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terça-feira, 28 de junho de 2011

Encontro das MULHERES

Será a manhã em nossa igreja mais um encontro das mulheres. Eu estarei pregando sobre o Tema: O Que Tens Ofertado ao Senhor?
Vamos Convidar mulheres para ouvirem a Plavra de Deus.
Culto no Parque Universitário.

Sábado teremos o II culto no Parque Universitário. Toda igreja deve esta presente. Vamos convidar os moradores na parte da tarde e o culto será a noite no local onde continuaremos o trabalho da Fé naquele bairro. Oremos por esse trabalho.

Suplicy quer maquiar PL 122 e tirar imagem ruim de projeto
  A senadora Marta Suplicy disse neste domingo, antes do início da Parada do Orgulho LGBT em São Paulo, que algumas mudanças devem ser feitas no Projeto de Lei (PL) 122, que criminaliza a homofobia. Segundo ela, a ideia é repensar o nome do projeto para fazer com que seu conteúdo seja aprovado.
   “Estou tentando fazer um acerto para que não tenhamos tantos opositores [ao projeto], mesmo que isso acarrete em algumas mudanças que não são boas. Estamos pensando em como fazer passar o conteúdo do [PL] 122, sem o [número] 122”, disse.
    Segundo a senadora, a mudança do nome ajudaria a tirar a “imagem demonizada” que foi associada ao projeto. “O nome ficou muito complicado de se aprovar, o que, no conteúdo, não é mais complicado. Temos um conteúdo mais ou menos acordado. O que está difícil de acordar é o que fazemos com esse número, porque demonizaram tanto que eles não sabem o que fazer agora para dizer que o demônio não é mais demônio”, declarou Marta Suplicy, referindo-se aos opositores do projeto. No conteúdo, a senadora explicou que a principal mudança prevista será no texto do Artigo 20 do PL. “Antes era bem complexo. Conseguimos um meio termo”, disse.
   A senadora também comentou a demora na tramitação da matéria no Congresso nacional. “Se formos pensar, foram 16 anos para se ter no país uma possibilidade real de cidadania para a comunidade LGBT [referindo-se à aprovação no Supremo Tribunal Federal do casamento entre pessoas do mesmo sexo]. E não foi o Congresso Nacional que aprovou. O Congresso Nacional, nesses 16 anos, se apequenou, se acovardou e não fez nada em relação à comunidade LGBT”, declarou a senadora.
    Para que o projeto seja aprovado, ela acredita que a luta não deve se concentrar na tentativa de convencer a bancada religiosa a mudar suas convicções, mas em atrair uma parte do Congresso Nacional que ainda não se manifestou sobre o PL 122. “É essa parcela do Congresso Nacional que tem que ser conquistada”.
    A aprovação do projeto de lei é o principal tema da 15ª Parada do Orgulho LGBT que ocorreu hoje, 26, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Fonte: JB Online

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Manchester United pede ajuda a pastor

Objetivo do Clube é que seus jogadores, ao serem instruídos nos princípios bíblicos, não se envolvam em escândalos
Manchester United pede ajuda a pastor
O técnico do Manchester United, Alex Ferguson, contratou um pastor para integrar sua comissão técnica. A finalidade é que o pastor pregue os valores e princípios morais contidos na Bíblia aos seus jogadores e assim, evitar, por exemplo, que os atletas se envolvam em casos extraconjugais, como aconteceu recentemente com Ryan Giggs e Wayne Rooney.
O pastor batista John Boyers já trabalha no clube como capelão desde 1992 ensinandoo grupo sobre situações que podem ocorrer ao longo de suas vidas e como podem lidar com elas. Assuntos como ética, amizade, luto, bullying, preconceito e racismo são abordados pelo reverendo e agora dentre seus encargos, também promoverá aulas de ética sexual.
“Tento ajudá-los a se prepararem para a vida adulta. Também dou apoio pastoral e trabalho valores espirituais em todo o clube. As pessoas confiam em mim, se abrem e falam comigo sobre suas vidas e problemas. Tivemos muitas situações no clube que vão desde envolvimento com drogas, escândalos financeiros a problemas de comportamento. Casos que mostraram o valor real de termos uma capelania.”, explica o pastor.
Um funcionário do clube afirma a importância de os jogadores receberem orientação bíblica e contarem com alguém que os ajude. “O pastor John é um membro altamente respeitado pela equipe e ajuda muito nossos jogadores mais jovens a seguirem o caminho certo. Lidar com a fama e tudo o que vem com ela não é fácil. É bom tê-lo entre nós”.

Fonte: Daily Star / Redação CPAD News
 

Secularismo pode ameaçar mais que o Islã

O avanço na sociedade da ideia de que o destino do homem independe da religião, ou seja, o secularismo, ameaça mais o cristianismo do que a expansão do Islã. É o que acham 71% de 2.200 líderes evangélicos de 166 países ouvidos para uma pesquisa pelo Fórum Pew Research Center sobre Religião e Vida Pública.
Para esses líderes, o Islã ocupa a quarta posição no ranking de fatores que podem minar o cristianismo. Em segundo lugar está o consumismo e, em terceiro, o sexo e a violência na cultura pop.
A pesquisa foi realizada no ano passado durante um congresso de pastores e as suas conclusões foram agora divulgadas.
Os evangélicos norte-americanos foram os mais pessimistas: 82% deles acham que estão perdendo influência na sociedade.
Em contrapartida, houve, entre os líderes de todos os países, forte convergência em várias questões. Exemplos: 98% afirmaram ser a Bíblia a palavra de Deus e 96% disseram que o cristianismo é a única fé verdadeira, a que conduz o fiel ao céu e à vida eterna.
Também houve quase unanimidade quanto ao aborto: 96% afirmaram ser uma prática usualmente errada ou quase sempre. Foi expressiva a concordância sobre a homossexualidade: 84% deles afirmaram que a sociedade deve desencorajá-la.
Mais convergência: 88% rejeitam a teoria da evolução de Darwin, 75% concordam que mulheres sejam pastoras, 84%  acreditam que devem expressar sua opinião política, 73% consideram prioridade evangelizar pessoas não religiosas e  53% assinaram que os muçulmanos merecem mais atenção quanto à evangelização.
Metade dos líderes respondeu que a Bíblia deve ser lida literalmente. Para 49% deles, uma pessoa pode ser moralmente boa mesmo não acreditando em Deus.
Os evangélicos também se mostrarem divididos na questão de álcool: 52% responderam que o seu consumo é incompatível com uma boa religiosidade, contra 42% que aceitam socialmente a bebida.


Fonte: Paulopes, via The Pew Forum on Religion & Public Life.

domingo, 26 de junho de 2011


Compaixão
Compaixão é o amor do crente em ação
De Deus – Êx. 3:7; Dt. 30:3
De Cristo – Hb. 5:2 e 7
Somos exortados a agirmos com compaixão (Rm. 12:15; 1 Pe. 3:18).

Por que devemos agir com compaixão
Por causa da compaixão de Deus (Mt. 13:27-33).
Por causa das nossas fraquezas ( Hb. 5:2).
Deus fez os ímpios terem compaixão dos crentes (Sl. 106:46).
Promessas àqueles que a demonstrarem (PV. 19:17).

Para quem Devemos manifestar compaixão?
Aos cansados e sobrecarregados pelo pecado (Mt. 11:28-30)
Aos fracos na fé (Is. 40:11 com Mt. 12:20).
Aos enfermos MT. 14:14).
Aos pecadores que perecem (Mt. 9:36; Lc. 19:41)

Exemplos a ser seguido
A filha de Faraó – Êx. 2:6.
O Bom samaritano – Lc. 10: 33-34.
Os Bárbaros – At. 28:2


Mensagem Pregada Hoje a noite.

Igreja Pintada

Hoje pela manhã pintamos as paredes internas do nosso local de culto. Agradeço a: Ramon, Vieira, Kleber, Marcos, Lino, Francimar, Lucas Aloisio e Leandro. Deus os abençoe.
Igreja Nas Ruas

Na sexta passada saímos para evangelizar e fizemos o trabalho em um "conjunto" feito pela Prefeitura antes da I Etapa do Vingt Rosado.
Na sexta que vem daremos inicio ao trabalho na II etapa. Que Deus Continue sendo conhecido.








Meus Parabéns!

Dou  aqui o meu parabéns a Reinaldo Azevedo, colunista da Revista Veja. Ele argumentou muito bem o texto preconceituoso e sem fundamentação de Gilberto Dimenstein.
Aconselho que todos leiam. Um abraço.

Sensacional esse Texto. Vale a pena ler!

O TEXTO PRECONCEITUOSO DE GILBERTO DIMENSTEIN CONTRA OS EVANGÉLICOS

Gilberto Dimenstein, para manter a tradição — a seu modo, é um conservador, com sua mania de jamais surpreender — , resolveu dar mais uma contribuição notável ao equívoco ao escrever hoje na Folha Online sobre a Marcha para Jesus e sobre a parada gay. Segue seu texto em vermelho. Comento em azul.
São Paulo é mais gay ou evangélica?
Sem qualquer investimento voluntário na polissemia, é um texto tolo de cabo a rabo; do título à última linha. São Paulo nem é “mais gay” nem é “mais evangélica”. Fizesse tal consideração sentido, a cidade é “mais heterossexual” e “mais católica”, porque são essas as maiorias, embora não-militantes. Ora, se a diversidade é um dos aspectos positivos da cidade, como sustenta o articulista, é irrelevante saber se a cidade é “mais isso” ou “mais aquilo”, até porque não se trata de categorias excludentes. Se número servisse para determinar o “ser” da cidade — e Dimenstein recorre ao verbo “ser” —, IBGE e Datafolha mostram que os cristãos, no Brasil, ultrapassam os 90%.
Como considero a diversidade o ponto mais interessante da cidade de São Paulo, gosto da idéia de termos, tão próximas, as paradas gay e evangélica tomando as ruas pacificamente. Tão próximas no tempo e no espaço, elas têm diferenças brutais.
Nessas poucas linhas, o articulista quer afastar a suspeita de que seja preconceituoso. Está, vamos dizer assim, preparando o bote. Vamos ver.
Os gays não querem tirar o direito dos evangélicos (nem de ninguém) de serem respeitados. Já a parada evangélica não respeita os direitos dos gays (o que, vamos reconhecer, é um direito deles). Ou seja, quer uma sociedade com menos direitos e menos diversidade.
Está tudo errado! Pra começo de conversa, que história é essa de que “é um direito” dos evangélicos “não respeitar” os direitos dos gays? Isso é uma boçalidade! Nenhum evangélico reivindica o “direito” de “desrespeitar direitos” alheios. A frase é marota porque embute uma acusação, como se evangélicos reivindicassem o “direito” de desrespeitar os outros.
Agora vamos ver quem quer tirar o direito de quem. O tal PLC 122, por exemplo, pretende retirar dos evangélicos — ou, mais amplamente, dos cristãos — o direito de expressar o que  suas respectivas denominações religiosas pensam sobre a prática homossexual. Vale dizer: são os militantes gays (e não todos os gays), no que concerne aos cristãos, que “reivindicam uma sociedade com menos direitos e menos diversidade”. Quer dizer que a era da afirmação das identidades proibiria cristãos, ou evangélicos propriamente, de expressar a sua? Mas Dimenstein ainda não nos ofereceu o seu pior. Vem agora.
Os gays usam a alegria para falar e se manifestar. A parada evangélica tem um ranço um tanto raivoso, já que, em meio à sua pregação, faz ataques a diversos segmentos da sociedade. Nesse ano, um do seus focos foi o STF.
Milhões de evangélicos se reuniram ontem nas ruas e praças, e não se viu um só incidente. A manifestação me pareceu bastante alegre, porém decorosa. Para Dimenstein, no entanto, a “alegria”, nessa falsa polarização que ele criou entre gays e evangélicos, é monopólio dos primeiros. Os segundos seriam os monopolistas do “ranço um tanto raivoso”. Ele pretende evidenciar o que diz por meio da locução conjuntiva causal “já que”, tropeçando no estilo e no fato.  A marcha evangélica, diz, “faz ataques a diversos segmentos da sociedade” — neste ano, “o STF”. O democrata Gilberto Dimenstein acredita que protestar contra uma decisão da Justiça é prova de ranço e intolerância, entenderam? Os verdadeiros democratas sempre se contentam com a ordem legal como ela é. Sendo assim, por que os gays estariam, então, empenhados em mudá-la? No fim das contas, para o articulista, os gays são naturalmente progressistas, e tudo o que fizerem, pois, resulta em avanço; e os evangélicos são naturalmente reacionários, e tudo o que fizerem, pois, resulta em atraso. Que nome isso tem? PRECONCEITO!
Por trás da parada gay, não há esquemas políticos nem partidários.
Bem, chego a duvidar que Gilberto Dimenstein estivesse sóbrio quando escreveu essa coluna. Não há?
Na parada evangélica há uma relação que mistura religião com eleições, basta ver o número de políticos no desfile em posição de liderança.
Em qualquer país do mundo democrático, questões religiosas e morais se misturam ao debate eleitoral, e isso é parte do processo. Políticos também desfilam nas paradas gays, como todo mundo sabe.
Isso para não falar de muitos personagens que, se não têm contas a acertar com Deus, certamente têm com a Justiça dos mortais, acusados de fraudes financeiras.
Todos sabem que o PT é o grande incentivador dos movimentos gays. Como é notório, trata-se de um partido acima de qualquer suspeita, jamais envolvido em falcatruas, que pauta a sua atuação pelo mais rigoroso respeito às leis, aos bons costumes e à verdade.
Nada contra –muito pelo contrário– o direito dos evangélicos terem seu direito de se manifestarem. Mas prefiro a alegria dos gays que querem que todos sejam alegres. Inclusive os evangélicos.
Gilberto Dimenstein precisa estudar o emprego do infinitivo flexionado. A inculta e bela virou uma sepultura destroçada no trecho acima. Mas é pior o que ele diz do que a forma como diz. Que história é essa de “nada contra”? Sim, ele escreve um texto contra o direito de manifestação dos evangélicos. O fato de ele negar que o faça não muda a natureza do seu texto. Ora, vejam como os militantes gays são bonzinhos — querem que todos sejam alegres —, e os evangélicos são maus: pretendem tolher a livre manifestação do outro. SÓ QUE HÁ UMA DIFERENÇA QUE A ESTUPIDEZ DO TEXTO DE DIMENSTEIN NÃO CONSIDERA: SÃO OS MILITANTES GAYS QUE QUEREM MANDAR OS EVANGÉLICOS PARA A CADEIA, NÃO O CONTRÁRIO. São os movimentos gays que querem rasgar o Artigo 5º da Constituição, não os evangélicos.
Civilidade é a diversidade. São Paulo, portanto, é mais gay do que evangélica.
Hein??? A conclusão, obviamente, não faz o menor sentido nem decorre da argumentação. Aquele “portanto” dá a entender que o autor demonstrou uma tese. Bem, por que a conclusão de um texto sem sentido faria sentido? Termina tão burro e falacioso como começou.
Texto publicado originalmente às 16h48 desta sexta
Por Reinaldo Azevedo