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sábado, 5 de novembro de 2011

A modernidade e as amplas prateleiras do mercado religioso

Ed René Kivitz

O aspecto mais relevante do novo cenário religioso no Brasil revelado pelas pesquisas recentes é o surgimento de uma nova personagem: o religioso não institucionalizado, que busca uma experiência de espiritualidade não tutelada pelas hierarquias das religiões formalmente organizadas em termos de dogmas, rituais e códigos morais. Vivemos os dias da religião sob medida, montada por consciências individuais que misturam os ingredientes disponíveis nas prateleiras do mercado religioso.
O sociólogo Otto Maduro define religião como “conjunto de discursos e práticas referentes a seres superiores e anteriores ao ambiente natural e social, com os quais os fiéis desenvolvem uma relação de dependência e obrigação”. As ciências da religião sugerem que as religiões se estruturam com base em dogmas, rituais e tabus, isto é, crenças adotadas como verdades inquestionáveis, celebrações litúrgicas em homenagem e devoção às divindades, e regras de comportamente moral que acarretam benesses ou maldições. A modernidade não conseguiu acabar com a relação de dependência e obrigações, pois o ser humano é essencialmente assustado com a ideia da morte, atormentado pela sua finitude, encurvado pelo peso de uma culpa ancestral, apovarado ante o mistério da imensidão do Cosmos, e perdido em termos de sentido para a existência. Por essa razão, buscará sempre seus deuses, fabricará seus ídolos e se curvará diante disso que Rudolf Otto chamou de mysterium tremendum, a que damos o nome de Deus.
Mas a modernidade destruiu, sim, a religião como sistema de dogmas, rituais e tabus. O conceito de modernidade nos remete à segunda metade do século XVIII, com a revolução industrial – capitalismo, ciência e técnica, urbanismo, desenvolvimento ilimitado, e a revolução democrática sensível aos direitos humanos, e principalmente ao conceito de indivíduo e ao descobrimento da subjetividade, que afirma a consciência individual acima de qualquer autoridade, e liberta o indivíduo de sua dependência das instituições sociais, inclusive e principalmente religiosas.
Este ideário moderno exige dois outros aspectos da individualidade: a autonomia e a racionalidade. Autonomia – a lei em si mesmo, fala da capacidade do indivíduo agir movido e orientado por sua própria consciência, assumindo, portanto, a responsabilidade pelos seus atos. Implica todo poder normativo subordinado à consciência individual, e conseqüentemente a rejeição de todo poder arbitrário e dogmático, quer seja ele representado por um Estado ou governo, uma ideologia ou religião, ou mesmo uma divindade ou em última instância Deus. O princípio cartesiano “penso, logo existo” explica o Iluminismo como esclarecimento racional, em oposição ao dogmatismo fundamentalista e obscurantista.
O resultado desse processo é que a modernidade, apesar de avanços significativos – o pluralismo ideológico, a abrangência da educação, a superação da superstição e a emancipação da ciência, também significou racionalismo, individualismo, humanismo e secularismo – a religião fora do espaço público e o universo vazio do divino e do sagrado. A modernidade deu origem a “ismos” tão opressivos e escravizadores das consciências e das massas quanto os “ismos” religiosos contra os quais se levantou.
A verdade é que os avanços da ciência, da técnica e da razão, que em tese deveriam construir um mundo melhor, promover a justiça e a paz, e apontar caminhos para a felicidade e a realização existencial do ser humano, de fato fizeram água. O saldo da modernidade é o rompimento com as instituições sociais religiosas e o abandono da pessoa humana à sua própria consciência e à mercê de sua liberdade. Mas ainda carregando no peito as mesmas questões que afligiam nossos antepassados. O vazio do universo implicou também um vazio de sentido (niilismo) e um vazio de critérios morais para ordenação da vida. Essa é uma das compreensões possíveis à denúncia de Fiódor Dostoiévski: “Se Deus não existe tudo é permitido”. Eis porque a experiência religiosa tutelada pelas religiões institucionalizadas se esvaziou, mas a busca pelas dimensões da espiritualidade cresce a olhos vistos.
O rebote da modernidade é a chamada pós modernidade – ou hiper-modernidade, alta modernidade, modernidade tardia, modernidade radicalizada, modernidade líquida, seja lá como quiser chamar. O tempo se encarregou de desmascarar as pretensões da razão humana e fez as vezes dos profetas e sábios místicos que sempre insistiram em afirmar que a realidade é distante e profunda, e que o universo esconde mais mistérios do que é capaz de descernir a “vã filosofia”. O mundo atual se explica mais pelo recrudescimento dos fundamentalismos religiosos do que pela ausência de religião. Em resposta ao relativismo e ao niilismo moderno, a religião ressurge na pós modernidade com uma força avassaladora.
Ainda que afetados por interesses geopolíticos e econômicos, o conflito entre Ocidente e Oriente não pode ser entendido nem terá solução sem uma clara comprensão das forças e implicações do embate entre o Cristianismo e o Islamismo como matrizes de sentido para as civilizações que sustentam. Alguns dos mais relevantes debates contemporâneos, quer sejam científicos, éticos, políticos ou econômicos são travados na arena religiosa: criacionismo versus evolucionismo como teoria a ser ensinada nas escolas, o aborto como questão moral ou de saúde pública, e os direitos civis dos homossexuais e as controvérsias ao redor das leis contra a homofobia, são exemplos recentes de conflitos entre os que acreditam na prosperidade social atrelada ao retorno aos valores religiosos da tradição judaico-cristã contra aqueles que defendem um estado laico e secular.
Assim como em muitos de seus intentos, a modernidade fracassou também em acabar com a religião. A racionalidade científica e o secularismo obviamente não conseguiram provar que Deus não existe, pois Deus não é variável epistemológica, isto é, Deus não é passível de verificação em testes de laboratório. Mas a modernidade conseguiu ainda que temporariamente desferir um duro golpe nos representantes de Deus, notadamente as instituições religiosas e seu clero. A experiência religiosa já não se resume à obediência cega aos dogmas e à hierarquia institucional. A sociedade moderna não abandonou Deus, mas colocou seus intérpretes e seus representantes coletivos sub judice. Deixou de lado as tradições e seus necessários hábitos, costumes e crenças. E partiu para uma viagem pessoal e particular rumo à religião privatizada e a uma experiência de fé à la carte.
As massas decepcionadas com a modernidade e suas promessas voltam a correr para as categorias do sagrado, do transcendente, e do divino. Nos países do chamado terceiro mundo a religião nunca saiu de moda. Conceitos como modernidade e pós modernidade passam longe dos dilemas de quem vive na pobreza e na miséria extrema. Os resultados das últimas pesquisas a respeito do cenário religioso no Brasil indicam que com sua mensagem que enfatiza o poder do Espírito Santo e a interferência de Deus no cotidiano das pessoas, as igrejas evangélicas crescem sem parar. Motivados pela busca de solução para seus problemas pessoais e dificuldades de inserção na sociedade, as massas se convertem à esperança prometida pela religião. As pessoas trocam de religião ou de credo em virtude de questões como desemprego, doenças na família, problemas conjugais, perdas significativas e sofrimento intenso, e também e principalmente a solidão e a necessidade de sentido existencial. Quem não tem para onde correr, corre para Deus. Os que sabem disso e não têm escrúpulos em se aproveitar da fragilidade de quem sofre são protagonistas de um processo nefasto que mantém acesa a fogueira da religião entendida no pior de seus sentidos.
O atual retrato da fé permite a afirmação de que, se é verdade que as instituições religiosas estão abaladas, Deus continua vivo como sempre, e adorado – ou idolatrado – como nunca.


[Publicado originalmente no jornal Valor Econômico, 14 de outubro de 2011]

Divulgação Genizah

Não sou melhor do que ninguém

 Manoel dC

Reflexões de um peregrino na véspera de seu aniversário.

Não sou melhor do que ninguém. Sou um simples passageiro do tempo, nada mais. Um sobrevivente que luta sofregamente pela vida, “carregando no costado” 53 anos, um pouco mais de meio século de existência. Sinto-me um peregrino a caminho do céu, que se vê muitas vezes, anacrônico, inadequado e perdido no mundo, como no meio de densa tempestade de areia no deserto da vida, me vendo às vezes sem direção, sem norte e sem companhia, mesmo rodeado de gente querida que me estime muito.

Não sou melhor do quer ninguém. Vejo-me como um cristão comum em meio a milhões de outros inconformados, um profeta fora de lugar, um provocador de inquietações, com certa dosagem de subversão para conspirar contra o status quo da religião legalista e contra a injustiça na sociedade enfermiça.

Não sou melhor do que ninguém, por isso minha teologia é inclusiva e graciosa, não contendo o teor triunfalista dos que levantam a bandeira da versão gospel do “corpo fechado”, baseada na hermenêutica capenga que interpreta o “caiam mil ao meu lado, não serei atingido” do salmo 91 como o cristão sendo uma espécie de super-homem inatingível e “os outros” que tropecem e caem no inferno.

Como não sou melhor do que ninguém, minha teologia passa pela Graça Comum que admite que Deus faz nascer o sol sobre justos e injustos, bem como também, por inferência, faz cair a chuva e as nuvens sombrias sobre todos, indistintamente, incluindo a enfermidade, a morte física e toda dor que isso implica.

Não sou melhor do que ninguém
. Assim, sou um cristão que em nada se sente especial em relação aos outros romeiros que vagueiam pelo vale árido que é esse planeta chamado Terra. E caminhando passo a passo ao lado desses milhões de valorosos companheiros de mochila, mesmo dotado de equipamento de segurança e bússola de orientação, ainda sim, posso ser alvejado por meteoritos de dificuldades que me infligem dor, dúvidas, choro e angústia junto com meus outros companheiros de crepúsculo.

Não sou melhor do que ninguém
, por isso, confessando minha vulnerabilidade, e se não fosse a ação libertadora e soberana do Senhor Jesus na minha vida, posso ser contagiado por qualquer um dos milhões de vírus e bactérias invisíveis que permeiam o ar como qualquer outro mortal, e ser acometido por enfermidades as mais variadas, mesmo aquelas que fazem estremecer o corpo e arrepiar a espinha cervical de qualquer um.

Não sou melhor do que ninguém
, e posso ser surpreendido por acidentes nas ruas ou estradas como qualquer um, ser assaltado nas calçadas, passar por qualquer tipo de coerção física ou moral, igualzinho a qualquer pessoa que vive nesse tempo de violência generalizada e receber todas as consequências que resultam de uma cidade socialmente necrosada e o que isso possa acarretar, como cidadão que mora aqui.

Não sou melhor do que ninguém, portanto admito minha limitação cultural, intelectual, espiritual e econômica, que não tenho todas as respostas na ponta da língua, que ainda não tenho casa própria, e que não viajei pelos principais países do mundo e nunca pus os pés na Terra Santa. Não estou vinculado a nenhuma denominação histórica, e não tenho aval de nenhum figurão denominacional que me dê qualquer segurança futura ou garantia de suporte que me venha a ser confortável no presente.

Sinto-me e quero continuar me sentindo como um cidadão comum que dependa exclusivamente da graça de Deus. E quero continuar assim.

Não sou melhor do que ninguém
. Por isso, quero dar passos decididos adiante, tendo uma postura de quem espera a morte inevitável com serena certeza do porvir com Jesus, mantendo a reverência, a esperança e a alegria, antevendo a eclosão do raiar de um novo dia, e a abertura do portal que me transportará para a eternidade para sentar à mesa, na presença de Jesus.

Não sou melhor do que ninguém, e por causa disso, tenho e preciso de pessoas ao meu redor que me amam, me apoiam e me acolhem. Li essa semana um livro de Jo Nesbø que dizia em um diálogo que o problema não é eu me sentir só no mundo, mas não ter ninguém no mundo, que se importe comigo. E amigos verdadeiros que se importam comigo de fato são raros, mas eu os tenho...

E como não sou mesmo melhor do que ninguém, por fim compartilho com meus amigos os meus parcos pertences, o pouco que carrego em minha mochila de peregrino: sementes de grão de mostarda para quem quer conspirar pelo Reino junto comigo, mantas de acolhimento R15, um abrigo no coração, e mantimentos de esperança, força de vontade e fé que nos darão alento renovado e novas forças para continuar a jornada, e avançar mais um pouquinho o Reino, e contando com a ajuda imprescindível do Espírito Santo, junto com meus companheiros de caminhada, prosseguir assim, enquanto Deus nos conservar com vida.


Mano é um queridão e nos honra com a sua amizade. Parabens!

Só Cristo Salva - com Michela Fonseca

Cristianismo X Religião III
No dicionário da língua portuguesa, encontramos "religião", como sendo: serviço ou culto a Deus, ou a uma divindade qualquer; crença ou doutrina religiosa; veneração às coisas sagradas; devoção; fé; piedade. Depreendemos, portanto, que não é a sua religião que o torna cristão - há pessoas que prestam culto a animais, objetos e até ao Diabo -. E mais, que o cristianismo não tem sua origem no homem, mas, no próprio Deus. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más" (João 3:16-19). O fundador do cristianismo chama-se Jesus Cristo, o único e soberano Deus, a quem devemos adorar e cultuar (Êxodo 20:3-5). Essa é de fato a verdadeira religião, porque antes de qualquer uma se notabilizar, Ele já existia! E é por essas e outras que... Só Cristo Salva!

Cumprir o "Ide" de Jesus Cristo. Este tem sido o trabalho do irmão Edvaldo Ribeiro da Silva, líder do Ministério de Louvor Servos do Rei. Ele é o responsável pela inovadora ação evangelística realizada em baixo de um pé de árvore - um juazeiro -, localizado na área interna do Posto São Cristovão (antigo Posto Maranata) na saída para Fortaleza (CE). Ali, todos os domingos, às 8h, o Irmão Edvaldo recebe pastores (as), cantores (as) e amigos (as) que o ajudam na pregação do Evangelho a caminhoneiros de todo o Brasil. Casado com a irmã Naudiana e pai da cantora Cryslene, ele também realiza trabalhos evangelísticos em locais como a Casa de Apoio Betel e na comunidade do Puxa Boi.

CONVERSÃO - Eu não conhecia a verdade que é Jesus Cristo, e vivia de farras, com muitas mulheres. Meu vício era mulher. Então um dia cheguei em casa, e li numa Bíblia que ficava de enfeite na estante, que a prostituição me levaria a condenação eterna. Na mesma hora, pedi perdão a Deus rogando que Ele me salvasse. A partir dali, passei a buscar ao Senhor, pedindo para me libertar. Foi quando conheci um amigo chamado Nildo, que na época, estava afastado de Deus. Passei a pedir informações sobre a Bíblia a ele, e através deste fato, ele voltou para Jesus, e Cristo me salvou. Fui o primeiro da família a me entregar a Jesus. Depois foi minha filha Cryslene, e em seguida, minha mulher e hoje 50% da minha família são evangélicos.
EVANGELISMO - Me converti e passei a me congregar na Igreja Assembleia de Deus, no bairro Abolição IV. Um ano depois, através de uma senhora que tinha um filho dependente químico, internado na Casa de Recuperação Desafio Jovem fui fazer uma visita. A partir dessa visita, senti um chamado para evangelizar aqueles internos. Assim, passei três anos pregando a palavra de Deus no local, quando vários deles aceitaram a Jesus. Hoje, alguns deles são até pastores, como é o caso do irmão Abimael, da Igreja Verbo da Vida.  
LOUVOR - Depois da conversão, minha filha começou a louvar a Deus, e após um ano, gravou um CD. Mais tarde, meu cunhado, que tinha uma banda de pagode em Fortaleza, se converteu e se desfez da banda, doando os instrumentos para mim. Foi aí que comecei a montar o Ministério de Louvor Servos do Rei, em dezembro de 2010. Hoje, minha filha Cryslene é vocalista do grupo, composto por mais seis integrantes e temos contribuído com a obra de Deus, pregando o Evangelho através da música e pregação da palavra.
JUAZEIRO - No dia 4 de janeiro de 2009, realizamos um culto em baixo de um pé de juazeiro, localizado na área interna do posto de combustíveis que era chamado de Maranata - hoje é São Cristovão -. Aí passamos a realizar o trabalho evangelístico todo domingo. Estamos prestes há completar três anos, sempre com a colaboração de pastores e cantores de várias denominações. Já ganhamos mais de cem caminhoneiros de várias partes do Brasil para Jesus. O trabalho é puramente evangelístico, sem placa denominacional.  Sempre pregando que só Cristo salva.
CONTATO - Os pastores e igrejas que desejarem nossa colaboração podem contar com nosso apoio, pois o Ministério Servos do Rei tem como prioridade, pregar o evangelho a todas as criaturas, independente de cor, raça, posição social e religião. Os telefones para contato são: 9656-7852, 9411-8108 e 8896-7291.
Confira esta entrevista na íntegra no site www.nomomento.com

 
ENTRELINHAS
. A Igreja Assembleia de Deus encerra hoje sua Conferência Missionária, iniciada quinta-feira, no Templo Sede, sob o comando do pastor Martin Alves.

. Neste sábado, no Culto de Jovens, da Igreja Cristã Evangélica do Inocoop, participação dos Ministérios de Louvor, G-4 e de Dança, da Igreja do Evangelho Quadrangular. Será a partir das 19h, na rua engenheiro Carlos Dumaresque, Inocoop São Manoel.

. O conferencista Ubirajara Almeida, do Ministério "É já a Última Hora", se prepara para realizar uma viagem missionária para África. Contribua via 8886-7374 ou 9999-4748.

. O irmão Arnon Dutra, da Igreja Batista Fundamentalista, coordena o IX Campeonato Evangélico de Futsal, que este ano conta com 26 equipes de denominações distintas.



O pastor Renato Oliveira comandou equipe da Igreja Internacional da Graça de Deus, quarta-feira, 2, no Cemitério São Sebastião, quando distribuiu o jornal Show da Fé, para populares e autoridades como a prefeita Fafá Rosado


MULHERES - A Igreja Batista Memorial realiza no dia 15 de novembro o seu I Congresso de Mulheres. A abertura será às 9h, na sede da igreja, localizada na Rua Nossa Senhora de Fátima, s/n, conjunto Santa Delmira II. O tema é "Mulheres de Joelhos - Famílias de Pé", tendo como preletoras, Sandra Paiva, de Brasília e Kaline Guirra, de Mossoró.


O pastor Marcelo Menezes prepara a festa de 32 anos da Igreja do Evangelho Quadrangular em Mossoró. Será dia 12, às 16h, com a Caminhada da Paz, e às 19h, com culto de ação de graça com pregação do pastor Jessé Santana da MINJ e louvor de Carlos Skarlack


O Pr. Irailde Galdino dirige toda quinta-feira do mês de novembro a Campanha "Por Causas Impossíveis". A reunião de oração acontece até o dia 8 de dezembro, às 19h, na Igreja Assembleia de Deus Madureira, localizada na Av. Diocesana, 63, Doze Anos


O Pr. Edson Magalhães, da Igreja Batista Ágape, comanda o Ministério de Louvor "Nascidos Para Adorar". O grupo tem abençoado várias igrejas de Mossoró e Região. Para contatá-los é só ligar: 8898-2671 

Jornal Gazeta do Oeste

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O que Cristo tem a ver com esse cristianismo...



Levi Bronzeado


O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que, no tempo da igreja primitiva se entregou ao Imperador Constantino em troca de cargos e isenção de impostos -, costume esse, que felizmente para uns e infelizmente para outros, ainda hoje reina?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que, no tempo do imperador Justiniano fomentou perseguições, revoltas e guerras por causa do culto às imagens de esculturas, ─ que ainda hoje, alguns praticam para gáudio de seus próprios “egos”?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que, para cristianizar e escravizar os povos do Ocidente fez do Rei Carlos Magno, seu chefe espiritual ─, cujo ideário ainda se mantém intacto na esdrúxula politicagem atual?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que introduziu as Cruzadas, para em duzentos anos de guerra, praticar roubos e crimes em nome de Deus ─, semelhante a nossa história de D. João VI para cá?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que promovia execuções públicas para concretizar sua intenção de intimidar o povo no tempo das grandes inquisições ─, que de forma escamoteada ainda predomina entre nós?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que fez do judeu convertido Tomás de Torquemada um sanguinário implacável, o qual em defesa da fé jogou dez mil à fogueira. ─ Fogueira essa, hoje, representada pelo submundo dos desvalidos e marginalizados do nosso imenso país?
O que o Cristo tem a ver com esse cristianismo que prendeu e torturou Galileu, só porque ele afirmou, com comprovação científica, que o sol e não a terra, era o centro do nosso sistema planetário ─ fato que ainda hoje faz da ciência a maior inimiga da religião?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo, que no Brasil, a troco de civilização, escravizou os nossos antepassados com um espúrio catecismo imposto a ferro e fogo, e que hoje, com um outro nome (doutrina) ─, faz o mesmo papel?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que reconstruiu os muros da intolerância entre as nações ─, e continua até hoje, através dos massacres ideológicos dos paises de primeiro mundo, contra os de segundo e terceiro mundos?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que restaurou o véu do templo, para ali, tentar falar com Deus sem a intermediação do seu Filho ─, como fazem algumas seitas que não quero revelar os nomes?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que faz propaganda enganosa de curas, diariamente, com horário pré-estabelecido nas emissoras de televisão?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que estimula e exalta os instintos arcaicos dos indivíduos, levando-os, por fim, a uma histeria coletiva grotesca ─, que muitos acreditam ser o mesmo poder que desceu sobre os que estavam reunidos em Jesusalém no dia de Pentecostes ─ acontecimento registrado no livro de Atos dos apóstolos?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que reedita a Sua crucificação ─ ao substituí-Lo por amuletos e réplicas desrespeitosas dos símbolos judaicos, numa heresia nunca vista nos últimos tempos?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que leva multidões de incautos, sem sabedoria, a se reunirem para sessões de quebra de maldições em praça pública ─, invalidando o sacrifício d’Aquele que se fez maldição por nós?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que deturpa o sentido dos versículos bíblicos ─, ao afirmar que, se o crente não possui tudo o que o vil deus Mamon oferece, é porque está em pecado?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que faz da Bíblia o livro mais vendido no mundo ─, para simplesmente ser carregada por muitos, em procissões, como imagem de escultura?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que prega e “emprega” ─, mas evita ao máximo, que as almas se disponham a comprovar através do estudo, se o que se alardeia é correto ─ como fizeram os de Beréia?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo que divide os crentes em duas classes ─ os de primeira classe são os que têm o dom de glossolalia, e os de segunda classe são aqueles comedidos que só falam o seu idioma pátrio?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo, que de forma engenhosa e sutil, continua nos nossos dias iludindo a muitos ─ com seu discurso hedonista, recheado de atraentes guloseimas que empanturram o corpo e enfraquecem o espírito?
O que Cristo tem a ver com esse cristianismo de pífios espetáculos e práticas escandalosas, cujos líderes promovem disputas engalfinhadas para se apoderar do farto comércio do “butim gospel”?
NA REALIDADE, MEU IRMÃO, CRISTO NÃO TEM NADA A VER COM ESSE SIMULACRO DE CRISTIANISMO, QUE VEM SENDO DIFUNDIDO DESDE OS TEMPOS MAIS REMOTOS ─ PELOS QUATRO CANTOS DA TERRA.

http://www.pavablog.com/

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Malafaia e a nova guerra com o movimento gay

Pastor Silas Malafaia vai processar líder de movimento gay
O pastor Silas Malafaia e o movimento gay estão em guerra mais uma vez. Na semana passada, a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis (ABLGT) enviou ofício para o Ministério das Comunicações pedindo a retirada do ar do programa de Malafaia.
A ABGLT acusa Malafaia de pregar a violência contra os homossexuais ao dizer que a igreja tinha que ‘baixar o porrete em cima deles’. O telepastor afirma que a sua fala foi editada e tirada de contexto. Malafaia diz que atacou o movimento porque a Parada Gay ‘ridicularizou os católicos’ no meio do ano.
No sábado, Malafaia anunciará em seu programa de TV que vai processar Toni Reis, presidente da ABGLT.
Por Lauro Jardim

Psicóloga afirma que Conselho Federal de Psicologia tem feito partidarismo para militantes gays

Em entrevista ao Gospel Prime Marisa Lobo ela fala da perseguição que tem sofrido e como pretende se defender de todas as acusações


Psicóloga afirma que Conselho Federal de Psicologia tem feito partidarismo para militantes gays
A psicóloga Marisa Lobo saiu do anonimato ao se posicionar contra o que chamou de “partidarismo do Conselho Federal de Psicologia” (CFP) e apresentou uma denuncia formal através do deputado e pastor Marco Feliciano, passando a ser talvez a mulher cristã mais odiada no país por militantes gays e psicólogos não cristãos.
Ela tem um currículo extenso que inclui um estágio na Mont Sinai Hospital, em New York, a convite do governo dos Estados Unidos, trabalhando na Divisão Internacional de Atenção Primária a Saúde. Marisa Lobo também tem três livros publicados e uma agenda de palestras em todo o Brasil.
Evangélica, ela frequenta, juntamente com o seu esposo Jofran, a Igreja Batista do Bacacheri, em Curitiba e por professar sua fé tem sido alvo de inúmeros ataques de militantes gays que tentam impedir que ela se manifeste contrária às práticas homossexuais. Perseguição que ela classifica como “heterofobia, teofobia, preconceito por eu me declarar Cristã”.
Marisa tem travado uma batalha pessoal contra o CFP, pedindo que o conselho adote uma postura ética e deixe de tomar partido nas causas homossexuais. Marisa pede também que o CFP seja investigado por suas atitudes e cita em entrevista ao Prime um suposto dossiê, com vídeos, fotos e documentos que comprometeriam o CFP.
Acompanhe a entrevista:
Gospel Prime – Como a senhora se sente ao ser considerada a maior psicóloga cristã do Brasil a que se deve esta fama?
Marisa Lobo – Não me considero a melhor do Brasil, Jesus sim é o maior psicólogo da humanidade. Me considero ousada e pronta a realizar a tarefa de defender com meu conhecimento o evangelho, como todo profissional cristão deveria fazer.
Por que a senhora se define como “Psicóloga Cristã”, dá pra conciliar religião com profissão?
Marisa – Porque sou Cristã, creio em Jesus Cristo como meu único Senhor e Salvador, creio que ele cura, sara e liberta. E tenho sido agraciada com essa verdade, além do mais, essa é minha orientação de fé. E tudo, absolutamente tudo em minha vida está subordinado á palavra de Deus inclusive minha profissão, creio ser por isso que sou, graças a Deus, bem sucedida.
Você tem sido lembrada como a psicóloga que está enfrentando o Conselho Federal de Psicologia (CFP), a senhora reconhece esta fama?
Marisa Lobo – Apenas tomei uma posição perante mim mesma, a de cobrar atitude deste conselho que nos cobra tanta ética, nos fiscaliza o tempo todo e, tem tido comportamentos partidários, tem militado em causas como se fosse um partido político e não um conselho federal da profissão.
Pra você o CFP tem sido partidário ao abordar a questão da homossexualidade no Brasil?
Marisa Lobo – Com certeza tem sido. Participando até em marchas Gays em são Paulo, por exemplo, com carro de som e tudo. Fazendo passeatas em Brasília, com projetos inclusive de mudar a identidade do profissional que se considerar um travesti, e quiser ser chamado por outro nome.
Se nós como psicólogos não podemos induzir orientação sexual, religião e política, porque o conselho em nome de uma pseudo proteção das minorias milita induzindo a convicções partidárias em todas as áreas, quem fiscalizará este conselho?
O CFP abriu novo procedimento de avaliação para apurar as denuncias feitas contra o pastor e deputado Silas Malafaia, a senhora acredita que o CFC cassará o registro profissional do pastor Silas?
Marisa Lobo – Não, pois se acontecer será perseguição heterofóbica e religiosa. Eles estão sem moral para isso, acho que deveriam investigar a si próprios.
Saiu um dossiê de um psicólogo não evangélico, que mostra fotos, vídeos da militância do CFP isso sim tem que ser investigado, e já está sendo pelo Delegado Francischini, hoje Deputado Federal, pelo Fenasp, pelo deputado Marco Feliciano, por senadores e pelos próprios psicólogos que estão se sentindo enganados, lesados pelo CFP que extrapola em suas ações, usando a questão da Homofobia, para promoção pessoal, como é possível observar nas denuncias feitas pelo psicólogo Luciano Garrido do distrito federal, que não é evangélico.
No Twitter você tem sido constantemente atacada por ativistas do movimento homossexual a que se deve estes ataques?
Marisa Lobo – Heterofobia, teofobia, preconceito por eu me declarar Cristã, por ter ousado questionar o conselho sobre o conteúdo do KIT gay, que é absurdamente sexualizado. Tanto que a presidenta Dilma Russef, com a força da nossa frente da família, acabou com esse kit, e o CFP, foi as ruas, militando como um partido político cobrando atitude da presidenta. Como se fosse da competência do conselho tal atitude, isso foi uma militância explicitamente gay. De forma ostensiva e se escondendo atrás de uma bandeira que nos faz duvidar das verdadeiras intenções, pois me parecem estarem legislando em causa própria. Tem muita coisa por detrás desse comportamento, além de acabar com o preconceito. Se essa fosse a verdadeira causa, estariam centrados, discretos, agindo conforme o código de ética.
A senhora já teve alguma denuncia por se posicionar contra a homossexualidade?
Marisa Lobo – Na verdade eu não me posicionei contra a homossexualidade, porque o conselho persegue todos que o fazem, apenas dou minha opinião. Mas oficialmente não, apenas tenho a informação de que já teriam encaminhado mais de 40 denúncias, contra mim, pelo menos é o que eles dizem, talvez para me amedrontar. Inclusive colocaram meu registro profissional nas redes sociais pedindo para militantes da causa me denunciarem.
O que faria se tivesse seu registro cassado por isso?
Marisa Lobo – Eles não poderiam, sei dos meus direitos. Mas caso acontecesse com certeza pediria investigação para apurar esses comportamentos do conselho, porque seria perseguição religiosa e isso eu não aceito de forma alguma. Temos o Fenasp toda uma bancada evangélica acompanhando essa perseguição, além de católicos, psicólogos e padres.
Nos comentários em seu twitter muitos criticam sua posição religiosa, a senhora se sente perseguida?
Marisa Lobo – Muito, e agradeço a Deus por isso, pois é cumprimento de sua palavra, e depois só me perseguem porque estou incomodando, porque temem, porque sabem que tem fundamentos minhas críticas, e eles nem sonham com o batalhão de psicólogos insatisfeitos, com a postura desse conselho e com essa ditadura de minorias que está se instalando no Brasil.
Tem sido orientada por alguém quanto as suas opiniões nas redes sociais?
Marisa Lobo – Sim, tenho amigos deputados e advogados me acompanhando, parece que estamos vivendo uma ditadura mesmo, pois não se pode falar nada, que somos acusados, de homofobia, de destilar ódio. Só eles querem ter direitos especiais, eu também quero como mulher ser respeitada, e me desrespeitam. Não podemos falar da família tradicional criada por Deus, que os ofende. Tudo tem limite, não podemos aceitar mais isso, respeitar sim, aceitar de forma alguma, porque é uma mentira, querem transforma nossa sociedade em uma sociedade esquizofrênica. Negar a verdade em favor de mentiras que escondem uma libertinagem absurda, e questões que prejudicam diretamente a família mundial. Podem ter direitos sim, mas para isso tem que ridicularizarem os nossos?
Você lançou uma campanha com o pastor Marco Feliciano para saber quem aprovaria um plebiscito para a união de pessoas do mesmo sexo, como tem sido esta campanha?
Marisa Lobo – Sim, para saber o que a população pensa do assunto. Já que o pedido partiu de um dos nossos deputados evangélicos, o pastor Marco Feliciano.
As pessoas comentam?
Marisa Lobo – Sim, a maioria não aceitou a decisão do STJ. E sinto muito terem feito isso, estão contribuindo com o aumento do preconceito e quanto a palavra igualitário, não tem sentido, pois casamento é família tradicional. A única constituída por Deus. Podemos até aceitar que o mundo mudou e que as famílias são diferentes, mas todas vem de uma base formal, natural, tradicional e isso é inegável.

Gospel Prime

Igreja oferece cerveja para atrair novos fiéis

Reunidos em um bar, as pessoas ouvem sobre a Bíblia e depois bebem juntos

Igreja oferece cerveja para atrair novos fiéis
Uma nova igreja está sendo plantada na cidade de San Jose, Califórnia, com uma abordagem “diferente” visando atrair novos convertidos à sua congregação. Ela oferece cerveja aos participantes depois do culto que é realizado em um bar.
O pastor Bill Jenkins é o responsável por essa igreja-bar chamada Urbanlife (Vida Urbana), que utiliza as dependências do bar Loft e Bistro. Os encontros ocorrem todos os domingos às 9h30 da manhã.
Jenkins nasceu na Inglaterra, mas vive há muitos anos nos EUA. Ele explica que sua intenção era criar “um ambiente seguro para uma mensagem perigosa”.  Seu argumento principal é que cerca de 90% dos moradores da região não tem o hábito de frequentar a igreja.
Essas pessoas, segundo ele, têm rejeitado as formas tradicionais de apresentação do evangelho. Além disso, ele entende que a Bíblia fala sobre Jesus dando vinho às pessoas e sendo criticado por suas companhias.
“A maioria das pessoas que vêm até nós não entraria em uma igreja tradicional”, explica o pastor Jenkins, “a vida urbana é uma comunidade de fé, sem ritos religiosos, rituais ou regras feitas pelo homem”.
Isto não significa que a Urban life não possui um conjunto de doutrinas, mas sim que Jenkins prega uma mensagem simples e direta a cada domingo, por cerca de 20 minutos. Depois, as vinte e poucas pessoas presentes separam-se em pequenos grupos e discutem o que acabaram de ouvir.
Em um dos sermões recentes, o pastor, que já foi bombeiro, comparou a vida cristã aos três elementos de um incêndio: calor, oxigênio e combustível. Ele comparou o combustível com nossa conexão com Deus, o oxigênio é a conexão com outros crentes e de calor o que mostramos para os outros, fora da igreja.
Após o final do culto, as pessoas voltam a conversar e tomar cervejas geladas no bar. Jenkins acredita que este é o verdadeiro lugar de um ministério. Nesse ambiente descontraído, as pessoas querem falar sobre sua fé e suas dúvidas.
Ele compara sua experiência com encontros similares que fazia nos pubs da Inglaterra e pretende criar uma atmosfera cristã no bar, pois ali  ”as pessoas se sentem  confortáveis.” Seu objetivo não é criar “um outro clube cristão”, mas deseja focar fortemente no discipulado dos membros.
A trajetória de vida do pastor não é muito convencional. Ele saiu de casa aos 16 para jogar futebol profissionalmente. Não teve muito sucesso e aos 26 decidiu largar a bola e ser bombeiro. Até os 35 anos se considerava um “ateu raivoso”. Porém, por influencia de sua esposa e seu sogro acabou ouvindo o evangelho e pouco tempo depois de convertido já pregava o evangelho a outros.
Jenkins foi ordenado pela igreja Batista da Inglaterra e, quando se mudou para os Estados Unidos, foi aceito como ministro de uma igreja independente no Vale do Sul, San Jose. Ele enfatiza que a Urbanlife adotou como declaração de fé o Credo Niceno e subscreve ao Pacto de Lausanne.
A congregação de Jenkins tem crescido lentamente, principalmente graças à propaganda boca a boca e, claro, o Facebook.
Cam Razavi, o dono do bar frequenta algumas reuniões e explica porque decidiu emprestar o local. “Ele mora perto de nós e tem sido um bom cliente, então por que não?”
Traduzida e adaptada por Gospel Prime de Christian Post e Mercury News

Pastor Yousef Nadarkhani está livre da sentença de morte


O caso do pastor Yousef Nadarkhani, 34 anos, foi levado à Assembleia Geral de Assuntos Sociais da ONU. Ele foi condenado a pena de morte pelo governo do Irã, em setembro deste ano, com a acusação de ter abandonado a religião islâmica. A acusação é devido a conversão de Yousef ao Cristianismo, quando ele tinha 19 anos de idade.
O representante do “Comitê de Assuntos Humanitários”, Ahmed Shaheed, pediu ao Governo do Irã que libertasse o pastor: “Estamos particularmente perturbados por uma recente decisão do Supremo Tribunal (do Irã) de ter sustentado uma sentença de morte para Yousef Nadarkhani, um pastor protestante que supostamente nasceu de pais muçulmanos, mas se converteu”. O pastor foi detido em 2009, quando tentava registrar a sua igreja na cidade. A Embaixada do Irã no Brasil informou que o pastor Yousef Nadarkhani está livre da sentença de morte, mas continua preso.
Sua primeira condenação à morte aconteceu em 2010, mas a Suprema Corte do Irã interveio e conseguiu adiar a sentença. Ao ser revisto, o processo resultou na mesma condenação ao fim do sexto dia de audiência. O pastor pode ser solto caso se converta, mas ele se recusa a negar a sua fé.
Apesar da Embaixada do Irã ter anunciado que ele está livre da pena de morte, o seu futuro é incerto. O Centro Americano de Lei e Justiça, ACLJ, informou recentemente que o Serviço Secreto do Irã estaria oferecendo livros e folhetos muçulmanos ao pastor, mas suspeita-se que a intenção não seja apenas de tentar convertê-lo, mas de fazer com que ele ofenda o Islamismo, para ter provas de que ele desrespeitou a religião oficial do país e executar a pena de morte.
Outro caso de cristão executado por questões religiosas no Irã que teve repercussão mundial foi o do pastor da Assembleia de Deus, Hossein Soodmand, em 1990. O informativo de 2010 de Liberdade Religiosa no Mundo afirma que cerca de 350 milhões de cristãos sofrem perseguição ou discriminação, e 200 milhões destes correm risco de morte.
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Portas Abertas. Divulgação: Púlpito Cristão
A editora Thomas Nelson foi comprada pela Harper Collins, que também publica material ocultista e pornográfico



As editoras Zondervan e Thomas Nelson foram criadas no início do século 20 por cristãos desejosos de divulgar o evangelho através de livros. Durante muitos anos ambas serviram a este propósito.

A Zondervan foi vendida em 1988 ao grupo Harper Collins, que hoje é a maior editora do mundo. A Harper pertence a um dos maiores conglomerados de mídia do planeta, a News Corp, de Rupert Murdoch, que inclui os canais de TV CNN e FOX, além de mais de 100 jornais.
Porém, a News Corp também é um dos maiores produtores mundiais de pornografia. Sendo uma empresa capitalista, a empresa de Murdoch produz todo o tipo de produto que pode gerar lucro. Em sua busca por dinheiro e liderança de mercado, esta semana eles anunciaram a compra da sua rival mais antiga, a Thomas Nelson.

O negócio não teve valores divulgados, mas deve afetar grandemente o mercado editorial cristão. A aquisição precisa passar pelo crivo dos órgãos reguladores norte-americanos e deve ser finalizada até o final do ano.

Em comunicado, a Harper Collins destacou que está adquirindo uma empresa que tem em seu catálogo “alguns dos livros mais vendidos da indústria” e oferece conteúdo em variadas plataformas, incluindo e-books, áudio, vídeo e aplicações digitais.

Para Brian Murray, presidente da HC, o “amplo apelo espiritual dos produtos da Thomas Nelson complementa bem a Zondervan”. Juntas, os dois selos produzem material evangélico em mais de 100 países, inclusive no Brasil.

Uma crítica antiga de segmentos evangélicos é o fato de a Harper Collins não ser regida por princípios cristãos. Ela publica e vende, através de diferentes selos, livros sobre satanismo, tarô, misticismo e nova era.
Entre os mais conhecidos estão a Bíblia Satânica, escrita por Anton Lavey e os  livros de bruxaria pela satanista que assina como Starhawk.

Outra dificuldade é que a empresa também publica livros pró-homossexualismo, como The Book of Lesbian Sex and Sexuality [O Livro do Lesbianismo e da Sexualidade].

A Thomas Nelson funciona no Brasil través de um parceria com o grupo Ediouro desde 2006, e já se firmou como uma das maiores produtoras de livros de literatura motivacional do país. Entre os autores publicados por ela estão best-sellers de Augusto Cury e Max Lucado, além de obras de teólogos polêmicos como Brian McLaren e Donald Miller. Entre as Bíblias publicadas por ela está a Bíblia de Vitória Financeira e Batalha Espiritual, popularizada pelo pastor Silas Malafaia.

A Zondervan durante muitos anos foi dona da Editora Vida, mas acabou vendendo o selo por entender que a empresa não dava o lucro desejado. A editora produz desde 1988 a Nova Versão Internacional da Bíblia. Entres seus campeões de venda estão os pastores Rick Warren e Rob Bell.



Fonte: Gospel Prime de CNN

Arqueólogos encontram relíquia do século VI com “foto” de Jesus Cristo



Arqueólogos israelenses divulgaram no último domingo, 30, uma caixa pequena, primorosamente confeccionada que pode ser um símbolo da fé cristã usado há 1.400 anos. O objeto foi encontrado em uma rua de Jerusalém que foi escavada pelo grupo de estudiosos.
A caixa é feita de osso (pode ser de vaca, cavalo ou camelo) e decorada com uma cruz na tampa. Suas medidas são de apenas 2 cm por 1,5cm. De acordo com Yana Tchekhanovets da Autoridade de Antiquidades de Israel, esse objeto foi feito por um cristão que viveu no século 6 dC.
Dentro da caixa há restos de dois retrados de pintura feitos em folha de ouro. Acredita-se que as fotos sejam imagens de santos cristãos, como tem um homem e uma mulher os arqueólogos imaginam ser retratos de Jesus e a Virgem Maria.
A escavação estava acontecendo fora dos muros da Cidade Velha de Jerusalém e a caixa foi encontrada nos restos de uma via da era bizantina. O objetivo foi encontrado há dois e foi tratando por especialistas em preservação e foi revelado em uma conferência arqueológica que aconteceu na semana passada.
Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Urban Christian News