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terça-feira, 3 de julho de 2012

Escavações encontram sinagoga em Israel que mostra cenas da história de Sansão

O mosaico tem ricos detalhes sobre a passagem que conta que Sansão usou 300 raposas para incendiar os campos dos filisteus Escavações encontram sinagoga em Israel que mostra cenas da história de Sansão
Escavações realizadas na Galileia encontraram vestígios de uma sinagoga monumental remontada entre os séculos 4 e 5 sob o Império Romano de acordo com informações do Departamento Israelense de Antiguidades.
Para comunicar o achado a instituição enviou um comunicado com detalhes, eles afirmam que os vestígios foram encontrados em um vilarejo de Huqoq, onde acharam um mosaico ricamente decorado representando a passagem bíblica do livro de Juízes sobre as 300 raposas utilizadas por Sansão para incendiar os campos dos filisteus.
“Existem apenas outras duas sinagogas desta época que mostram cenas nas quais aparece Sansão, uma delas perto do vilarejo de Huqoq, entre a localidade de Migdal e Kfar Nahum (Kafarnaum), sobre a margem norte-ocidental do Lago Tiberíades”, disse a professora americana Jodi Magness.

Dois israelenses ajudaram Magness nessas escavações David Amit e Shua Kisilevitz e de acordo com a americana os vestígios encontrados são de “tamanho monumental” destacando as pedras que foram utilizadas na construção desse edifício encontrado no norte de Israel.

                                                                                                                                            Gospelprime

Uma igreja inundada por veneno a espera do antídoto


Por Antônio Pereira Júnior
Certa vez andando pelas ruas de uma cidade e comentando com uma irmã sobre a situação de determinada igreja, ela saiu com o seguinte comentário: “pastor, aquela igreja é um ninho de cobras”. Salvo os exageros, comecei a pensar a principio, que aquela irmã estava exagerando na sua observação, afinal ali também tinha bons irmãos, pessoas comprometidas com o Reino. No entanto, refletindo sobre o modo de viver de alguns membros e lideres, descobri que aquela irmã estava correta.
Meu pensamento começou a divagar sobre diversas igrejas por onde passei e tive conhecimento de tantos absurdos que não tem nada a ver com o Evangelho de Cristo. Em muitas igrejas não existem ovelhas, e sim, cobras venenosas. Serpentes traiçoeiras em busca de alguém para matar. Sanguessugas da alma alheia.
A igreja Butantan tem produzido mais mal do que bem. Só produzem veneno, morte e destruição. Não há cura, não há restauração, não há mudança de caráter. As coisas velhas continuam velhas e nada se faz novo.
O que se vê são pastores murados e feridos. Oficiais arrogantes e sem amor; senhores e “mestres” do saber. “Donos” de Deus e conhecedores da “vontade divina”, que geralmente é sempre a favor deles. Aranhas caranguejeiras perigosíssimas. Escorpiões, cujos ferrões estão prontos para penetrar na pele de inocentes ovelhas.
A maioria não sabe o que é amor, piedade e perdão. São senhores dos destinos alheios e ignorantes das coisas de Deus. Falta-se servos, sobram-se senhores. Ou como diz uma música antiga: “muita estrela pra pouca constelação”.
Nesse “circo” se vê de tudo. Diáconos que fazem de tudo, menos “diaconar”, servir. Aliás, servir é a última coisa que passa nas suas mentes doentes. A maioria deles são marionetes nas mãos dos outros lideres mais sagazes e do que eles.
Presbíteros que são cheios de si e vazios de Deus. Insubmissos até a alma e que fazem de tudo para serem “estandartes” na igreja, destaques da escola de samba gospel. Prontos para dar o golpe no pastor que vacilar e assim tomar o seu lugar. Praticantes de uma espiritualidade vazia e sem frutos da Graça.
Pastores mil e uma utilidades, com agendas cheias e sem tempo pra orar e pregar – daí só resta animar o auditório. Ou então, aqueles cuja preocupação é apenas manter o seu “status” financeiro, afinal o povo só precisa de pão e circo. Já outros “sentem” que o tempo de Deus na sua igreja pequena já chegou. Pois ele soube que outra igreja maior está com o pastorado vago, ai ele sente que Deus o está “impulsionando” para ampliar seu ministério, desde que ele vá para uma igreja maior e que pague bem – por que será que o inverso quase nunca acontece?
Em quase toda igreja se poderia dividir o corpo de oficiais em dois grupos: os manipuladores e os manipulados. O primeiro grupo – às vezes nem precisa ser um grupo, mas um só individuo – manipula os demais para interesse próprio. O segundo, pela falta de discernimento e espiritualidade genuína, acata tudo que se diga em nome de Deus, mesmo que seja feito pelo Diabo.
Ser um “oficial” de igreja não é ser um general da alma dos outros. Um ser superior, um arcanjo no céu, embora de alma caída. Um oficial de igreja, seja ele de que denominação for, deveria servir a Deus e ser servo uns dos outros. Ser “oficial” é ser um ser-oficial, ou seja, um ser que cumpra o ofício que recebeu de Deus e despido de toda síndrome de Lúcifer. Não é ser visto é sim, fazer ser visto a Glória de Cristo.
De nada adianta pavonearem-se pros outros e interiormente serem cheios de toda malícia, veneno e sagacidade do inferno. Não passam de sepulcros caiados.
No âmbito da igreja local, na maioria dos casos, as assembléias eclesiásticas se tornaram em desfile de egos. Onde cada um defende o seu ventre, a sua bandeira, menos o Evangelho – diga-se de passagem, eles não sabem o que é. Cada um busca o seu próprio interesse e não o que é de Cristo – Fp 2.21.
No louvor a questão está cada dia pior. Muitos “ministros de louvor” ou “levitas” como gostam de serem chamados, são ministros de coisa nenhuma. São, na maioria dos casos, marionetes programadas, imitadores do grupo da moda. Pessoas sem compromisso algum com o Reino de Deus, pois o compromisso é com eles mesmos. O compromisso é apenas tocar, se apresentar, aparecer e receber ovações dos crentes ocos. Santidade, presença de Deus na alma, piedade e submissão, são conceitos desconhecidos por eles. Desconhecem completamente a Palavra, não passam de pavões “não misteriosos”.
Os grupos continuam reinando. Eu sou de Paulo, eu sou de Apolo, eu sou de Cristo etc. Nas igrejas hodiernas apenas os nomes são mudados, mas a carnalidade continua a mesma.
É reino contra reino. Muitos vivem brigando por cargos eclesiásticos. É aquele “irmão” que deseja, como uma sanguessuga da alma alheia, que o outro caia ou peque, e se isso não acontecer, fala-se mal daquele irmão para enfraquecer seu ministério. Ou então, é aquela “irmã” que tem ciúmes da outra e faz de tudo para derrubá-la e tomar seu cargo na igreja. São pessoas que amam ser destaque, está sob holofotes, amam os primeiros lugares nas sinagogas modernas.
No âmbito denominacional não é diferente da maioria das igrejas que as compõe. O que se vê também são líderes devorando-se uns aos outros. Cada um querendo tomar o lugar de destaque do colega. Dificilmente uns se alegram co o sucesso do outro. Se Deus abençoa a alguém, logo muitos se perguntam: por que não eu? Grande parte são lobos querendo posições de destaque. Fazem loucuras para serem chamados de “doutores e escribas”. Aqueles que atingem um elevado “pedestal” fazem de tudo para se manterem.
Do outro lado estão aqueles que não tiveram sua chance de aparecer, daí só lhes restam criticar o “status quo”. A política, nesse ambiente, é travestida de “vontade de Deus”. Os partidos políticos são os mesmo, as brigas são as mesmas, e a carnalidade igual. Quase toda denominação tem isso, e se você caro leitor tiver um pouco de bom senso, concordará comigo. Nada diferente da politicagem secular. Estes, pelo menos, o fazem sem a áurea de “homens de Deus” e sem a desculpa de que foi a “vontade de Deus” – ou será da panelinha pastoral?
Todo organismo vivo está sujeito a sucumbir, adoecer e morrer. Da mesma forma que ele fica saudável, ele também pode adoecer. Existem fatores internos e externos que contribuem tanto para a saúde, como para a enfermidade. Muitas igrejas estão doentes. Muitos ministérios estão inchados, como um câncer que vai roendo de dentro pra fora.
Um terrível câncer está acabando com a igreja-intituição. Sim, porque a verdadeira Igreja de Cristo, como organismo, nunca morrerá. Mas a igreja-instituição-denominação está na UTI faz tempo. Desculpe-me, não quero participar dessa loucura, desse circo. Amo a Jesus acima de tudo isso.
Aliás, o que o Evangelho diz disso tudo? “Quem quiser ser o maior, seja aquele que serve”. João Batista já dizia: “Importa que Ele cresça e que eu diminua” – João 3.30. Nada mais longe do que pensam a maioria dos crentes de hoje. No Reino de Deus o “maior” é sempre aquele que serve aos outros. Lc 9.46-48; Mt 18.1-3; Mc 9.33-37.
“Considerai os outros superiores a si mesmo”. Fp. 2.3
Qual a cura? Existe?
Eu creio que existe sim, ainda. A cura das doenças para todos os tipos de enfermidade da instituição eclesiástica, em todos os níveis hierárquicos, chama-se Evangelho, puro e simples. O “soro antiofídico” é o Evangelho de Jesus, e não há outro. E a síntese do Evangelho é o amor. O que passa disso é apenas paliativo para disfarçar as doenças da alma adoecida do cristianismo moderno.
Pode-se trocar o pastor, aumentar o templo, arregimentar pessoas, fazer a “máquina” gerar mais recursos, “climatizar” o local – embora os corações já estejam congelados – enfim, pode-se fazer isso tudo e muito mais, se não tiver amor de verdade, apenas estaremos inchando dos fariseus de plantão. Já passou o tempo da igreja parar de competir entre si. Já passou o tempo de querer ser melhor do que os outros. Já passou o tempo de se idolatrar quatro paredes. Ame e faça o que quiser, já disse Agostinho.
Quem ama se respeita;
Quem ama não se devora;
Quem ama perdoa;
Quem ama se entrega;
Quem ama é humilde;
Quem ama não se pavoneia;
Quem ama vive o Evangelho.
Mas os doentes, como viciados, não se veem doentes. Daí, nunca procurarão a cura. Como já observou Jesus antigamente: “Se fôsseis cegos, não teríeis pecado algum, mas porque agora dizeis: Nós vemos, subsiste o vosso pecado”. João 9.41
O Evangelho de Jesus é muito mais que isso. O Mestre me ensina coisas mais excelentes. Servir a Deus não é devorarem-se uns com os outros pelo “osso” denominacional. Não é engalfiarem-se uns aos outros. Ao invés disso, a Palavra nos exorta: “Seja a vossa equidade notória a todos os homens. Perto está o SENHOR”. Fp 4.5
As palavras de Jesus em Mateus 20.25-28 são pertinentes: “Então Jesus, chamando-os para junto de si, disse: bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; e, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo; bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos”.
A meu ver, grande parte dos cristãos hodiernos, são pessoas doentes da alma, nuvens sem água. São relacionalidades doentias o que mais e vê, tudo isso em nome de Deus. Almas apodrecidas pela hipocrisia eclesiástica. O que mais as igrejas precisam são de servos que sirvam e não que sejam servidos. São de pessoas comprometidas com o Reino de Deus e não com seus interesses próprios.
A minha única palavra para essas pessoas é esta: arrependa-se! Pessoas doentes da alma ficam muradas, adoecidas com uma palavra que as confrontem. A mente começa logo a preparar um ataque para poder autojustificar-se. No entanto, pessoas que desejam mudança como ovelhas de verdade, ajoelham-se e dizem como o publicano: “Ó Deus, tem misericórdia de mim pecador”.
O que você é, publicano ou fariseu?
SOLI DEO GLORIA NUNC ET SEMPER
* O Pr. Antônio Pereira da Costa Júnior nasceu em Esperança – PB. Faz parte do quadro de ministros da Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil. Palestrante e pesquisador na área de Apologética em geral. Técnico Agrícola pela UEPB e Bacharel em teologia pelo STEC (Seminário Teológico Evangélico Congregacional).Fez um curso de Apologética pelo ICP (Instituto Cristão de Pesquisas). Especialista em Teologia e História pelo SPN (Seminário Presbiteriano do Norte – Recife – PE). Técnólogo em Gestão Pública pela Faculdade Metodista de São Paulo.
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Texto é contundente e chocante em veracidade. Fonte da parceria com o: Arte de Chocar.


ALERTA APOLOGÉTICO
Modismos neopentecostais ultrapassam barreiras do protestantismo
Algumas igrejas evangélicas, conhecidas como igrejas neopentecostais, ultrapassaram as barreiras da esfera do protestantismo e as estão à beira do caminho da heresia, afirma um apologista cristão. O pastor João Flávio Martinez, presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas traz à tona a questão das igrejas que “na teoria tem confissão de fé evangélica, mas na prática se assemelham mais a uma seita”.
Em uma pregação Martinez fala sobre os modismos pentecostais, citando alguns nomes de líderes conhecidos de âmbito nacional como o bispo Edir Macedo, missionário RR Soares, Sônia e Estevam Hernandes, entre outros.
Igrejas como a Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD) também são apontadas como possuindo práticas e ensinamentos que são estranhas ao Evangelho. O apologista afirma que o líder desse movimento chegou a colocar Jesus no nível de “criatura”.
“Muita gente pela tradição da religião, não entende a historia de Jesus. Alguns falam de natal, mas ninguém sabe o dia exato em que Jesus Cristo nasceu. Segundo que Jesus já existia muito antes de tudo. Ele é a imagem do Deus invisível, a encarnação do verbo.Mas ele não é sempiterno, é eterno. O pai que é Deus é sempiterno, aquele que antes dele nunca existiu como ele, nem existirá depois dele, sempre existiu e sempre existirá. A primeira obra dele foi Jesus Cristo...”, citou João Flávio ao Valdemiro como falando em um de seus estudos bíblicos (veja aqui), ao The Christian Post.
Segundo o apologista isso é fruto da falta de embasamento teológico que fundamenta esses movimentos, das quais ele chama de "movimentos contraditórios".Martinez ainda alerta que eles (tais movimentos como a da IMPD) tem transformado a Igreja Brasileira em uma instituição que preza mais a criatura que o Criador, ou seja, que serve mais ao homem e menos a Deus.
“Os crentes são de vida espiritual supérflua e sem profundidade. A maioria das práticas de igrejas como essa não passa de ‘macumba evangélica’ e não cristianismo Bíblico.”
Pastor João Flávio urge que os fiéis “procurem uma igreja bíblica, fundamentada nos princípios da Reforma, fundamentada em Cristo e na sua Palavra.”“Procurem o evangelho da Cruz e não o evangelho do diabo travestido de culto aos anjos. É preciso que os que querem servir Jesus entendam que Deus nos chama para a fidelidade e não para o hedonismo”, afirmou com indignação ao CP.
Portal Creio

segunda-feira, 2 de julho de 2012



Avisos Desse Final de Semana


A. Parque Universitário – Queremos que esse trabalho renda muitas almas para Cristo. Com isso queremos contar com toda igreja e coma seguinte equipe de apoio: Lúcia, Francimar, Havi, Uda e Ramon. Se você quer apoiar fazer parte dessa equipe se junte a essa equipe.

B. Pequenos Grupos – Vamos começar com três grupos, um em cada etapa. Até o final desse ano esses grupos estarão funcionando. No domingo que vem quero me reunir com todos os irmãos da primeira etapa. O funcionamento desses grupos durante esse ano servirá de analise para os demais grupos. Eu cuidarei coordenarei o grupo da segunda etapa. Oremos por essa obra.

C. Jovens – Na quinta-feira que vem apresentarei aos a equipe de servos dos jovens um projeto para eles. Toda equipe precisa está presente. Será antes do culto de oração.

D. Casais – Precisamos alcançar outros casais. Não podemos nos reunindo para nós mesmos. Vamos neste segundo semestre mudar o foco e tentarmos alcançar outros “casados” para Cristo.

E. Retiro de Comunhão – Já estamos trabalhando nos bastidores, buscando preço do ônibus e outras questões. Orem pelo nosso retiro de comunhão. 

F. Olimpíada Infantil - Na primeira semana de outubro realizaremos a 2ª Olimpíada Infantil aqui em nossa praça. As crianças se preparem, vai ser muito boa.

G. Oração Pelo Terreno – Estamos em pleno crescimento e este local se tornará inadequado para as nossas atividades. Portanto, oremos por um outro local. 

H. Oração Por Almas – Oremos também para que Deus salve almas. Por isso, devemos evangelizar e orar pelos evangelizados.

I. Ajude-me a Pastorear – Preciso da ajuda dos irmãos e irmãs para sermos pastoreados como ovelhas. Não tenho como chega em todos em um curto espaço de tempo pelo nosso tamanho e diante disso, se você puder visitar, visite, Aconselhar, aconselhe. Ouvir, escute. Orientar, oriente. Enfim, cuidemos uns dos outros.

J. Escola Dominical – Estamos melhorando a qualidade do conteúdo e a quantidade de irmão no culto de oração. Agora, você que é crente dessa igreja precisa nos ajudar a melhorarmos a qualidade do conteúdo e quantidade de irmãos e irmãs na EBD. Venham participar.

L. Decisões – Nicole Sousa foi a sétima pessoa e entregar a sua vida a Cristo neste ano. Ela mora em Macau e devemos orar por sua família.

Estreitando os Laços entre DEUS, A FAMÍLIA E A IGREJA.

Família e Igreja – Uma Relação Prejudicada


É pre­ciso compreender que esta relação sofre muitas vezes a interferência de problemas que trazem sérios prejuízos.

1. Prejudicada pela alienação.

O engajamento e a participação de cada famí­lia é indispensável para a igreja.

Famílias acomodadas e desinteressadas em crescer na graça e no conhecimento do Nosso Senhor Jesus Cristo.

Igrejas que não valorizam a família, resulta em enormes prejuízos para ambas. A falta de maturidade cristã e o relaxamento na participação prejudicam tre­mendamente a integração entre família e igreja (Hb 5.12-14).

2. Prejudicada pela incompreensão (I Co 11.17,18). Outro problema que prejudica profundamente é a dificuldade nos relacionamentos, sempre motivada por incompreensões. Esse era um dos graves problemas que perturbavam a Igreja de Corinto, como se vê já no início da primeira carta (I Co 3.3,4).

3. Prejudicada pela secularização (Rm 12.2). A conformidade a este século tem sido um dos grandes problemas da igreja. Há famílias que estão se conduzindo e dando aos seus filhos uma formação embasada muito mais nos princípios de uma sociedade corrompida e sem Deus, do que nos princípios cristãos.

Apesar das ameaças e prejuízos que a igreja e a família às vezes sofrem, alenta-nos saber que esta integração é sempre viável e prossegue vitoriosamente graças à direção divina sobre ambas (SI. 127:1; Mt. 16:18; Rm. 8:31).



Família e Igreja – Uma Relação Agradável


Esta integração é agradável pelas seguintes razões:

1. Promove a sociabilidade (SI 133.1). Além de ser uma necessidade, o harmo­nioso relacionamento entre família e Igreja torna-se uma experiência por demais agra­dável. Igreja e família formam um ambiente de sociabilidade que não deve ser trocado por nada (SI 84.1,10).

2. Desempenha função terapêutica. A Igreja é uma comunidade terapêutica. Muitas famílias podem testemunhar a agradável experiência que as envolveu quando se integraram à igreja. Profundo conhecedor desta função terapêutica da Igreja, o apóstolo Paulo escreve aos cristãos de Roma: “se Deus quiser, chegarei aí cheio de alegria e lhes farei uma visita que será muito agradável para mim” Rm 15.32.

Família e Igreja – Uma Relação Necessária


Quanto á necessidade desta relação posso destacar:


1.1. Necessária para adoração (Ef 5.19-21). Adoração pode ser uma experiên­cia individual, mas deve ser também comunitária (Hb 10.25). Estando unida à igreja, a família se envolve nas variadas formas de adoração, o que é impossível estando desligada da igreja.

1.2. Necessária para comunhão (Fp 1.27). A vida cristã deve ser marcada não apenas pela experiência vertical da comunhão com Deus, mas também pela horizon­tal: comunhão com os irmãos. Integrada à igreja, a família, usufrui das bênçãos da comunhão cristã e ajuda a promove-la. Os primeiros cristãos perseveraram na comu­nhão (At 2.42-47).

1.3. Necessária para missão (Hb 10.24,25). A missão é proclamar a boa-nova pela implantação dos valores do reino.

Compreendendo a necessidade desta integração, Josué tomou uma decisão que, ainda hoje, desafia profundamente cada família: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.1).

Agora, estreitemos os laços entre a Família/Igreja e Deus e para isso, teremos Rute como referencial.

Resumo da história:

Noemi perdeu seu esposo e seus dois filhos, ficou sozinha com suas duas noras, Rute e Orfa.

Noemi soube que a sua cidade natal, estava sendo abençoada com boas colheitas e resolveu voltar para lá. Mas no caminho Noemi disse as suas noras para voltarem para suas famílias, refizessem suas vidas.

Rute e Orfa tiveram que tomar uma escolha difícil, assim que ficaram viúvas tudo cooperava para que elas, fossem viver uma vida infeliz, amagurada e pobre; Noemi vendo isso pensou no futuro de suas noras, e lhes deu a opção de irem embora, tentarem se casar de novo, Orfa resistiu no começo mas acabou voltando, Rute permaneceu firme com Noemi.

Agora a palavras de Rute para Noemi foi forte:

Disse, porém, Rute: Não insistas para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus;

Onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada. Faça-me assim o SENHOR, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti.(Rute 1:16)

Um dos maiores segredos de Rute foi sua fidelidade a Noemi, apesar de tudo parecer difícil, parecendo que ela estava caminhado para um futuro incerto, numa cidade diferente, distante, longe de sua família, ela permaneceu fiel, apesar das circunstâncias, ela permaneceu FIEL.

Como as famílias e as igrejas precisam ser fiéis ao Senhor (I Co. 4:2) “requer-se dos despenseiros que... se ache fiel”.

Estreitemos os laços sendo fiéis ao Senhor.

Rute é um exemplo de perseverança, a tomo como exemplo na nossa relação com Deus, muitas vezes se deparamos com situações difíceis, e a primeira coisa que vem na mente é desistir nos primeiros obstáculos.

“Se perseverarmos, também com ele reinaremos; se o negarmos, ele por sua vez nos negará”. (2 Tm. 2:12).

Estreitemos os laços sendo perseverantes.





 Pr. Manoel França

Universidade publica textos sobre a vida de Martinho Lutero

Vários profissionais participaram das pesquisas que analisaram diversos níveis da teologia da reforma no mundo
Agora é possível conhecer mais sobre a vida de Martinho Lutero através da internet, pois o professor Vitor Westhelle, da Faculdade EST, está disponibilizando suas pesquisas desenvolvidas para a Cátedra de Lutero.
O projeto recebeu o apoio da Igreja Luterana da Baviera, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e também da faculdade que deseja aproveitar a comemoração dos 500 anos da Reforma Protestante para divulgar esse conhecimento.
Para desenvolver esse projeto, Westhelle registrou elementos da teologia emergente articulando-a a partir de três níveis. O primeiro deles diz respeito a abordagem centrada no contexto latino-americano, usando produções teológicas tanto em nível acadêmico como na espiritualidade popular.
O segundo nível mostra eventos internacionais, analisando, junto com o Departamento de Estudos da Federação Luterana Mundial (FML) como é a articulação sul-sul. Já o terceiro nível analisa norte-sul com o objetivo de trazer a voz do sul a esses debates teológicos.
Um Grupo de Referência foi montado, com iniciativa do reitor da EST, professor Oneide Bobsin, formado por pessoas de conhecimento profundo sobre a vida de Lutero e sobre a Teologia da Reforma. Juntos, esses estudiosos desenvolveram três áreas de atuação prioritária: justificação, escatologia e espiritualidade; igreja, política e economia; e teologia da cruz.
O resultado de tanta pesquisa pode ser acessado no site da EST, todos os textos podem ser consultados mostrando várias análises sobre a Reforma e sobre Martinho Lutero.
Com informações ALC

Óleo ungido é um truque para atrair pessoas, diz bispo McAlister

O reverendo Augustus Nicodemus também critica a prática usada por muitas igrejas evangélicas

 
por Leiliane Roberta Lopes

Campanhas com entrega de óleo ungido, cultos que só acabam depois que todos recebem a unção com oléo e até atos proféticos usando esse que é considerado por muitos líderes religiosos como um “elemento sagrado” são vistos todos os dias em igrejas de todo o país.
Em algumas encontramos até mesmo a propaganda de que tal óleo veio diretamente de Israel, um detalhe que faz com que muitos acreditem que o elemento é ainda mais especial, ainda mais ungido.
Mas há pastores que contestam esse tipo de simbolismo usado nas igrejas. O bispo Walter McAlister, por exemplo, chega a dizer que o óleo ungido é apenas um truque para atrair fiéis.
“Não existe na Bíblia que nos ensine a ungir óleo. Óleo ungido não existe, isso não tem fundamento”, disse ele que foi mais longe: “Isso é um truque para tentar atrair pessoas para a igreja. Não existe óleo especial com propriedades de cura”, complementa.
O líder da Igreja Cristã Nova Vida lembra que o ato de ungir com óleo representado no Velho Testamento é um ato simbólico que representa o Espírito Santo.
“Mas não é o óleo que em si tem propriedades, e sim o gesto de obediência seguindo uma orientação sem histerismos, sem show, clamando a Deus”.
Quem tem a mesma posição sobre o óleo ungido é o reverendo Augustus Nicodemus Lopes que escreveu uma carta fictícia, onde dois pastores conversam sobre o tema, um é praticante desse tipo de ato e o outro mostra que não há base bíblica para continuar ungindo pessoas com o “óleo sagrado”.
“Você sabe muito bem que os rituais do Antigo Testamento eram simbólicos e típicos e que foram abolidos em Cristo. Além do mais, o método usado para consagrar pessoas a Deus no Novo Testamento para a realização de uma tarefa é a imposição de mãos”, ensina um pastor para o outro citando outros exemplos que contradizem essa prática.
                                                                                                                                            Gospelprime

sexta-feira, 29 de junho de 2012

EVANGÉLICOS SÃO 22,2% NO BRASIL

Resultado do IBGE foi divulgado hoje e mostra expansão do grupo

Embora os católicos continuem sendo maioria no país, somando mais de 123 milhões de brasileiros, os dados do Censo Demográfico 2010 – Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência, divulgado hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam uma grande diversidade religiosa entre a população brasileira.
Na última década, além dos evangélicos, grupo que mais cresceu no período, passando de 15,4% para 22,2% e totalizando 42,3 milhões de pessoas no país, também tiveram expansão os espíritas, que passaram de 1,3% para 2% e somaram 3,8 milhões em 2010; os que se declararam sem religião, que subiram de 7,4% para 8%, ultrapassando os 15 milhões; e o conjunto pertencente a outras religiosidades, que cresceu de 1,8% para 2,7%, totalizando pouco mais de 5 milhões de brasileiros. Os adeptos da umbanda e do candomblé mantiveram-se em 0,3% ao longo da década, representando quase 590 mil pessoas.
De acordo com o pesquisador da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE, Cláudio Crespo, os números apontam que, embora a tradição cristã seja forte no país, há um convívio com grupos minoritários. “Uma coisa que chama a atenção no campo religioso no Brasil, diferentemente de muitos países, é a pluralidade religiosa. Apesar da hegemonia dos grupamentos cristãos, que representam 88,8% da população, a própria lista do censo é um exemplo desse convívio com grupos minoritários. O país, embora tenha raízes na sua colonização, influências regionais em função da ocupação e das migrações, tem também uma diversidade religiosa bastante significativa e isso é importante em um contexto em que há uma maioria definida”, destacou.
Cláudio Crespo enfatizou ainda que pela primeira vez foi identificado um contingente de ateus. Ao todo, 615 mil brasileiros se declararam com essa classificação, o que corresponde a 4% do grupo sem religião. O pesquisador do IBGE explicou que esse número pode ser maior, já que a declaração nessa subdivisão foi feita espontaneamente, sem que houvesse um campo específico.
10 Razões porque devo participar da Escola Bíblica Dominical

Um dos grandes problemas enfrentados pela igreja evangélica brasileira é o fraco ensino bíblico, e isso se deve em parte ao abandono da Escola Bíblica Dominical.

Pensando nisso e entendendo a gravidade do tempo que vivemos resolvi escrever 10 razões porque devemos participar da EBD de nossas igrejas:

1. Por causa do amor a Cristo e sua Palavra. (Jo 14.21)

2. Porque é dever do cristão crescer no conhecimento de Deus através do ensino saudável das Escrituras.

3. Para que não sejamos enredados pelas heresias e desvios doutrinários do nosso tempo. (Mt 22.29)

4. Porque a igreja se desenvolve de forma relacional, comunitária e intelectual através do estudo sistemático da Palavra de Deus.

5. Porque o ensino da Palavra de Deus proporciona a elevação do nível de maturidade da igreja local.

6. Porque a Escola Bíblica Dominical é um excelente meio para evangelização de amigos e familiares.

7. Porque a Escola Bíblica Dominical é um lugar propício para a descoberta, crescimento e capacitação de novos ministérios.

8. Porque a Escola Bíblica Dominical fortalece a família promovendo o entrelaçamento dos relacionamentos familiares.

9. Porque o estudo sistemático da Palavra nos desperta a uma vida de santidade.

10. Porque a Escola Bíblica Dominical é uma profícua fonte de avivamento e despertamento espiritual para a igreja.

Pense nisso!

Renato Vargens

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    IBGE: catolicismo cai 22,4% e vê nova ascensão de evangélicos

    Herança da colonização portuguesa, o catolicismo enfrenta o momento de maior arrefecimento da história do Brasil. É o que constatou o levantamento feito em todos os municípios do País no Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia a Estatística (IBGE), que pesquisou em diversos níveis os aspectos religiosos da população brasileira. Em pouco mais de 20 anos, o número de brasileiros que se declararam católicos caiu 22,4%.
    Confira a evolução das religiões no Brasil desde 1872
    Para se ter uma ideia, em 1940, o mesmo IBGE constatava um percentual de 95% de católicos no Brasil. Em 1991, este número passou para 83%. Posteriormente, em 2000, na queda mais acentuada, foi para 73,6%, até chegar, 10 anos depois, nos atuais 64,6% dos cerca de 190 milhões de brasileiros .
    Mesmo mantendo sua predominância, o catolicismo perde cada vez mais terreno para a religião evangélica. A pesquisa do Censo constatou que 22,2% do País está inserido nas crenças das igrejas de missão e pentecostais, dentre outras que pregam o evangelismo. O salto de 6,8%, em relação ao levantamento do ano 2000, se torna ainda maior se voltarmos ao ano de 1940, quando os evangélicos entraram na pesquisa e apareciam apenas com 2,6%. Ou seja, em pouco mais de 70 anos, cresceram 20,4%.
    "Entre os católicos é comum ter pessoas não praticantes, que se declaram católicos. E nas outras religiões não, o que se declara é um participante mesmo. Essa é a grande diferença. O evangélico, por exemplo, participa muito mais. É fiel aos princípios da igreja", diz Cláudio Crespo, coordenador de população e indicadores sociais do IBGE. "A tendência é essa, de redução da população que se declarou católica, algo que vem sendo observado desde a década de 90", completa.
    Se o catolicismo ainda é hegemônico, o Brasil, no entanto, convive cada vez mais com a pluralidade religiosa. O Censo revelou que 2% dos entrevistados se declararam espíritas (aumento de 0,7% em relação ao ano de 2000), enquanto que umbanda e candomblé respondem por 0,3% (sem alteração). Outras religiosidades, como o islamismo, por exemplo, estão presentes em 2,7% (acréscimo de 0,9%) da população, enquanto que 8% dos brasileiros não têm religião. Apenas 0,1% não souberam responder, ou não quiseram prestar a informação.
    "Neste contexto, o (Estado do) Rio Grande do Sul é um exemplo interessante disso, porque dependendo da região, e da ocupação que ocorreu, o Sul tem uma presença espírita e umbandista forte, tem uma ocupação de evangélicos de missão e também de católicos. É um Estado que se mostra bastante plural", exemplificou Crespo.
    Nas regiões Norte e Centro-Oeste a diversificação dos grupos religiosos é marcada pela presença expressiva de evangélicos, sobretudo dos pentecostais, os quais têm também importante presença nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Os católicos, por sua vez, ainda que soberanos, têm maior representatividade no Nordeste: 72% dos habitantes.

    No comparativo dos sexos, 65,5% dos homens brasileiros se declararam católicos, na maior presença masculina dentre as religiões. Nas demais crenças, as mulheres são maioria: 24,1% são evangélicas, 2,3%, espíritas, 0,3% adeptas da umbanda e candomblé e 2,9%, de outras religiões.
    Mais de 42 milhões de fiéis
    O avanço das Igrejas Evangélicas no Brasil é ainda mais clara quando os percentuais são deixados de lado para o comparativo dos números brutos da pesquisa. São exatos 42.275.440 brasileiros que se declararam evangélicos, enquanto os católicos apostólicos romanos, majoritários, formam um grupo de 123.280.172 habitantes.
    Dos cerca de 42 milhões de evangélicos, mais de 25 milhões são de origem pentecostal. Somente a Assembleia de Deus, Igreja de maior representatividade, possui 12 milhões de fiéis. Elas serviram de alicerce, ainda, para outro dado importante: enquanto 79% dos moradores de áreas urbanas responderam que são católicos, o maior número absoluto dos que moram no campo, nas grandes cidades, 23,5% são evangélicos.
    "A partir do êxodo rumo às grandes cidades, da década de 70 para 80, você tem o surgimento da Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, que aproveita a oportunidade para criar o que chamamos de igreja de periferia, como igreja de portas abertas para receber esse pessoal 'sem eira nem beira', sem ter onde ficar", explica Maria Goreth, coordenadora de indicadores sociais do IBGE.
    Este efeito migratório encontra reflexo ainda nas idades dos entrevistados. Se os católicos encontram mais representatividade entre os brasileiros que têm mais de 40 anos, ou seja, oriundos da época em que o catolicismo era soberano, os evangélicos têm maior proporção entre crianças e adolescentes, que escolheram a religião que acolheu os pais neste êxodo.
    Outras curiosidades
    - O município de União da Serra, no Rio Grande do Sul, é o mais católico do Brasil: 99,18% dos moradores seguem da religião;- O município de Arroio do Padre, também no RS, é o mais evangélico: 85,84% dos moradores;- Palmelo, em Goiás, concentra o maior número de espíritas: 45,5%;- Cidreira, novamente no RS, tem 5% de praticante de umbanda e candomblé;- O islamismo responde apenas por 1,2% do grupo de outras religiosidades;- Sobre os que se declararam sem religião, 4% são ateus;

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