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terça-feira, 31 de julho de 2012

EM BUSCA DOS VALORES PERDIDOS


Por Kristian Cavalcanti
Olá, meu nome é Sociedade. Eu sou muito grande, moderna e conectada ultimamente, mas, confesso, estou um pouco entristecida. Sabe, eu acho que perdi algo muito importante e isso tem me incomodado. Eu tenho a impressão de que perdi alguns valores…
Eu me lembro de sempre conversar com a EDUCAÇÃO. Ela era tão gentil e simpática. Sempre me cumprimentava pela manhã. Quando me via na rua, logo dizia: “bom dia!”, “como está você?”. Uma vez, enquanto eu estava na fila do banco, vi o OPORTUNISMO lhe oferecendo uma vaga bem próxima ao guichê de atendimento, mas, respeitosamente, ela respondeu-lhe com um “não, muito obrigado. Eu prefiro esperar a minha vez!”. Ah, como sinto saudade da educação…
Vocês conheceram a GENTILEZA? Como ela tem me feito falta! Era lindo vê-la pelas ruas das cidades quando alguém buscava atravessar em uma faixa de pedestre. Mais bonito ainda era quando ela se levantava de seu assento, mesmo cansada pelas lutas da lida, e deixava uma simpática idosa se sentar. Gentileza, por onde tem andado? Apareça. Sinto sua falta!
E a HONESTIDADE, alguém se lembra? Nossa, essa não vejo há muito tempo. O interessante é que eu não posso viver sem ela, pois, se assim for, me torno uma baderna. Talvez, por isso eu esteja tão perdida ultimamente. Ouço falar dela em alguns momentos, mas logo não escuto mais nem o seu nome. Esses dias, disseram-me que ela encontrou muita RIQUEZA perdida na rua, mas esta riqueza já pertencia a alguém. Fiquei espantada quando, no fim da história, fiquei sabendo que ela devolveu toda a riqueza ao seu dono. É, lá estava a HONESTIDADE para me surpreender mais uma vez. Pena que esta foi apenas a única vez que ouvi falar dela durante todo este ano.
Em contrapartida, algumas pessoas disseram que eu ganhei muitas coisas. Lembraram-me que fiquei mais RICA, VAIDOSA, TRABALHADORA, FAMOSA e INTELIGENTE, nas últimas décadas, mas, sinceramente, nem a prata e o ouro; nem a vaidade e as novas tecnologias da beleza; nem o trabalho incessante, a ganância e o materialismo; nem a fama e o glamour, e muito menos a capacidade intelectual, puderam suprir a falta que estes valores perdidos me fazem.
Mas daquele que mais sinto saudades é do AMOR. Ah, como ele era importante para mim. Ele nasceu antes de mim. Dizem que se hoje eu estou viva foi porque ele sempre foi presente em mim. Talvez seja porque todos nasceram dele, ou porque sem ele não há vida. Sempre ouvi falar que ele é o pai da EDUCAÇÃO, da GENTILEZA e, também, da HONESTIDADE. Às vezes, me confundo e o chamo por outro nome: DEUS. Ah, mas no fundo eles são iguais, ou melhor, são, na verdade, a mesma pessoa. Sem Ele não consigo continuar, confesso. Me sinto tão ligada à Ele que não consigo ver um bom futuro para mim longe de seu abrigo. Óh, que dor eu sinto de saber que tenho me afastado dEle nas últimas décadas. Eu preciso voltar…
Assim, vou seguindo em busca dos valores que perdi, mas que, certamente, com a ajuda de todos, reencontrarei. Ajudem-me, pois, se pararem para pensar, estarão ajudando unicamente a vocês. VOCÊ é UM, NÓS somos EU.
***
Kristian Cavalcanti é músico, compositor e irmão em Cristo, via facebook.

EM BUSCA DOS VALORES PERDIDOS


Por Kristian Cavalcanti
Olá, meu nome é Sociedade. Eu sou muito grande, moderna e conectada ultimamente, mas, confesso, estou um pouco entristecida. Sabe, eu acho que perdi algo muito importante e isso tem me incomodado. Eu tenho a impressão de que perdi alguns valores…
Eu me lembro de sempre conversar com a EDUCAÇÃO. Ela era tão gentil e simpática. Sempre me cumprimentava pela manhã. Quando me via na rua, logo dizia: “bom dia!”, “como está você?”. Uma vez, enquanto eu estava na fila do banco, vi o OPORTUNISMO lhe oferecendo uma vaga bem próxima ao guichê de atendimento, mas, respeitosamente, ela respondeu-lhe com um “não, muito obrigado. Eu prefiro esperar a minha vez!”. Ah, como sinto saudade da educação…
Vocês conheceram a GENTILEZA? Como ela tem me feito falta! Era lindo vê-la pelas ruas das cidades quando alguém buscava atravessar em uma faixa de pedestre. Mais bonito ainda era quando ela se levantava de seu assento, mesmo cansada pelas lutas da lida, e deixava uma simpática idosa se sentar. Gentileza, por onde tem andado? Apareça. Sinto sua falta!
E a HONESTIDADE, alguém se lembra? Nossa, essa não vejo há muito tempo. O interessante é que eu não posso viver sem ela, pois, se assim for, me torno uma baderna. Talvez, por isso eu esteja tão perdida ultimamente. Ouço falar dela em alguns momentos, mas logo não escuto mais nem o seu nome. Esses dias, disseram-me que ela encontrou muita RIQUEZA perdida na rua, mas esta riqueza já pertencia a alguém. Fiquei espantada quando, no fim da história, fiquei sabendo que ela devolveu toda a riqueza ao seu dono. É, lá estava a HONESTIDADE para me surpreender mais uma vez. Pena que esta foi apenas a única vez que ouvi falar dela durante todo este ano.
Em contrapartida, algumas pessoas disseram que eu ganhei muitas coisas. Lembraram-me que fiquei mais RICA, VAIDOSA, TRABALHADORA, FAMOSA e INTELIGENTE, nas últimas décadas, mas, sinceramente, nem a prata e o ouro; nem a vaidade e as novas tecnologias da beleza; nem o trabalho incessante, a ganância e o materialismo; nem a fama e o glamour, e muito menos a capacidade intelectual, puderam suprir a falta que estes valores perdidos me fazem.
Mas daquele que mais sinto saudades é do AMOR. Ah, como ele era importante para mim. Ele nasceu antes de mim. Dizem que se hoje eu estou viva foi porque ele sempre foi presente em mim. Talvez seja porque todos nasceram dele, ou porque sem ele não há vida. Sempre ouvi falar que ele é o pai da EDUCAÇÃO, da GENTILEZA e, também, da HONESTIDADE. Às vezes, me confundo e o chamo por outro nome: DEUS. Ah, mas no fundo eles são iguais, ou melhor, são, na verdade, a mesma pessoa. Sem Ele não consigo continuar, confesso. Me sinto tão ligada à Ele que não consigo ver um bom futuro para mim longe de seu abrigo. Óh, que dor eu sinto de saber que tenho me afastado dEle nas últimas décadas. Eu preciso voltar…
Assim, vou seguindo em busca dos valores que perdi, mas que, certamente, com a ajuda de todos, reencontrarei. Ajudem-me, pois, se pararem para pensar, estarão ajudando unicamente a vocês. VOCÊ é UM, NÓS somos EU.
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Kristian Cavalcanti é músico, compositor e irmão em Cristo, via facebook.

Casal negro é impedido de casar em igreja nos EUA


publicado originalmente no Extra
Um casal negro dos EUA foi impedido de casar na igreja em que frequentavam no estado do Mississippi, revelou na noite de domingo a rede americana CNN. Charles Wilson e a mulher, Te’Andrea, foram obrigados a mudar a data do casamento por reclamações dos fiéis em relação a sua cor de pele.
- Por sermos negros, alguns membros da congregação ficaram irritados e decidiram que nenhum casal negro deveria se casar naquela igreja – disse Wilson à CNN. – Tudo que queríamos era nos tornarmos marido e mulher sob os olhos de Deus na igreja que nós sentíamos queridos. O que há de errado nisso?
Wilson e sua mulher planejavam se casar neste mês na Primeira Igreja Batista, de Crystal Springs, no Mississippi, mas foram obrigados a adiar a festa na última hora. O pastor, Stan Weatherford, fez o pedido porque alguns membros da congregação não queriam a cerimônia na igreja, informou uma afiliada da CNN na região. Os dois foram obrigados então a se casar em uma igreja próxima, já que estava muito em cima da hora para desmarcar a festa.
- Eu não queria criar controvérsias dentro da igreja, e não queria que isto afetasse o casamento de Charles e Te’Andrea. Queria assegurar que o casamento deles seria um dia especial – disse o pastor, acrescentando que a proibição é algo inédito na congregação.
Muitos frequentadores da mesma igreja que os Wilson se mostraram surpresos com a notícia revelada pela CNN, e alguns chegaram a se desculpar.


Pavablog

sábado, 28 de julho de 2012

Billy Graham aponta decadência moral dos EUA e compara país a Sodoma e Gomorra

Evangelista aponta que norte-americanos elegeram a tecnologia e o sexo como falsos deuses
por Jussara Teixeira

Billy Graham aponta decadência moral dos EUA e compara país a Sodoma e GomorraBilly Graham aponta decadência moral dos EUA e compara país a Sodoma e Gomorra
O evangelista Billy Graham, considerado um dos maiores pregadores deste século, escreveu um artigo no site da Associação Evangelística Billy Graham em que comenta o atual cenário da sociedade norte-americana. Segundo ele, os padrões morais da América estão em franca decadência ao mesmo tempo em que as pessoas elegeram a tecnologia e o sexo como seus falsos deuses.
Citando os abortos realizados de forma legal no país, ele diz: “os americanos são auto centrados e indulgentes consigo mesmos, arrogantes e não sentem nenhuma vergonha do pecado. Esses pecados são agora emblemas do estilo de vida americano”.
Comparando a sociedade norte-americana às cidades bíblicas de Sodoma e Gomorra, o evangelista cita uma passagem de Ezequiel, onde é descrito modo de vida das antigas cidades que depois foram destruídas por Deus.
“Ora, este foi o pecado de sua irmã Sodoma: Ela e suas filhas eram arrogantes, tinham fartura de comida e viviam despreocupadas; não ajudavam os pobres e os necessitados. (Ezequiel 16:49)”
Graham cita o episódio em que capelães cristãos em um local nos sul dos EUA que atuam em delegacias de policia receberam ordens de não mencionar mais o nome de Jesus em oração.
Reportagens veiculadas na televisão mostraram que em um evento promovido pela polícia a pessoa designada a orar dirigiu sua prece ao ‘ser da sala’. “A sociedade americana está se esforçando para evitar qualquer possibilidade de ofender alguém. Só não se importa de ofender a Deus”, avalia Graham, e completa: “quanto mais longe estamos de Deus, mais as espirais do mundo fogem do controle”.
Apesar de revelar que seu coração “dói pela América e pelas pessoas”, o pregador lembra a misericórdia de Deus e sua resposta ao arrependimento. Foi o que aconteceu quando Jonas foi para Nínive e proclamou a advertência de Deus, e as pessoas ouviram e se arrependeram de seus erros. “acredito que o mesmo possa acontecer em nossa nação”, prevê.
Billy Graham é um nome internacionalmente conhecido por ter pregado a palavra do Evangelho por todo o mundo, sendo visto por aproximadamente 210 milhões de pessoas.
Hoje com 93 anos, ainda se dedica ao evangelismo e o ministério está sendo realizado pela Associação Evangelística Billy Graham, agora sob o comando de seu filho Franklin Graham.

Os piores erros dos cantores evangélicos


Por Márcio de Souza

Como músico percebo muito a qualidade dos músicos da igreja, a melodia, a linha de baixo, o riff da guitarra e etc. Sendo assim, também não poderia deixar passar em branco o trabalho dos vocalistas. Enumero aqui alguns problemas com os cantores brasileiros à título de aprimoramento, uma critica construtiva.
Um dos erros mais comuns é a influência. Influência não significa plágio. Influencia é quando um músico admira um outro músico e começa a compor, cantar ou tocar “na linha” do admirado. Aqui, o que vemos é plágio. Todo homem canta igual ao André Valadão, Alex Gonzaga ou Kleber Lucas e toda mulher igual a Ana Paula Valadão, Cassiane ou Aline Barros. É desgastante ouvir plágio.O mundo evangélico precisa de originalidade. Tenha suas influencias, mas cultive seu próprio estilo.
Outro erro muito comum é a postura. A maioria dos cantores evangélicos se comportam como artistas e não como servos. A postura é a de um ídolo e não de um irmão que recebeu um talento. Isso é decisivo para a comunicação do Evangelho através da música. A forma como você conduz seu ministério contagia ou afasta pessoas de Cristo.
Achar que barulho é sinal de relevância. Alguns cantores acham que incitando o povo a fazer barulho, levando-os a histeria coletiva estarão promovendo um mover de Deus. Isso não é verdade. Barulho não é sinal de relevância. Nosso culto precisa ser racional, isso é, lógico. Precisa ser inteligível. A gritaria é extravasar de emoção e não sinal de espiritualidade.
Tratar irmãos e irmãs como fãs. Cantor evangélico não pode alimentar idolatria nas pessoas, mas precisa ser exemplo de simplicidade e serviço. Hoje, as notícias que temos são as piores. cantores que saem do “show” e rumam pro motel com suas fãs, cantores que esnobam as pessoas que querem conversar com eles e por aí à fora.
O erro clássico do cantor evangélico é negociar seu talento. Em nome da fama e do dinheiro ele deixa a gravadora mexer na essência de sua composição e até ditar a composição que ele deve gravar. Alguns chamam isso de profissionalismo, eu chamo de falta de personalidade. Além disso cobram cachês astronômicos para ministrar. Na minha igreja não tem vez… Se quiser, expõe o CD e o que vender, vendeu.
Pois é, esses são apenas alguns dos erros mais comuns entre os cantores evangélicos, existem muitos outros, mas resolvi expôr apenas esses.
E no mais, tudo na mais santa paz!
***
Márcio de Souza é pastor, escritor e blogueiro conscientizador no Púlpito Cristão

Por Ariovaldo Ramos
Em Mateus 16, do verso 13 ao 20, Jesus, enquanto caminhava para Cesaréia, aldeia ao norte da Galiléia, administrada por Filipe, perguntou aos seus discípulos sobre o que o povo pensava dele. Queria saber que identidade lhe atribuiam.
A gente sempre se relaciona com o outro a partir da identidade que lhe atribuimos, independente dessa identidade atribuída corresponder ou não com a identidade assumida pelo outro.
O povo atribuiu ao Senhor a identidade de profeta. É verdade que o compararam aos profetas mais contundentes que Israel já conheceu: Elias, Jeremias e João Batista. Mas profeta.
O povo errou, entretanto, Jesus não fez nenhum comentário.
O povo não sabia quem era Jesus, mas não se importava muito com isso, porque buscava o que Cristo lhes pudesse fazer, não, necessariamente, o que tivesse a lhes dizer. Tanto que Jesus teve de orientar os discípulos a ter sempre um barquinho à mão caso ele fosse comprimido pelo povo (Mc 3.9,10). Porque, como o povo percebera que bastava tocar em Jesus para ser curado, muitos arrojavam-se sobre ele para o tocar. Iam ao encontro de Jesus para buscar uma benção. De fato, ao invés de irem ao encontro de Jesus, iam-lhe de encontro. Jesus, então, foi obrigado a se proteger do povo que queria abraçar.
Acho que podemos chamar a esse ajuntamento de A Igreja da Multidão. A igreja que não sabe quem é Jesus, só sabe e só se importa em saber o que Jesus lhe pode fazer, como lhe pode ser útil.
Hoje, cada vez mais, há igrejas que parecem ter o mesmo perfil da multidão: sua mensagem acaba por incentivar um relacionamento utilitário com Jesus.
Em contrapartida há a Igreja dos Discípulos.
Pedro, à mesma pergunta, respondeu: Tu és o Cristo, o Filho do Deus Vivo. Resposta perfeita, porque diz que Jesus era o Messias esperado, mas era mais do que se esperava, pois aguardava-se o maior de todos os profetas (era o que criam os mestres de Israel na época), entretando, Deus mesmo veio em carne e osso para salvar a humanidade.
Essa Igreja sabe quem Jesus é. E o sabe porque o próprio Pai o revelou, como afirmou Jesus a Pedro. A Igreja dos Discípulos é a Igreja que o Pai deu para o Filho, porque pertence a ela aqueles a quem Jesus, pelo Pai, foi apresentado (Jo 6.44).
A Igreja dos Discípulos sabe que a única maneira de relacionar-se corretamente com Jesus é através da adoração. A um líder a gente segue; a um chefe a gente obedece; a um profeta a gente ouve; de um mestre a gente aprende; a Deus a gente adora. Essa é a Igreja que o Filho edifica, porque esta fica sobre a Pedra, que é Jesus reconhecido como Deus que veio em carne e osso para nos salvar.
E como nos ensinou o apóstolo Paulo, adorar a Jesus é imitá-lo (1 Co 11.1). E isso é fruto do desejo de ser igual a Jesus, e quanto mais a gente anda em direção a esse desejo, mais o Espírito Santo o torna realidade em nossas vidas (2 Co 3.18).
A Igreja da Multidão está à cata das bençãos. Do tipo que até o adversário pode dar.
A Igreja dos Discípulos está à cata das palavras de vida eterna; essas que só Jesus tem (Jo 6.68).
A Igreja da Multidão busca crescer a todo custo, e para isso lança mão de todo e qualquer esquema.
A Igreja dos Discípulos vai buscar as ovelhas de Cristo, as que reconhecerão a sua voz, para que haja um só rebanho e um só pastor (Jo 10.16); e, para isso insiste na exposição da verdade que liberta.
A Igreja da Multidão promete o fim do sofrimento e bençãos materiais.
A Igreja dos Discípulos promete a vida abundante e a ressurreição.
A Igreja da Multidão convoca indivíduos a serem individualistas: a terem tudo o que, pela fé, possam conseguir.
A Igreja dos Discípulos convoca indivíduos a serem pessoas comunitárias: a doarem tudo o que a fé, que liberta das posses, permite doar.
A Igreja da Multidão exorta as pessoas a desfrutarem o mundo.
A Igreja dos Discípulos exorta as pessoas a, irmanadas, transformarem o mundo.
A igreja dos Discipulos está querendo mais da vida de Jesus para, na vida, ser cada vez mais como Jesus.
Cada pessoa que se diz seguidora de Cristo; cada pessoa que se considera pregadora do evangelho; cada comunidade que se diz cristã precisa se submeter a esse gabarito, para descobrir de que referencial faz parte, ou de qual se aproxima mais: da Igreja da Multidão ou da Igreja dos Discípulos.
Todos seremos tentados a buscar o que busca a Igreja da Multidão, mas não nos esqueçamos: o tesouro é Cristo e, com ele, vem tudo o que precisamos para ser como ele: gente como gente deve ser.
No Reino de Deus Jesus é tudo em todos os súditos; e tudo o que os súditos do Reino querem ser é todo Jesus.
***
Fonte: Emeurgência
- Título Original: Multidão e discípulos: as duas igrejas da realidade

As muitas faces do Jesus moderno


Por Márcio de Souza

Com o evangelho fragmentado que está sendo pregado hoje em dia nos púlpitos brasileiros, fica difícil contabilizar quantos “jesus” existem disponíveis no mercado. Mas vou tentar fazer um esforço pra tentar descrever alguns deles.
Existe o “Jesus palhaço“, que serve bem para entreter o povo fazendo gracinhas no púlpito e promovendo o riso geral tira o foco da seriedade do Evangelho e o coloca na condição de falácia, e tenta transformar a igreja em um circo.
Existe o “Jesus salvador de alma“, que é aquele que só está preocupado com o porvir. Que se dane o hoje e os próximos 30 anos que você vai estar no Evangelho, o importante é salvar a alma! O corpo que padeça! O que importa é a pedrinha na coroa, esse Jesus transforma a igreja em um depósito de crentes e não se importa com qualidade de vida, mas despreza o aspecto social e apenas foca na “salvação da alma” como se isso fosse tudo. Queridos Jesus quer mais que isso, a salvação começa em vida!
Existe o “O Jesus asceta, que é venerado por monges – hoje em dia é representado por crentes que acham que para andar com Jesus é preciso abdicar de tudo que Deus criou para desfrutarmos, para sermos considerados santos.
O “Jesus Cristo superstar, a celebridade desiludida que uma vez pensou saber quem era, mas que se perdeu rumo ao Getsemani em uma crise de identidade.
O “Jesus pálido galileu, que o imperador Juliano, o apóstata, tentou mostrar como alguém frágil e apenas sobrenatural, quase um fantasma ao tentar reimplantar o culto pagão em Roma após Constantino. Representado hoje em dia por grupos que precisam de algo a mais do que o sacrifício de Jesus para obterem a benção. Dizem que em seu leito de morte em 363d.C Juliano disse: “Você venceu, galileu!” “Tu conquistaste ó pálido Galileu! Teu respirar deixou o mundo em sombras!”
Mas dentre todos eles, eu fico com o Filho do Deus Vivo, aquele que vive e reina para sempre, o caminho, a verdade e a vida. A porta das ovelhas, o pão da vida! A esse que é a personificação do Deus verdadeiro, a encarnação da bondade e em quem habita toda plenitude, a honra, a glória e o nosso louvor pelos séculos dos séculos!
E no mais, tudo na mais santa paz!
***
Márcio de Souza é colunista no Púlpito Cristão

Voltemos Ao Evangelho Puro e Simples
Valorizemos as pessoas e não o seu dinheiro.
Usemos as coisas e edifiquemos as pessoas.
Exaltemos somente e Jesus e não ao homem.
Acabemos com a politicagem gospel e os grande esforços para nos mantermos no poder.
Deixemos o Espírito Santo dá a direção a igreja e não os nossos interesses pessoais.
Acabemos com as reunião secretas que só objetivam denegrir a imegam de colegas de ministérios.
Tomemos dedecisões em prom do reino e abalizadas com oração e decisões que levam em consideração as interesses e as conveniências.
Deixemos de usar uns irmãos contra os outros.
Ouçamos os ideias e sugestões dos outros, pois na multidão de conselhos a sabedoria.
Nunca exaltemos mais a Bíblia do que a Jesus.
Nunca pensemos que os nossos pastores são infalíveis.
não permitamos que exista um ambiente de falsidade e hipocrisia na pasto cristão.
Cambatamos as decisões de cima para baixo. O autoritarismo e o abuso de poder.
Tenhamos a mente de Cristo e não deixemos ninguém pensar por nós.

"O evangelho é o poder de Deus..." (Rm. 1:16)                                                                                         Pr. Manoel França

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Assembleia de Deus quer eleger mais de 5.500 vereadores

Igreja que mais cresce no Brasil e com a maior representação na bancada evangélica do Congresso Nacional, a Assembleia de Deus prepara a sua ofensiva para as eleições municipais.


A expectativa da liderança deste grupo do movimento pentecostal é ter um vereador em cada uma das 5.565 cidades brasileiras.

Para alcançar o resultado, a igreja aposta em números revelados no recém-divulgado Censo 2010.
Dos 42 milhões evangélicos identificados pela pesquisa, 12 milhões são fiéis da Assembleia de Deus, que registrou um aumento de 4 milhões de pessoas em relação ao levantamento anterior do IBGE, de 2000.

A parcela populacional já encontrou ressonância política. Dos 76 deputados federais da Frente Parlamentar Evangélica, 24 são pastores, bispos ou seguidores engajados da Assembleia de Deus.

"Temos igrejas em 95% dos municípios e isso favorece a divulgação dos candidatos. Nosso projeto é ter um vereador em cada cidade do país", revela o pastor Lélis Washington Marinhos, presidente do conselho político nacional da Convenção Geral das Igrejas Assembleia de Deus no Brasil (CGIADB).

"No Estado de São Paulo, monitoramos 250 candidatos a vereador. Mas, além deles, muitos outros membros da igreja entraram na disputa sem o nosso conhecimento, por iniciativa própria."

As ações dos mais de 100 mil pastores da Assembleia de Deus espalhados pelo país estão subordinadas a duas organizações: a CGIADB, com sede em São Paulo, e a Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (Conamad), conhecida como Ministério de Madureira.

Este último nome é uma referência ao bairro da zona norte do Rio onde surgiu a igreja de Manoel Ferreira, presidente da convenção.

As duas entidades seguem a mesma doutrina religiosa. Na política, adotam estratégias eleitorais separadas, mas atuam em um só bloco no Congresso. O investimento em campanhas eleitorais é parte de uma transição em curso na Assembleia de Deus.

"A mentalidade mudou nos últimos 20 anos. Antigamente, ouvir rádio ou ver TV era considerado pecado. Hoje entendemos que são dois veículos extraordinários para a pregação do evangelho", avalia o pastor Abner Ferreira, um dos líderes da Convenção Nacional.




Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2012/07/assembleia-de-deus-quer-eleger-mais-de_23.html#ixzz21k1N8a3b
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Pastor não é Palhaço! – A necessidade da Reforma dos Púlpitos brasileiros


Por Alan Kleber
Sem sombra de dúvida, a Reforma Protestante do século XVI foi o maior reavivamento produzido pelo Espírito Santo em toda a história da Igreja de Cristo. Tudo começou pelo resgate da genuína pregação. Naqueles dias, poucos pregavam com fidelidade as Escrituras. Os sacerdotes, a maioria ignorantes, mal sabiam ler e escrever. No máximo decoravam a missa em latim. O povo, mergulhado em profundas trevas espirituais cegamente seguia o entretenimento supersticioso e idólatra do clero.
Quando Martinho Lutero, Ulrich Zwingli, João Calvino, John Knox e outros pastores começaram a pregar novamente a Palavra de Cristo, o povo que andava em trevas contemplou mais uma vez o brilho da luz. O Senhor promoveu um grande despertamento espiritual na Europa, levando países inteiros a abraçarem o Evangelho do Senhor Jesus Cristo.
A máxima protestante “Igreja Reformada, Sempre Reformando”, ainda hoje nos ensina que a verdadeira reforma consiste em sempre reavaliarmos a nossa fé e prática segundo os padrões estabelecidos pelas Escrituras. A nossa consciência, como disse Lutero, deve estar cativa à Palavra de Deus. A nossa pregação precisa ser clara e objetiva. Seu conteúdo: Jesus Cristo, e este crucificado (1 Co 2). Não há lugar para brincadeiras quando proclamamos o Reino de Deus.
Hermisten Maia falando sobre isso usou a seguinte ilustração: “Imagine um jovem entre muitos outros, ansiosamente procurando seu nome na lista afixada na parede da universidade. Ele busca saber se foi aprovado ou não no vestibular. De repente, surge um amigo com um sorriso largo no rosto e com braços abertos dizendo: – Você conseguiu! Você foi aprovado! O jovem começa a gritar e pular de alegria, dá um abraço apertado naquele amigo, ri, chora, comemora… Contudo, em meio a toda aquela euforia, seu ‘amigo’ diz: – É tudo brincadeira, não passou de uma piada; seu nome não consta entre os aprovados”. Como você reagiria a essa situação se fosse o vestibulando? Se você corretamente não admite brincadeiras com coisas sérias, será que o Evangelho, que envolve vida e morte eternas seria passível de brincadeiras, de gracinhas ou palhaçadas?
Da mesma forma, hoje muitos pregadores estão apresentando uma mensagem incompreensível à Igreja. Os crentes se acostumaram a ouvir o seu pastor brincar tanto com assuntos sérios, que não conseguem descobrir o temor e tremor do Senhor em suas brincadeiras. Eles sobem ao púlpito e pensam que estão no picadeiro, alguns até mesmo vestidos de palhaço!
Os palhaços “pregadores” afirmam que nós é que confundimos “expor a Bíblia com seriedade” com “expor a Bíblia sério”. Argumentam que Jesus usava muito humor para pregar e que a chave hermenêutica para compreendermos as parábolas de Jesus é o humor. Sinceramente, eu não consigo enxergar nenhum pingo de humor quando Jesus fala sobre o Dia do Juízo, onde separará ovelhas de bodes, lançando estes no inferno. Não dá para rir!
O resultado trágico dessa esdrúxula metamorfose é que o povo de Deus, por não perceber a diferença entre o palhaço e profeta, aprova este comportamento absurdo e pecaminoso por meio de aplausos e boas gargalhadas.
O desaparecimento da verdadeira pregação é sempre um grave sintoma de que púlpitos estão vazios.
Percebemos mais uma vez o entretenimento substituindo o verdadeiro papel do profeta.
Não é de se estranhar a resistência por parte de muitos em ouvir e atender a mensagem da cruz. Como falar do pecado, ira de Deus, morte, inferno, arrependimento, cruz, salvação e sacrifício de modo divertido? Tem muitos pastores vestidos de palhaço afirmando: “Sim, isso é possível”. Eles têm envolvido as nossas crianças e a nossa juventude com essa maneira engraçada de pregar. Onde isso vai parar? Precisamos urgentemente de uma reforma em nossos púlpitos!
Kierkegaard conta que certa vez um circo se instalou próximo de uma cidadezinha dinamarquesa. Este circo pegou fogo. O dono do circo vendo o perigo do fogo se alastrar e atingir a cidade mandou o palhaço, que já estava vestido a caráter, pedir ajuda naquela cidade para apagar o fogo. Inútil foi todo o esforço do palhaço para convencer os seus ouvintes. Quanto mais ele gritava “O circo está pegando fogo!”, o povo ria e aplaudia o palhaço entendendo ser esta uma brilhante estratégia para fazê-los participar do espetáculo… Quanto mais o palhaço falava, gritava e chorava, insistindo em seu apelo, mais o povo ria e aplaudia… O fogo se propagou pelo campo seco, atingiu a cidade e esta foi destruída.
Pastor não é palhaço, é profeta. Seu púlpito não é picadeiro, mas o lugar de onde ele proclama com autoridade a Palavra de Deus. Sua missão é pregar em alto e bom som, de forma pura e simples as Boas Novas do Evangelho e todas as suas implicações. O pastor não é um animador de auditório, nem um contador de piadas. Lugar de palhaço é no circo. Que Deus tenha misericórdia de nós, levantando novos reformadores!
***