para a mulher é coisa indecente tosquiar-se ou rapar-se, que ponha o véu. (7) O homem, pois, não deve cobrir a cabeça, porque é a imagem e glória de Deus, mas a mulher é a glória do homem. (8) Porque o homem não provém da mulher, mas a mulher do homem. (9) Porque também o homem não foi criado por causa da mulher, mas a mulher por causa do homem. (10) Portanto, a mulher deve ter sobre a cabeça sinal de poderio, por causa dos anjos. (11) Todavia, nem o homem é sem a mulher, nem a mulher sem o homem, no Senhor. (12) Porque, como a mulher provém do homem, assim também o homem provém da mulher, mas tudo vem de Deus. (13) Julgai entre vós mesmos: é decente que a mulher ore a Deus descoberta? (14) Ou não vos ensina a mesma natureza que é desonra para o homem ter cabelo crescido? (15) Mas ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso, porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu.
5 – Mau uso dos meios de comunicação: televisão, internet, rádio, telefone.
Essa orientação foi extraída de dois trechos, o 1 Coríntios 6.12 (“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.”) e o Fp. 4.8 (Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.)
A resolução diz que caberá aos pastores indicar aos fiéis sobre o que podem ver na TV. Alguns deles simplesmente proíbem a compra de aparelho de televisão.
6. Uso de bebidas alcoólicas e embriagantes (Pv 20.1; 26.31; 1, Co 6.10; Ef. 5.18).
Esse último, por exemplo, diz: “Não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito.”
Na ratificação da resolução, houve pelo menos uma sutil modificação, mas que faz diferença quanto o uso de pintura e maquiagem e à utilização dos meios de comunicação. A palavra “proibição” foi substituída por “recomendação”.
A Assembleia de Deus tem mais de 22 milhões de seguidores no Brasil. Trata-se, a rigor, de um conglomerado de “religiões” que rumam no mesmo sentido, mas com uma razoável independência umas em relações às outras.
Isso significa, entre outras coisas, que as decisões da Convenção Geral como estas de usos e costumes sejam adotadas com muita flexibilidade, até por causa de suas contradições.
Algumas dessas contradições são, por exemplo, a proibição por alguns templos aos fiéis de não possuírem TV, embora pastores da mesma denominação tenham programas de televisão. Ou ainda o veto ao uso de calça cumprida na escola, mas não no ambiente de trabalho. Todas as igrejas proíbem o uso de barba, mas algumas delas liberam o bigode.
A resolução ainda deixa para a mulher uma grande carga e responsabilidade de seus atos e atenua a dos homens. Um exemplo é que mulher não pode usar roupa que delineia o seu corpo de mulher, porque, se assim fizer, ela terá de assumir a responsabilidade pelo pecado não só de sua ousadia, mas também pelo desejo dos outros.
Fonte: Pavablog
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