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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pastor orienta pais a chicotearem filhos

O Pastor Michael Pearl e sua esposa, Debi, lançaram um polêmico livro chamado “Como educar o seu filho”, onde defendem a tese de que a Bíblia aconselha aos pais que castiguem seus filhos. “Os pais podem experimentar sentimentos que os impeçam de castigar os filhos, mas isso não é o amor de Deus, que criou as crianças e sabe o que é melhor para elas, ordenando aos pais que usem o chicote”, declarou o casal em seu livro.
O pastor revela ainda que puxando o cabelo do bebê, descobriu uma forma de educa-lo. “A minha esposa encontrou uma rápida solução. Quando o bebê a mordeu, ela puxou-lhe o cabelo”. Pear recomenda que crianças maiores devem ser corrigidos com vara. “Para crianças com menos de um ano, os pais devem usar apenas uma vara de salgueiro, entre 25 a 30 centímetros de comprimento e uma polegada de diâmetro, isenta de nós, pois estes podem cortar a pele”.
Apesar do pastor alegar que seus ensinamentos estão embasados na Bíblia, as teorias ganharam maior repercussão quando foram registrados casos de crianças que morreram por castigos aplicados pelos pais, que afirmaram seguir apenas os conselhos do livro do casal.
Fonte: Gospel +

quarta-feira, 9 de novembro de 2011



Ex produtor da Playboy se converte e viaja pregando contra o pornô
    Donny Pauling trocou o mercado milionário da indústria pornô e resolveu fazer um curso de pastor para poder “reprogramar seu cérebro” que trabalhou por oito anos como produtor de filmes pornográficos, atividade que lhe rendeu muito sucesso, mas o fez perder o casamento.
    Ele conta que foi se envolvendo com o mercado depois que passou a ter acesso à internet e em pouco tempo já estava viciado. Foi então que ele resolveu chamar mulheres para fotografar em seu escritório e assim passou a ser um dos produtores mais bem pagos da Playboy.
    Um certo dia Pauling recebeu a proposta de ganhar 4 mil dólares por dia para produzir um reality show lésbico, quando saiu da reunião ele entrou em seu carro e fez uma oração. “Eu estava como que falando com Deus: não importa o que ele faça, abençoa”, disse ele para a LifeSiteNews.com.
    Depois dessa oração ele disse que se sentiu como se fosse atingido por um raio de eletricidade e essa experiência mudou sua vida para sempre. Mesmo sendo filho de pastor pentecostal o produtor passou a ater ódio de cristãos e do próprio cristianismo, pois testemunhou a hipocrisia de muitos líderes que tinham contato com seu pai.
    Mas nos últimos anos ele vinha sendo evangelizado pelos membros da XXX Church, que participavam de feiras do ramo para evangelizar pornógrafos, estrelas pornôs e prostitutas. “Em vez de  ficarem do lado de fora protestando e segurando cartazes dizendo às pessoas que Deus estava enviando-as ao inferno, os membros da XXX Church estavam dentro [das convenções] armando estandes e fazendo maquiagem nas moças”, lembra ele.
    O discurso desses evangélicos não era de condenação. “Eles diziam que elas eram belas e que Deus as amava, e que não havia nada que eles pudessem fazer que poderia mudar isso, e que Ele queria mais para elas”. Depois de presenciar cenas como essa, Paulo disse que se tivesse de ser cristão, “esse é o tipo de cristão que eu queria ser”, até que em setembro de 2006 Donny Pauling decidiu entregar sua vida para Jesus e abandonar de vez esse trabalho.
    Hoje ele não tem a intenção de comandar uma congregação e até montou uma empresa de marketing. Mas ele passou a viajar por diversos lugares do mundo falando sobre a realidade da indústria pornográfica e como superar esse vício.
    “Muitas pessoas não pedem ajuda porque estão paradas se sentindo culpadas sobre suas ações, dizendo, ‘aí vou eu, fiz tudo de novo’”, diz ele que ensina aos viciados a procurarem uma pessoa de confiança para falar sobre esse vício.
    “Penso que precisamos compreender que, embora o pecado realmente nos separe de Deus, Ele ainda os ama. Não importa o que eles estão fazendo. O amor dEle não muda. Não é condicional”.

Fonte: Lifesitenews

“Estou ansioso por ver como Deus ainda pode me usar”, diz Billy Graham ao completar 93 anos

O pastor foi homenageado por diversos líderes durante todo o dia 7 de novembro


“Estou ansioso por ver como Deus ainda pode me usar”, diz Billy Graham ao completar 93 anos
Billy Graham é um dos pastores mais conhecidos do mundo. Ele comemorou seu 93º aniversário no dia 7 de novembro e foi homenageado por diversos líderes que foram alcançados,  de alguma forma,  por suas mensagens.
“Feliz aniversário, e obrigado por tudo que tem feito e continua a fazer. É mais amado do que sabe”, escreveu Shawn Werre na página do evangelista no Facebook
Apesar da idade avançada Graham lançou recentemente mais um livro, “Nearing Home: Life, Faith, and Finishing Well” [Próximo do Lar Celestial: Vida, Fé e Acabar Bem] onde ele comenta sobre o envelhecimento e confessa as dificuldades que tem tido.
“Eu nunca pensei viver até esta idade. Toda a minha vida me ensinaram como morrer porquanto Cristão, mas nunca alguém me ensinou como deveria viver nos anos antes de eu morrer”, diz ele no livro.
Graham confessa que gostaria de ter ouvido falar como deveria viver nos últimos anos de vida.  “Desejava que o fizessem, pois agora sou um homem velho, e acreditem, não é fácil,” confessa ele no livro que não é voltado só para idosos, mas também para todas as fases da vida.
Biblicamente ele relata que o Livro Sagrado não encobre os problemas que enfrentamos quando envelhecemos e “também não pinta a velhice como um tempo para ser desprezado ou um fardo para ser suportado com os dentes cerrados”, escreve o pastor que lembra que a Bíblia também não retrata os nossos últimos anos como “inúteis e ineficazes”, mas em vez disso ela “diz que Deus tem um motivo para nos manter aqui”.
Graham foi ordenado Convenção Batistas do Sul dos Estados Unidos em 1939 e ao longo desses anos pregou para mais de 210 milhões de pessoas em mais de 185 países.  Sua última cruzada aconteceu em 2005, mas suas mensagens continuam sendo propagadas pela Associação Evangelística Billy Graham que agora também disponibiliza pregações online.
Diante dessa novidade o pastor batista se mostrou maravilhado em poder continuar a servir a Deus mesmo nos últimos anos de vida. “Estou ansioso por ver como Deus ainda me pode usar para O servir nestes últimos anos”, disse ele.
Com informações IQC

Cristianismo cresce na Índia apesar de movimentos contrários a pregação do Evangelho

A maioria dos convertidos pertence à casta dalit, grupo que deve ser humilhado segundo a tradição do hinduísmo

Cristianismo cresce na Índia apesar de movimentos contrários a pregação do Evangelho
A Índia possuí 1 bilhão de habitantes que em sua maioria professam a fé hindu, seguido por religiões indianas que possuem a mesma base como o sikhismo, jainismo e budismo. Mas o cenário religioso tem começado a mudar e hoje cerca de 70 milhões de indianos já se declaram como evangélicos, segundo dados da Missão Operação Mundial.
O salto do número de cristão se deve ao surgimento de uma igreja totalmente nacional que se adéqua aos costumes locais, fazendo com que a população seja atraída sem criar choques culturais. A recém-criada igreja cristã indiana tem crescido principalmente entre os mais pobres e analfabetos.
O crescimento de evangélicos é maior entre os indianos da casta dalit, que são considerados impuros pelos indianos e por esse motivo estão destinados a se humilharem diante das outras castas. A revista Cristianismo Hoje divulgou o dado de que há 150 milhões de pessoas que fazem parte desse grupo.
Bangarraju é missionário e faz parte desta casta, ele tem evangelizado os seus e tem criado uma nova cara para a índia cristã. Seu ministério começou em 1996 quando ele passou a evangelizar os moradores de vilas feitas de tubos de captação de água pluvial.
O missionário ensinava as crianças analfabetas formando uma escola informal que se reunia debaixo de uma árvore. Ele também organizava visitas médicas sem falar de Jesus logo de cara, e assim foi ganhando a confiança da população.
Se os dados da Operação Mundial estiverem corretos, a Índia vai ficar entre as oito maiores populações cristãs do mundo, logo atrás de Filipinas e Nigéria, e maior do que em nações de forte tradição protestante, como Alemanha ou Reino Unido. Acontece que a realidade da Índia é completamente diferente da dos outros países: lá há quase 300 milhões de deuses e grupos religiosos extremistas.
Por esses motivos o evangelho na Índia não tem muito espaço para ser propagado, mas mesmo assim as oportunidades para espalhar as boas novas do Evangelho parecem estar em todo lugar. Muitos missionários se mudam para regiões específicas e montam escolas para oferecer desenvolvimento econômico e treinamento para a  população local. Outra alternativa encontrada para expandir a pregação foi criar igrejas domésticas.
O missionário T.V. Joy, que implanta igrejas no norte da Índia, diz que as mudanças econômicas e sociais que estão acontecendo no país contribuem para quebrar com as tradições religiosas.  “O hinduísmo é uma ferramenta para nos oprimir. E o Evangelho é uma mensagem de libertação, não apenas para o céu. Ele tem palavras de liberdade. A verdade é que Deus fez o homem à sua imagem”, diz ele.
Ele acredita que essas mudanças e a mensagem do evangelho acabam enfraquecendo as concepções tradicionais sobre as castas. Talvez por isso que a maioria dos evangélicos indianos pertence à casta dalits, entre 70% a 90% dos cristãos evangélicos indianos. Por causa dessas conversões os outros grupos reforçam o desprezo que sente por eles, sentimento comum entre os brâmanes, a elite religiosa, e os militares, proprietários rurais e trabalhadores, que ocupam as outras castas.
Com informações Cristianismo Hoje

Lei garante aos homossexuais o direito de se casar em igrejas

As cerimonias realizadas nos templos religiosos serão feitas por sacerdotes com os mesmos hinos e leitura de livros sagrados usados em casamentos tradicionais.

Lei garante aos homossexuais o direito de se casar em igrejas
No dia 5 de dezembro será revogada a lei que proíbe que as igrejas da Inglaterra celebrem uniões civis.  O governo estima que cerca de 1500 homossexuais irão formalizar anualmente  suas uniões em templos de diferentes religiões. A média de casamentos no país é de 5500 por ano.
Lynne Featherstone, Subsecretária para a Igualdade, fez o anúncio depois de o primeiro-ministro David Cameron ter declarado publicamente que acreditava nos casamentos gays e que o matrimônio era um “valor dos conservadores”.
A lei conhecida como Civil Partnership Act está em vigor desde dezembro de 2005 naquele país e permite as uniões civis de gays e às lésbicas, dando os mesmos direitos que possuem os casais heterossexuais. Porém, ainda mantinha a proibição de registros dessa união em lugares de culto.
Estima-se que desde então, cerca de 40 mil casais do Reino Unido se beneficiaram dessa lei. Provavelmente muitos deles irão agora fazer a cerimônia religiosa. Embora a decisão do governo não obrigue as igrejas a realizar os casamentos, várias denominações cristãs anunciaram que estarão de portas abertas para os interessados.
Tanto quakers, como a Igreja Unitarista e muitos dos judeus progressistas já se preparam para a mudança da lei. A Igreja Católica inglesa parece dividida sobre a questão, assim como a Igreja da Inglaterra [Episcopal Anglicana]. Há grupos dentro de ambas que se dispõe a celebrar as uniões, mas existe resistência das alas mais conservadoras.
Ano passado, cinco bispos anglicanos escreveram uma carta aberta que foi publicada pelo jornal The Times.  Eles defendiam que era injusto para os casais homossexuais não poderem contar com o reconhecimento da igreja uma vez que o direito civil já estava garantido. Desde que Gene Robinson foi nomeado bispo, mesmo sendo declaradamente gay, em 2003, a Igreja Anglicana vem debatendo mais acentuadamente a questão da homossexualidade. Em 2010, o arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, autoridade máxima da Igreja, concordou com a ordenação de bispos gays e anunciou medidas consideradas progressistas demais.
“Nosso governo está avançando para oferecer a igualdade para os que pertencem a grupos LGBT. Nenhuma confissão religiosa é forçada a aceitar, mas agora existe a opção para aqueles que desejarem fazer isso. Trata-se de um marco importante”, declarou Lynne Featherstone.
O principal argumento do premiê Cameron é que os homossexuais precisam ter acesso aos mesmos direitos humanos fundamentais. Seu partido vinha perdendo apoio da comunidade gay e a decisão tem sido chamada pelos opositores do governo de populista.
A mudança da lei garante que a partir de 5 de dezembro, as cerimonias realizadas nos templos religiosos serão feitas por sacerdotes (padres, pastores, rabinos e outros)  com os mesmos hinos e leitura de livros sagrados usados em casamentos tradicionais.
Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Daily Mail e Mirror

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Religião atrapalha candidatura de Romney nos Estados Unidos

Favorito para concorrer contra Obama em 2012, sofre rejeição nas urnas por ser mórmon
Religião atrapalha candidatura de Romney nos Estados Unidos O ex-governador republicano de Massachusetts Mitt Romney fala e se comporta como o futuro presidente dos EUA, tanto em debates quanto no corpo a corpo com os eleitores. A pedra no caminho de Romney para concorrer com o presidente Barack Obama em 2012, porém, não diz respeito à arrecadação de fundos nem a seus planos de governo, mas à sua religião. Ele é mórmon.

Para as primárias de 2012, o Partido Republicano apresentará dois candidatos mórmons. Além de Romney, o ex-governador de Utah e ex-embaixador dos EUA em Pequim Jon Huntsman também segue a doutrina da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, fundada em 1830 por Joseph Smith, autodenominado "profeta", que foi o primeiro mórmon a candidatar-se à presidência dos EUA, em 1844 - ele acabou sendo também um dos primeiros candidatos à Casa Branca a ser assassinado em campanha.

A religião tem mais de 3 milhões de seguidores nos EUA, ou 1,4% da população, segundo dados de 2008, e 15 dos 535 membros do Congresso. Para as ambições eleitorais de Romney e de Huntsman, a religião torna-se um problema porque o mormonismo é visto  por boa parte dos americanos  como seita.

Pesquisa encomendada pela NBC/Wall Street Journal e divulgada na semana passada apontou a resistência de 21% dos eleitores em votar em Romney por causa de sua religião. O quadro parece estável em relação a consultas anteriores. Conforme pesquisa do instituto Gallup de junho, 22% de eleitores não dariam seu voto a um mórmon. O instituto Pew Research, em julho, havia registrado essa rejeição em 25% dos consultados.

Com o acirramento da disputa entre os oito pré-candidatos republicanos, a crença de Romney transformou-se em munição para o governador do Texas, Rick Perry, um líder evangélico amador cuja campanha custa a deslanchar. Perry está em terceiro lugar, atrás do novato Herman Cain, empresário negro de sucesso agora pressionado por causa de denúncias de ter cometido assédio sexual nos anos 90.


Fonte: Estadão

Pastor se divide entre os trabalhos da igreja e o campeonato de futebol

O Peladão reúne pessoas de diversas partes da capital do Amazonas e o pastor Elton aproveita o ambiente para falar de Jesus


Pastor se divide entre os trabalhos da igreja e o campeonato de futebol
Em Manaus acontece o maior campeonato de futebol amador do país, o Peladão, que envolve diversas pessoas da capital do Amazonas. Entre elas um pastor evangélico que tenta adequar as partidas à sua rotina de pregação e escola dominical.
Elton é pastor da Igreja Comunidade Internacional do Avivamento, localizada no bairro Jorge Teixeira, na zona leste de Manaus. Ele dá prioridade para os trabalhos da igreja, mas tenta participar ao máximo do campeonato.
“Às vezes é difícil conciliar os dois, porque a maioria dos jogos acontece nos finais de semana, e nesses casos, temos a escola bíblica na Igreja. E infelizmente, não estive presente em todos os jogos. Mas, quando jogo, tento dar o máximo de mim para o time”, disse ele para o jornal A Crítica.
O pastor aproveita a oportunidade para dar testemunho enquanto pratica o esporte que ele mais gosta. “Seguir Jesus é não estar preso apenas no seu circulo de cristãos, você pode sim praticar o futebol e se divertir tentando dar um bom exemplo”, afirma o evangélico.
O treinador do time, Garcia Perez, que convidou o pastor para jogar diz que a religião não atrapalha o time. “Somos amigos e companheiro. A religião dele não interfere em nada. Jogamos futebol e nos divertimos, e isso é o que importa”.
Mas o pastor confessa que aproveita a oportunidade para falar de Jesus e apresentar o evangelho para os outros amigos do time. “Procuro passar o Evangelho para os companheiros com um bom testemunho e não só de palavras. Porque sempre onde estivermos temos que ser sal da terra e ser exemplo”, diz Elton que acredita que é possível usar o futebol para atrais pessoas para Cristo. “Podemos estar em qualquer canto, mas sempre temos que ser diferente”, encerra.
Com informações A Crítica

Comunidade virtual diz que Jesus devia ter apanhado mais

No Brasil existe liberdade de expressão. É um direito garantido pela lei, mas existem limites para toda e qualquer manifestação.  A liberdade na internet parece ter chegado a outro patamar, uma vez que não existe um órgão fiscalizador. Cada um diz o que bem entende e muitas vezes causa tristeza e revolta em outros.
Já se tornou comum a prática de campanhas que utilizam o e-mail para pedir que sites, blogs e comunidades de redes sociais sejam excluídas ou bloqueadas. Uma das mais recentes é a nova tentativa de tirar do ar a comunidade do Orkut que leva o nome de JESUS DEVIA TER APANHADO MAIS™ Ela pode ser acessada no endereço www.orkut.com.br.
Quem está familiarizado com o Orkut sabe que pode clicar no botão “denunciar abuso” e que um grande número de denúncias pode fazer com que ela, de fato, saia do ar.
Mas a descrição da comunidade afirma em tom de desafio:
“Jesus veio para pagar os nossos pecados e não apanhou nem 5 minutos! HOMEM FROUXO!
Mesmo após duas comunidades deletadas, milhares de denúncias, ameaças de morte, tentativas de invasão, ataques de folders, ofensas e pregações de fanáticos religiosos continuamos cada dia mais fortes. Porque ninguém nos obrigará a acreditar em um mito! Mais de três anos e nenhum castigo divino!
Ele deve ter ficado com medo de mim!”
O seu criador e grande parte dos membros da comunidade parecem não se preocupar com esse tipo de campanha. Afinal, a comunidade já saiu do ar duas vezes. Mas pelas facilidades da internet, foi criada novamente com o mesmo nome.
Quem está acostumado com o mundo das redes sociais provavelmente não se espanta mais com esse tipo de coisa. Afinal, existem centenas e possivelmente milhares de grupos que, de uma maneira ou outra, causa ofensa a um grupo específico. A justificativa sempre é a “liberdade de expressão” e o repúdio a uma “censura”.
Talvez por isso, muitos cristãos já migraram para redes sociais temáticas, que reúnem apenas pessoas que pensam da mesma forma. Foi assim que depois do Youtube criaram o GodTube, depois do Orkut e Facebook surgiu o Tangle e depois do Twitter veio o Christian Chirp.
Possivelmente o grande motivador desse tipo de iniciativa é a busca de um ambiente onde as crenças dos usuários não serão atacadas ou desprezadas. O desafio que se apresenta para os cristãos é o mesmo: Como estar no mundo (virtual ou real) sem participar nas coisas do mundo (virtual ou real)?
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Católicos e muçulmanos denunciam tentativas de eliminar a fé na Europa

Católicos e muçulmanos reclamam publicamente de perseguição religiosa

Católicos e muçulmanos denunciam tentativas de eliminar a fé na Europa
Cada vez mais as pessoas religiosas parecem ser mal vistas na sociedade europeia, em grande parte indiferente à fé. Seja com acusações de antissemitismo, cristianofobia, islamofobia ou blasfêmia, alguns países, como a França, parecem estar diante de uma encruzilhada, que pode alterar os rumos e o seu futuro.
Antigamente as reclamações de perseguição eram comuns apenas entre judeus. Agora, os católicos também têm procurado fazer sua voz ser ouvida. Eles irão realizar dia 9 de novembro em Paris, um encontro para debater o tema “O cristianismo ainda tem lugar na Europa?”.
A iniciativa é da organização Aide à l’Eglise en Détresse [Ajuda à Igreja que Sofre], que é reconhecida pelo Vaticano e se dispõe a apoiar os cristãos perseguidos, especialmente em países de maioria muçulmana. Esse dia de reflexão pretende mostrar ao mundo “as discriminações sofridas por cristãos e a rejeição do cristianismo em toda Europa, onde a fé cristã e a Igreja são constantemente ridicularizadas ou ostracizadas”.
O diretor da organização Marc Fromager, afirma que esta é uma tentativa de promover a liberdade religiosa. Para ele, a Europa está renegando sua cultura e sua história. “A cristianofobia também toca ao Ocidente”.
Recentemente denunciado pelo papa, o risco de “marginalização do cristianismo” no Velho Continente resultou na criação de um “Observatório Europeu da Intolerância e da Discriminação contra os Cristãos. Seu propósito é chamar a atenção para a “proibição de símbolos religiosos em espaços públicos, e combater os estereótipos negativos na mídia”. Não são apenas judeus e muçulmanos que percebem ter seu direito de crer ameaçados.
O antropólogo das religiões Malek Chebel afirma que no século 21, não faltam hipóteses para explicar as atitudes assumidas por grupos religiosos há algum tempo. Seu desejo, explica ele, é estabelecer “fronteiras ‘intransponíveis’ e responder todo ataque com um contragolpe”.
Recentemente a França teve mostras claras desse processo. Católicos revoltarem-se e protestaram durante vários dias contra um espetáculo teatral em Paris que sujava a face de Cristo. Depois de ter anunciado uma edição com a imagem do profeta Maomé na capa, o jornal Charlie Hebdo teve seu escritório incendiado e seu site invadido “em nome de Alá”.
“A reabilitação dessa noção de blasfêmia pode parecer anacrônica para os não religiosos, um grupo cada vez mais numeroso. Porém, historicamente o blasfemo era necessariamente um fiel”, explica Olivier Bobineau, sociólogo das religiões. “Hoje, denunciar uma blasfêmia é apenas um meio para que os religiosos lembrem-se da importância do sagrado”.
Mas e quando a motivação tem razões erradas ou duvidosas? Os muçulmanos são enfáticos em alegar que a representação do profeta do Islã é uma ofensa, uma blasfêmia. “Não está escrito em nenhum lugar do Alcorão que essa representação é proibida”, lembra Chebel, que também é tradutor do Alcorão. Para ele, todo grito de blasfêmia também é “um grito de adesão das pessoas que se sentem diminuídas ou amaldiçoadas”.
O padre Herve-Pierre Grosjean provocou um debate acirrado na blogosfera católica, ao comentar os protestos contra a peça Sobre o conceito do rosto do Filho de Deus. Ele escreveu “Tendo se tornado agora uma minoria na sociedade francesa, os católicos não aceitam mais sofrer diante de um denegrimento que era suportável quando eles eram maioria”.
A comunidade muçulmana também está inquieta. O Coletivo contra a Islamofobia na França (CCIF) realizou um congresso que reuniu centenas de pessoas dia 30 de outubro. O seu objetivo declarado era “decretar um estado de emergência perante os recentes atos islamofóbicos”. O Conselho Francês do Culto Muçulmano anunciou para dezembro um balanço desses atos e pretende continuar denunciando regularmente o “clima antimuçulmano” que vive a Europa.
Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Islamophobia e Le Monde