Total de visualizações de página

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Senador afirma que Deus é o maior incentivador de vale-tudo no Brasil

Em release enviado pela sua assessoria de imprensa, o senador Magno Malta demonstra não só o seu apreço pelas lutas marciais como um todo, mas em especial pela UFC.
O texto enviado pela assessoria veio acompanhado de um vídeo mostrando o parlamentar praticando o esporte.
“No último sábado, dia 27 de agosto, aconteceu no Rio de Janeiro mais uma etapa da UFC (Ultimate Fighting Championship), o campeonato mundial de vale-tudo e como figura importante no cenário brasileiro quando o esporte em questão é luta, o senador evangélico Magno Malta (PR-ES) lá estava presente, prestigiando e dedicando a Deus cada vitória brasileira no ringue.
“O Brasil passou o trator e assumiu de vez a supremacia do MMA no mundo”, disse o senador referindo-se aos atletas brasileiros Erick Silva- estreante capixaba – e Anderson Silva que massacraram os adversários na etapa de sábado e que segundo Magno mostrou o grande crescimento que vem acontecendo do esporte no país.
Enquanto assistia tudo acompanhado de Dana White – presidente da MMA – no setor VIP do evento, Malta afirmou que “Deus é Fiel. Hoje, Ele é o maior incentivador do jungle fight no Brasil.”
Em agradecimento a Dana White por “prestigiar e incentivar ao esporte, combater o consumo de drogas e incentivar uma vida saudável a jovens”, Magno Malta anunciou uma sessão solene no Senado Federal para o empresário.
Nas semanas que antecederam a luta, Malta teve algumas discussões com colegas de partido por motivos internos indo até mesmo contra o presidente de seu partido – Alfredo Nascimento (PR-AM). Dono de um temperamento explosivo e impulsivo em palavras, sabe-se que o Senador evangélico tem grande apresso por “expressar seu stress ” em forma de socos, para relaxar sempre quando lhe é possível, ele treina boxe com Paulo Thiago – lutador brasiliense – que foi uma das atrações do Campeonato de Vale Tudo (UFC)”.


Jornal Mundo Cristão

SEXUALIDADE SEM CENSURA
Preletor do Voe Mais Alto,Claudio Duarte, cobra atitude dos pastores


Entre os preletores do Congresso Voe Mais Alto, que acontece de 21 a 23 de setembro durante a EXPOCRISTÃ, está o nome de Cláudio Duarte. Presbítero da Igreja Batista Monte Hermon, no Rio de Janeiro, o líder que fala sobre encorajamento ministerial e sobre a sexualidade. O escritor defende uma maior atenção do pastor à sua família.

Autor do livro ‘Sexualidade Sem Censura’ que já vendeu 11 mil exemplares o presbítero declara que o grande interesse dos leitores brasileiros por este tipo de publicação  está crescendo, diante das inúmeras cobranças que a Igreja tem tido diante da sociedade. “A igreja irá lutar muito contra certos movimentos que ferem os valores do cristianismo, mas essa demanda por obras é o início de uma batalha que não sei até quando vai durar. A grande carência da família brasileira é a informação e a prática de alguns conceitos. A maioria dos líderes não tem uma família ajustada, um bom filho, casamento e com isso a credibilidade para falar com o povo é nula. Tem muitos líderes que dizem nunca ter tirado férias do ministério, dedicam seu tempo livre a igreja, mas muitas vezes o filho do pastor dedicado detesta a igreja, pois a vê como vilã que roubou o pai em momentos importantes da vida.”
Para se inscrever no Voe Mais Alto, que acontece de 21 a 23 de setembro, dentro da EXPOCRISTÃ no Anhembi, acesse ao site www.voemaisalto.com.br

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Ressurreição!

Nani
- Via 'Nani Humor'. O blog no twitter.

Pesquisa sobre nações mais democráticas e abertas ao Evangelho

Dados mostram que o Governo do Reino Unido é o mais admirado por líderes evangélicos americanos
Pesquisa sobre nações mais democráticas e abertas ao Evangelho
Líderes evangélicos dos Estados Unidos participaram de recente pesquisa que apontou o governo do Reino Unido como o mais admirado.
Quando lhe perguntaram "qual governo no mundo você mais admira (que não os EUA)?", líderes evangélicos apontaram uma variedade de países democráticos, como o Reino Unido, que lidera com 27 por cento. Outras nações incluídas na classificação são: Israel, com 23 por cento; Canadá, com 19 por cento, Austrália com 15 por cento, e Alemanha, 8 por cento.
Há muito tempo, os evangélicos são envolvidos nos cuidados com a educação, assistência médica e trabalho missionário em países ao redor do mundo. Este compromisso levou, em agosto, à pesquisa com líderes sobre países mais admirados.
"O amor pelo país e patriotismo é uma característica comum dos cristãos americanos", disse Leith Anderson, presidente da Associação Nacional de Evangélicos. "Estamos nos preocupando com outras nações e também abertos a aprender com as bênçãos delas."
Na maioria dos casos, os líderes escolhem países que são mais parecidos com os Estados Unidos, especialmente aqueles com uma forte história cristã. Todos os países citados também têm democracias sólidas.
Do Reino Unido, Ron Hamilton, da conservadora Conferência Congregacional Cristã disse: "Este governo continua a desempenhar um papel significativo na busca pela paz mundial, apoiando outros líderes mundiais na luta contra o terrorismo e despotismo."
Evangélicos americanos também têm, tradicionalmente, apoiado a nação de Israel. Harry Jackson, presidente da Coalizão de Liderança de Alto Impacto, elogiou Israel pelo seu nível de inovação e utilização dos recursos.
Paul de Vries da Escola Divindade de Nova Iorque rotula Israel como uma "democracia vibrante, comprometida com valores essenciais bíblicos, mesmo em uma parte perigosa do mundo."
Esse estudo com líderes evangélicos é uma pesquisa mensal do Conselho de Administração da Associação Nacional de Evangélicos. Eles consultam a opinião de diferentes denominações e representantes de uma ampla gama de organizações evangélicas, incluindo missões, universidades, editoras e igrejas.


Fonte: Charisma News / Redação CPAD News
Criado laboratório para congelamento de corpos e posterior ressuscitação

Cientistas anunciaram recentemente a criação de um laboratório na Espanha onde corpos poderão ser congelados para conservação enquanto a ciência avança nos estudos que podem descobrir meios para ressuscitá-los.
O país tem planos para a criação do Cemitério-Laboratório Ibero-Americano de Criopreservação, que terá a capacidade para abrigar 500 corpos e custará 100 milhões.
O cemitério será financiado por interessados de alto poder aquisitivo e ainda não tem data para início de funcionamento.
Francisco Roldán, diretor da recém-criada Associação Ibero-Americana de Criopreservação, entidade que reúne quase cem médicos, diz que os interessados não só desejam viver eternamente, como ainda esperam se beneficiar das descobertas científicas futuras para estar sempre jovens.
O preço para ter o corpo congelado a uma temperatura de -196ºC em um caixão de alta tecnologia industrial (foto) é de R$ 140 mil por cadáver. O investimento não possui garantias.
“Ficção científica? Se quiserem chamar assim, pois que chamem. Milhares de anos atrás os homens sonhavam voar e não imaginavam que um dia o faríamosem um avião. Hojeressuscitar pode parecer a mesma utopia. Mas quem pode limitar os avanços da ciência?”, perguntou Roldán, que é formado em ciências políticas, e não em medicina.
As opinões de cientistas e líderes religiosos divergem com relação à validade da iniciativa.
O porta-voz da Comissão de ética da Organização Médica Nacional disse à BBC Brasil que “não se trata de impedir os avanços da ciência, nem de criar falsas expectativas. Mas de saber quais são os limites médicos, humanos e até divinos, se for o caso”.
Para o pesquisador Ramón Risco Delgado, chefe do Departamento de Criopreservação da Universidade de Sevilha, “em mais de 50 anos de tentativas, no máximo a ciência conseguiu reviver o rim de um coelho e o útero de um rato. Conservar um cadáver humano congelado com a esperança de ressuscitá-lo no futuro não tem sentido. é um engano absoluto”.
Roldán rebate explicando que “com estas técnicas corremos contra o relógio. Assim que se constata a morte legal, o cérebro continua enviando impulsos elétricos durante uns instantes. E é durante esse tempo que aplicamos a vitrificação”.
Já do ponto de vista do membro da Academia Brasileira de Ciências e professor titular do Instituto de Química da Universidade de Campinas (Unicamp), Marcos Eberlin, que é membro da primeira Igreja Batista de Campinas, a proposta beira o absurdo.
“É uma ilusão, não existe a possibilidade, no atual estágio das pesquisas do fenômeno do ressuscitamento ocorrer”. “É mais ficção científica do que realidade” atesta.
De acordo com Eberlim, a restituição da vida é uma ilusão, pois a vida tem de ser restaurada por completo – “e a alma e espírito?”, questiona.
Na visão de líderes evangélicos, a questão é indiscutível, dada a ordem bíblica ao homem de morrer uma só vez.
Por outro lado, a Associação Ibero-Americana de Criopreservação diz que os primeiros sinais das possibilidades de ressuscitamento já existem, e usam o exemplo dos óvulos humanos para fecundação.

Fonte: Christian Post

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Liquida Mossoró começará dia 27 de setembro e terá sorteio de 5 veículos

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) realizará de 27 de setembro a 8 de outubro, a campanha Liquida Mossoró 2011, com sorteio de valiosos prêmios.

O presidente da CDL, Alexandrino Lima, informa que os consumidores concorrerão a quatro motos e um carro 0 Km. A expectativa da CDL é que este ano pelo menos 250 lojistas adiram à campanha de descontos no comércio.


http://www.gutembergmoura.com.br/

Entenda a estrutura financeira das religiões

As monoteístas são sustentadas por fiéis, já as politeístas funcionam mediante a pagamento de serviços
Entenda a estrutura financeira das religiões
Apesar de toda diferença teológica, as maiores religiões do mundo são mantidas mediante a pagamento, seja de dízimo como em igrejas cristãs, ou por meio de pagamento de taxa de serviço, como acontece no Hinduísmo.
Nas religiões monoteístas – Judaísmo, Cristianismo, Islamismo – isso é,  que requerem a crença exclusiva em um só Deus,  o apoio financeiro vem através de tributos e doações voluntárias de seus membros.
Como consequência, um templo, igreja ou mesquita exerce pressão coletiva e outros tipos de sanções grupais para garantir a ajuda financeira contínua dos fiéis à religião.
Já nas religiões com estrutura privada – tendem a ser politeístas  - ou difusa, por exemplo, o hinduísmo e o budismo que são religiões privadas, os fiéis realizam atos religiosos sozinhos e pagam uma taxa para um monge pelo serviço.
Nestes casos, as atividades religiosas são partes da vida diária e podem ser feitas a qualquer momento do dia. Elas não requerem nem um grupo de fiéis nem a presença dos monges.
Independente do nome que essas doações recebem, os fundos arrecadados são destinados à manutenção do templo, mas em alguns casos a riqueza adquirida acaba sendo concentrada em um só lugar como no caso da Igreja Católica que concentra sua riqueza no clero e no Papado.
Já nas igrejas evangélicas, essa riqueza podem ser acumuladas de pai para filho, como mostra uma reportagem da BBC que comentou que a riqueza do pastor e evangelista Billy Graham, está hoje na mão de seu filho, William Franklin Graham 3º.
Há também organizações que tendem a ser descentralizadas e comunitárias por natureza, como por exemplo, o judaísmo, com as sinagogas locais mantendo a autonomia sobre suas finanças.

Salvação e danação

Ainda de acordo com este estudo da BBC, incentivos espirituais como a danação e a salvação são motivadores eficientes. Por isso, religiões que dão ênfase à crença no inferno são mais propensas a contribuírem para a prosperidade econômica do que as que enfatizam a crença no paraíso.
As religiões que têm foco na crença no paraíso dão mais importância a atividades redistributivas (caridade) para diminuir o tempo das pessoas no inferno e chegar mais perto do paraíso.
Já o incentivo que se baseia na crença no inferno parece mais eficiente para o comportamento econômico, porque motiva os fiéis a trabalhar mais duro para evitar a danação.

Fonte: Gospel Prime
Com informações BBC

Religiões que dão ênfase à crença no inferno acumulam mais dinheiro




A religião é uma instituição financeira tanto quanto espiritual. Sem doações dos fiéis, as religiões como organizações sociais não sobreviveriam.
Não é surpreendente que as maiores religiões do mundo – Judaísmo, Cristianismo, Islamismo, Budismo e Hinduísmo – promovam a acumulação de riquezas através de seus sistemas de crenças, o que contribui para a prosperidade econômica.
Incentivos espirituais como a danação e a salvação são motivadores eficientes. Por isso, religiões que dão ênfase à crença no inferno são mais propensas a contribuírem para a prosperidade econômica do que as que enfatizam a crença no paraíso.
As religiões que têm foco na crença no paraíso dão mais importância a atividades redistributivas (caridade) para diminuir o tempo das pessoas no inferno e chegar mais perto do paraíso.
Já o incentivo que se baseia na crença no inferno parece mais eficiente para o comportamento econômico, porque motiva os fiéis a trabalhar mais duro para evitar a danação.
A estrutura organizacional, assim como o sistema de crenças de uma religião, afeta diretamente sua habilidade de arrecadar fundos dos fiéis.
A riqueza das religiões, de maneira muito semelhante à riqueza das nações, depende da estrutura de sua organização. Mas, diferentemente das corporações, as finanças das religiões não são transparentes para o público nem são monitoradas.
Algumas estruturas religiosas são hierárquicas como a da Igreja Católica Romana, com a concentração de riqueza no clero e no Papado. Por contraste, as igrejas evangélicas e pentecostais favorecem um acúmulo de riqueza de pai para filho.
O famoso evangelista americano Billy Graham e seu filho William Franklin Graham 3º, que assumiu a presidência da associação evangelista do pai, são um exemplo de como o poder espiritual e a riqueza de uma religião são mantidos pelos laços familiares.
Outras organizações tendem a ser descentralizadas e comunitárias por natureza, como o judaísmo, com as sinagogas locais mantendo a autonomia sobre as finanças.
Mas as religiões coletivas, como as monoteístas, requerem a crença exclusiva em um só Deus e contam financeiramente com tributos e doações voluntárias de seus membros.
Como consequência, um templo, igreja ou mesquita exerce pressão coletiva e outros tipos de sanções grupais para garantir a ajuda financeira contínua dos fiéis à religião.
7

No entanto, uma dificuldade constante enfrentada pelas religiões é que muitos membros decidem agir de acordo com sua própria vontade e não dar apoio financeiro.
Outro tipo de estrutura religiosa é a privada ou difusa. Hinduísmo e budismo são religiões privadas, em que os fiéis realizam atos religiosos sozinhos e pagam uma taxa para um monge pelo serviço.
Nestes casos, as atividades religiosas são partes da vida diária e podem ser feitas a qualquer momento do dia. Elas não requerem nem um grupo de fiéis nem a presença dos monges.
Estas religiões privadas tendem a ser politeístas e sustentadas financeiramente pelo pagamento de uma taxa de serviço.
Religiões com muitos recursos, como por exemplo o catolicismo romano e o islamismo, historicamente foram – algumas vezes – monopólios financiados pelo Estado.
A regulação da religião pelo Estado pode reduzir a qualidade das vantagens espirituais na medida em que aumenta a capacidade da religião de acumular riqueza. Mas uma religião subsidiada pelo Estado pode ter um efeito positivo na participação religiosa.
Por exemplo, os governos da Dinamarca, Suécia, Alemanha e Áustria subsidiam muitas religiões para a manutenção de suas propriedades, a educação do clero e os serviços sociais.
Mesmo que isso não necessariamente aumente o número de pessoas que frequentam a igreja, o investimento financeiro do Estado nas instituições religiosas aumentou as oportunidades das pessoas de participarem de atividades patrocinadas pela religião.
Fonte:Paulopes

Silas Malafaia, Edir Macedo e Valdemiro Santiago: Escorpiões Gospels


Por Leonardo Gonçalves
Certa vez, um escorpião aproximou-se de um sapo que estava na beira de um rio, e fez um pedido: “Sr Sapo, você poderia me carregar até a outra margem deste rio tão largo?” O sapo respondeu: “Só se eu fosse tolo! Você vai me picar, eu vou ficar paralizado e vou afundar”. Disse o escorpião: “Isso é ridículo! Se eu o picasse, ambos afundaríamos”. Confiando na lógica do escorpião, o sapo concordou e levou o escorpião nas costas, enquanto nadava para atravessar o rio. Porém, ao chegar do outro lado do rio, o escorpião cravou seu ferrão no sapo. Atingido pelo veneno, e já começando a afundar, o sapo voltou-se para o escorpião e perguntou: “Por quê? Por quê?” E o escorpião respondeu: “Por que sou um escorpião e essa é a minha natureza”.
Silas é um escorpião: Depois de apoiar Marina Silva, jogou a candidata no "corredor polonês"
Silas Malafaia ficou conhecido na década de 90 como pregador ousado que desmascarava os arautos da doutrina da prosperidade fácil. Porém, em 1995, defendeu Edir Macedo e sua fábrica de fazer dinheiro – à saber: Igreja Universal do Reino de Deus – em rede nacional. Segundo Caio Fábio, Silas teria mordido uma grana preta para sair em defesa do bispo. Já na virada do século, Malafaia levantou a bandeira “anti-G12”. O movimento de crescimento de igrejas alcançava seu auge no Brasil com o método trazido da Colômbia, e o pastor tratou logo de gravar um DVD refutando as praticas gedozistas. Vendeu mais que água no deserto! Anos depois, o mesmo Silas apareceria de mãos dadas com Valnice Milhomens, embaixadora do G12 no Brasil, e o apóstolo patriarca Renê Terra Nova, o cara do M-12, versão manauara do movimento herético. Por detrás da amizade repentina está uma rede de contatos milionárias, a qual inclui Morris Cerulo e Mike Murdok.
Outro escorpião gospel é Valdemiro Santiago: Após aprender todos os segredos do mestre, lhe deu a maior rasteira ao fundar a Igreja Mundial
Nas eleições, Silas defendeu Marina Silva, candidata evangélica e até onde se sabe, um modelo de integridade na vida pública. Mas ao perceber que Marina não teria chance de vencer o pleito, o telepastor jogou a candidata num “corredor polonês” virtual, dizendo que à candidata era à favor da liberação da maconha, do casamento gay e outras mentiras mais. No entanto, o que predominou mais uma vez foi a ganância do Malafaia, que viu na eleição do candidato José Serra, a possibilidade de obter a concessão de um canal de TV.
Silas Malafaia não tem amigos; ele tem comparsas. Seus “camaradas” também são escorpiões, e parece que o homem da “bíblia do milhão” já está sentindo o veneno correr em suas veias. Primeiro foi Edir Macedo, o cara que o Silas defendeu em 1995: O bispo descarregou todo seu arsenal nele, escrevendo em seu blog pessoal. Silas rebateu como pode, mas Caio Fabio apareceu aos 45 minutos do segundo tempo com um vídeo revelador.
Quem é o escorpião e quem é o sapo? Hum... Difícil!
Recentemente, Valdemiro Santiago, o apóstolo suado que apesar de fazer tantos sinais, não conseguiu fazer o milagre de limpar sua ficha policial [e fez discípulos! Veja mais aqui], injetou seu veneno no Malafaia. Depois de ter defendido o apóstolo no programa “Vitória em Cristo” por ocasião do fechamento da Igreja Mundial do Poder de Deus, Silas pensou ter ganhado um amigo. Mas a aliança “fraterna” entre Silas e Valdemiro se consolidou mesmo quando ele criticou duramente o missionário RR Soares por ter comprado horários de Valdemiro na CNT, afinal, “Que crocodilagem, né?”. O sol nasce para todos, Sr. Soares, e o apóstolo só está querendo ganhar a vida “honestamente” na TV, igual a você! Mas escorpião é sempre escorpião, e num vacilo do Malafaia, Valdeco Molhado pagou mais do que Silas Malafaia podia oferecer e tirou o ex-bigodudo da madrugada da Band.
Que rasteira! Haja veneno!
Escorpiões são assim: Não possuem compromisso com a ética ou com a verdade. O Deus deles é o dinheiro, e por causa dele são capazes de injetar seu veneno em qualquer um. E Silas, Valdemiro e Edir Macedo seguirão assim para sempre, à menos que Deus efetue a transformação das suas naturezas moribundas. Sim, pois no final, tudo é uma questão de “natureza má”.
PS: A última notícia é que Silas estaria negociando um horário nas tardes, na mesma emissora. Para isso, a Band deixaria de exibir sua programação infantil, o que seria uma baita duma #sacanagem
***
Leonardo Gonçalves é editor do Púlpito Cristão