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sexta-feira, 22 de julho de 2011


A Globo resolveu jogar um balde de gelo nos gays de "Insensato Coração".
A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta terça--feira (19). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
A Folha apurou que os autores da novela, Gilberto Braga e Ricardo Linhares, foram chamados na semana passada para uma conversa com o diretor-geral de entretenimento da emissora, Manoel Martins. Na pauta: a determinação da Globo para que a história dos homossexuais Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) fosse completamente esfriada no folhetim.
Além do corte das cenas, os autores foram instruídos a não carregarem bandeira política, a pararem de fazer apologia pela criação de uma lei que puna a homofobia.
Procurada, a Globo, via assessoria, diz que a televisão é um veículo de massa que precisa contemplar todos os seus públicos e faz parte do papel da direção zelar para que isso aconteça. 

Folha Online

Funk faz apologia ao dízimo e a oferta

Embora desde a sua origem a música funk seja irreverente, com letras de duplo sentidos e recheadas às vezes de palavrões, os evangélicos começam a aderir a esse ritmo. O resultado tem sido chamado de Funk Gospel ou  Funk de Deus.
O cantor Adriano Gospel Funk (foto) até já gravou o seu terceiro CD, cujo título é “Dízimo e Oferta”.
Não se trata de uma contestação, como era de se esperar de um funk, mas de enaltecimento a essas “duas ordenanças bíblicas”.
Entre outras coisas, a música que dá o nome ao CD diz:
“Tem gente que não aprende o segredo de prosperar
Com jejum e oração o gafanhoto não vai matar
Eu que já sou vacinado o segredo eu vou te contar
Pro gafanhoto ser derrotado você tem que Ofertar”

Outras músicas são: Deus é Fiel, Vai Ter que Casar, Eu Quero Dançar, Exército de Gideão, Filho Pródigo, Orar Para Namorar, Transformado, O Funk é de Deus, Encontro, Minha Vitória, Filho Pródigo, e Abraça.


Jornal Mundo Gospel

Arcebispo afirma que após casamento gay pode vir poligamia

O arcebispo Timothy M. Dolan, do estado de Nova Iorque (EUA), lamentou que esteja se confirmando a “voz profética” da Igreja Católica quanto ao “barateamento do vínculo matrimonial”. A afirmação veio no blog do religioso, depois que o senado daquele estado americano aprovou o casamento entre homossexuais. Ele acredita que o próximo passo seja a permissão para a poligamia.
Disse que a igreja faz agora esse alerta como o fez antes da aprovação do divórcio e do casamento de gays. “Novamente tocamos o sino da torre avisando sobre essa última diluição da autêntica compreensão do casamento.”
O arcebispo católico esclareceu que a igreja nunca será antigay, mas manterá para sempre a sua luta contra a homossexualidade e a favor do tradicional casamento.

O que existe na verdade, segundo ele, é “uma teofobia – o odeio de alguns por Deus, pela fé, pela religião e pela igreja”.
Afirmou que, pelo que vem ocorrendo, em alguns estados americanos e países “os fiéis serão perseguidos, ameaçados e levados aos tribunais devido à sua convicção de que o casamento é entre um homem e uma mulher”.
Fonte: Paulopes

Igreja Presbiteriana do Brasil completa 152 anos

Mais de 400 pessoas são esperadas na festividade que acontece no dia 4 de agosto
Igreja Presbiteriana do Brasil completa 152 anos
Para comemorar os 152 anos da Igreja Presbiteriana no Brasil acontecerá no dia 4 de agosto um culto de ação de graças na Igreja Presbiteriana do Pirangi, em Natal, Rio Grande do Norte.
A expectativa é que 400 pessoas estejam presentes na reunião que será presidida pelo Rev. Roberto Brasileiro, Presidente do Supremo Concílio da IPB. Também estarão presentes membros da Mesa como Rev. Juarez Marconde, Vice-presidente, Rev. Ludgero Bonilha, Secretário Executivo e Presbítero Renato Piragibe, Tesoureiro.
“No culto de 150 anos da IPB tivemos um público de mil pessoas, e sabemos que por ser durante a semana esse número será menor”, afirma Kalio Melo, organizador do evento.
Apesar de contar com um número baixo de membros, os organizadores montarão um espaço ao lado da igreja com telões transmitindo o culto, com capacidade para mais 500 pessoas.
O Coral da IP do Pirangi, Coral da IP do Alecrim e Grupo de Louvor da IP Cidade da Esperança estarão comandando os momentos de louvor do culto.
Para que presbiterianos de outras cidades possam participar desta festa, o Culto de aniversário dos 152 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil será transmitido ao vivo pela Apecom, Agência Presbiteriana de Evangelização e Comunicação, no canal 2 (eventos), e no canal 24 da IP Memorial Natal.

Igreja Presbiteriana do Brasil

Foi fundada em 1862 por um missionário norte-americano chamado Ashbel Green Simonton, que chegou ao Rio de Janeiro no dia 12 de agosto de 1859. Possui aproximadamente 788.553 membros distibuidos em mais de 6.200 igrejas locais e congregações em todo o Brasil.
Fonte: Gospel Prime
Com informações IPB

Pastor Silas Malafaia fala sobre a Missionária Lanna Holder e sua igreja: “Teologicamente errada e confusa”


Lanna Holder voltou ao noticiário gospel e secular, mais uma vez, para estarrecer os evangélicos que se regozijaram com o seu testemunho de libertação do lesbianismo na década de 90. Em 2002, ela já foi alvo de polêmica ao ter uma recaída – envolveu-se com uma mulher do grupo de louvor de uma igreja nos EUA, ambas eram casadas. Agora, quase dez anos depois, Lanna volta à cena “sem máscaras”, com uma iniciativa e um discurso que escandaliza quem a viu pregar: ela assumiu publicamente o seu relacionamento com a pastora Rosania Rocha – com quem havia se envolvido nos Estados Unidos -, abriu uma igreja em São Paulo, na qual afirma que homossexualidade não é pecado, e admite que o seu testemunho era enganoso até para ela mesma. “Quando me converti, aprendi que a homossexualidade era uma possessão demoníaca. Isso sempre foi uma luta pessoal, eu não entendia porque, mesmo selada pelo Espírito Santo e abençoada com o dom da Palavra, eu continuava sentindo desejos homossexuais”.
Lanna desistiu de lutar contra os seus desejos e sentimentos e fundou uma igreja que ela chama de inclusiva, e não de “gays”. Trata-se da Comunidade Cidade de Refúgio, inaugurada em junho em um bairro central de São Paulo. Lá a pregação é bem diferente daquelas que Lanna fazia quando era membro da Assembleia de Deus. Ele fala de libertação para prostitutas, drogados, alcoólatras, mas não para os homossexuais: “Com uma prostituta, alcoólatra ou drogado, iremos acolhê-lo, mas vamos tentar ajudá-lo a mudar a sua conduta de vida. Com o homossexual, entendemos que não é uma opção, mas sim uma orientação, que, na maioria dos casos, é irreversível, principalmente se for de nascença. Se eu pudesse escolher, jamais seria lésbica”.
Os defensores do Evangelho consideram essa posição uma heresia. Já para a ciência, ainda não há consenso sobre os fatores específicos que levam um indivíduo a tornar-se heterossexual, homossexual ou bissexual, incluindo possíveis efeitos biológicos, psicológicos ou sociais da orientação sexual dos pais. Ao lado da companheira, Lanna mostra firmeza ao defender a nova doutrina, alegando que está pregando o amor e que Deus não faz acepção de pessoas.
Ao referir a inexperiência de muitos ministérios ao tratar de sexualidade, ela acrescenta que o homossexual se diz discriminado pelos evangélicos e que eles se tornaram resistentes à Palavra de Deus. “Eles pensam: ‘Se Deus não me aceita, se vou para o inferno, então vou ‘zuar’ de vez’. É aí que se lançam na promiscuidade, nas drogas e na prostituição”, explica. No meio das discussões acaloradas sobre a PL 122 e kit gay, Lanna virou alvo da mídia como caso inusitado. Muito bem articulada, ela cita versículos bíblicos de Gênesis a Apocalipse que apontam a homossexualidade como pecado e faz uma interpretação diferente, buscando referências nos textos originais, escritos em grego, nas quais as palavras teriam um sentido diferente dos descritoshoje. Com base nessa releitura, ela argumenta que não há na Bíblia condenação para a homossexualidade: “Existe um contexto em que não posso retirar um texto para fazer um pretexto”.
“Homossexualidade na Bíblia é pecado, pode tentar, forçar, mas é pecado”

Um dos maiores articuladores dos protestos contra a PL 122, o pastor Silas Malafaia falou à reportagem da revista Exibir Gospel a respeito da iniciativa de igrejas que se dizem evangélicas, mas defendem que a homossexualidade não é pecado. Em São Paulo, a novidade é a Igreja Comunidade de Refúgio, de Lanna Holder. No Rio de Janeiro, contudo, já existe a Igreja Contemporânea, que tem até filiais pelo Brasil. Tais instituições estão na contramão dos movimentos evangélicos, que pregam o que está escrito na Bíblia: que os homossexuais não herdarão o Reino dos Céus. “O apóstolo Paulo diz em I Co 6-9: ‘Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas’. Sodomitas, aqui, refere-se a homens que se envolvem em atos sexuais com outros homens ”, observou Malafaia, nos bastidores da Marcha para Jesus de São Paulo.
A nova doutrina das igrejas voltadas para homossexuais também ignora o Evangelho que liberta e transforma o homem, conforme aponta o pastor, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Apesar de seu discurso, ele enfatiza que os evangélicos não são homofóbicos, apenas defendem a Palavra de Deus: “Como qualquer organização, a igreja tem regras. O homossexual é bem recebido, mas ele não será membro, porque está no pecado”. Ainda em I Co 6, no versículo 11 o pastor cita: ‘E é o que alguns de vós têm sido (referência aos impuros, idólatras, sodomitas); mas haveis sido lavados, santificados, justificados em nome do Senhor Jesus pelo Espírito do nosso Deus`. Então como é que a pessoa vem para a igreja e continua homossexual?”, questiona.
Sobre os argumentos de Lanna Holder, Malafaia diz que ela está “teologicamente errada e confusa”, porque Jesus ama todos, mas não consente que se continue no pecado. “À mulher adúltera ele disse ‘Vem, mas, agora, não peque mais’. O texto áureo da Bíblia fala do amor (João 3-16), mas os versículos 17 e 18 dizem: ‘Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele’”, acrescenta.
O pastor acrescenta que a Bíblia fala de salvação e de condenação, de amor, misericórdia, mas também de justiça e juízo: “Homossexualidade na Bíblia é pecado, pode tentar, forçar, mas é pecado”. A respeito da afirmação de que se nasce homossexual, Malafaia fala como psicólogo clínico, uma de suas formações: “Não existe ordem cromossômica homossexual. O cromossomo de um homem hetero é igual ao de um homem homossexual, assim como o cromossomo da mulher hetero é como o da mulher homossexual. Homossexualidade é preferência, aprendida ou imposta, é comportamental”. O pastor reconhece, porém, que é necessário que as igrejas tenham uma atenção especial com os homossexuais. “Tem que ajudar, amar e integrá-lo. Muita gente não entende isso. No entanto, se quer ser membro, tem de se submeter às regras. Há salvação para o homossexual, bandido e até para os que se acham politicamente correto. Mas se não aceitar a Cristo, não será transformado, não será perdoado e vai para o inferno. Isso vale para mim e para qualquer um”, conclui.


Fonte: Exibir Gospel / Via: Gospel Mais

Mossoró mais uma vez no ranking de melhores cidades para seguir carreira profissional

A revista Você S/A, publicada pela editora Abril, voltou a citar Mossoró como cidade promissora.
A capital do Oeste está mais uma vez no ranking das 100 melhores cidades do Brasil para os jovens que estão querendo seguir uma carreira profissional.
Com o título “Um Brasil de Oportunidades” a revista faz uma análise dos municípios brasileiros apontando os de maiores potenciais para acolher os novos profissionais do mercado.
“Isso só nos estimula a continuarmos cada vez mais este trabalho que visa dotar Mossoró de todas as condições para continuar se desenvolvendo e se transformar numa metrópole do futuro”, comemorou a prefeita Fafá Rosado.















quinta-feira, 21 de julho de 2011

Nossas Atividades 
Hoje teremos culto de Oração na Igreja, Aprenderemos sobre o livro de Filemom
Amanhá teremos O Igreja nas Ruas
No Sábado teremos jovens na Igreja e No domingo teremos Escola Dominical  e culto a noite.

Cuba prende pastores para convencê-los a fecharem suas igrejas

A Christian Solidarity Worldwide está preocupada com as ações do governo cubano contra evangélicos
Cuba prende pastores para convencê-los a fecharem suas igrejas
Ultimamente pastores de igrejas ainda não registradas em Cuba estão sendo presos e interrogados, a intenção do governo e convencer esses ministros de fecharem as igrejas e pararem com a pregação.
No último fim de semana três pastores foram detidos pelas autoridades cubanas, dois deles são afiliados ao Movimento Apostólico uma rede de igrejas que tem enfrentado a interferência das autoridades e do governo cubano nos últimos anos.
De acordo com a Christian Solidarity Worldwide (CSW), agentes de segurança do Estado e funcionários do partido comunista levaram detidos os pastores Benito Rodríguez e Bárbara Guzman para interrogatório.
Eles foram levados para a Rua Palma Esquadra, em Camaguey, onde foram mantidos por duas horas. Eles alegam que as autoridades os interrogaram e tentaram persuadi-los a parar de realizar cultos domésticos em suas casas.
No mesmo dia o pastor Bernardo de Quesada Salomon também foi detido e para a CSW ele contou que o interrogatório tinha o mesmo teor: fazê-lo desistir de seu ministério pastoral.
O pastor Omar Gude Perez, líder do Movimento Apostólico, disse à CSW que a pressão sobre as redes de igrejas tem se intensificado. Ele está cumprindo pena de seis anos e meio sob liberdade condicional. Até a sua esposa foi alvo do governo, Kenia Denis foi impedida de deixar o páis para participar de conferências religiosas em outros países.
O diretor de advocacia da CSW se mostrou preocupado com os casos. “Estamos profundamente preocupados com as detenções arbitrárias e intimidação dos pastores. Pedimos ao governo cubano para cessar com a perseguição a esses homens e mulheres, e que dê o registros para essas igrejas, para que atuem livremente. ”
Fonte: Gospel Prime
Com informações Portas Abertas

Castigo: juiz manda jovem freqüentar missa

O juiz José Brandão, da comarca de Maracás, interior da Bahia,  recomendou a um adolescente que assista missa aos domingos  por um mês como castigo por ele batido com um carro no muro do templo (foto ao lado) daquela cidade. A primeira missa foi no domingo passado. O rapaz, que não teve seu nome revelado, é católico e é um dos 25 mil moradores da cidade que fica a 365 kmde Salvador.
O rapaz se chocou com o muro em janeiro deste ano, quando ainda tinha 17 anos.
O juiz Brandão disse que inicialmente, como medida socioeducativa, pensou em obrigar o rapaz a tirar carteira de habilitação de motorista, mas desistiu porque a mãe dele afirmou não ter dinheiro para pagar.
“Como houve incidente contra o templo religioso, achamos que é até uma forma de ressocialização, de inseri-lo em uma religião para pensar na vida”, disse o juiz ao portal G1. “A reação social das decisões é positiva, eu tenho recebido ligações das pessoas que apóiam medidas de socialiação alternativas como essa.”
Ele afirmou que, a rigor, trata-se de uma ordem judicial, mas prefere considerá-la como recomendação para não ter de levar o caso “muito a ferro e fogo”.

“Como vivemos em um estado laico, não tive a pretensão de obrigar o adolescente a seguir uma religião que não seja a sua, apenas sugeri que ele participasse mais da religião da qual disse fazer parte.”
Quem vai fiscalizar o cumprimento do castigo são os padres.
Brandão, que atua na área criminal, disse que já vinha pensando em aplicar esse tipo de pena a presos para poder lhe dar liberdade provisória.
No começo de junho, ele determinou o “toque de recolher” em Maracás, medida que já tinha adotada em cidades vizinhas em 2009. Crianças e adolescentes até 17 anos só podem ficar nas ruas até às 23h.

Fonte: Paulopes

Estudo revela que ler a Bíblia cria mais consciência social
    Coordenado pelo pesquisador Aaron Franzen, novo estudo da Universidade norte-americana Baylor revela que a leitura frequente da Bíblia gera um apoio maior a questões que vão desde a compatibilidade entre ciência e religião até um tratamento mais humano dos criminosos.
     O estudo, um dos primeiros a analisar as consequências sociais da leitura das Escrituras, revela que os efeitos desse hábito devocional parecem transcender as fronteiras comumente estabelecidas entre conservadores e liberais. Nessa pesquisa, menos de 25% dos entrevistados disseram ler a Escritura uma vez por semana ou mais.
     Mesmo com o aumento da oposição ao casamento homossexual e à legalização do aborto justificados pela leitura constante da Bíblia, as pessoas entrevistadas dizem que é igualmente importante lutar por uma maior justiça social e econômica. Não foram apenas cristãos liberais que afirmaram ter uma mudança de atitude.
      Em muitos casos, pessoas que acreditam que a Bíblia é literalmente verdadeira, mas raramente a leem, discordam da visão dos evangélicos que afirmam ler o texto sagrado todos os dias.
      Para Franzen, seu estudo mostra que “os literalistas tendem a ler a Escritura com mais frequência, mas ao longo do tempo a leitura apenas reforça seu conservadorismo”.
      Desafiando estereótipos
      Franzen especula por que poucas pesquisas são feitas sobre os efeitos da leitura das Escrituras: “as contantes referências à Bíblia reforçam a ideia de que todos sabemos o que ela diz e, consequentemente, a leitura se torna simplesmente um hábito que acaba, por vezes, sendo uma atividade sem reflexão”.
     Outra pesquisa sobre religião da Baylor (que entrevistou cristãos evangélicos em 2007) reforça a opinião de Franzen. No estudo, a frequência de leitura da Bíblia foi apontada como uma das mais poderosas influências na formação de opinião sobre questões morais e políticas.
      Outros dados relevantes
     A probabilidade de os cristãos dizerem que é importante procurar ativamente a justiça social e econômica para ser uma boa pessoa aumentou 39% entre o que fazem a leitura da Bíblia ao menos uma vez por ano comparado aos que leem mais de uma vez por mês.
     Entre os cristãos entrevistados, 27% estão mais propensos a dizer que é importante consumir ou usar menos produtos e ser uma pessoa boa ao se tornaram leitores mais frequentes da Bíblia.
     Ler a Bíblia com maior frequência também está ligado a melhores atitudes em relação à ciência. Os entrevistados mostraram que, entre os que mais leem a Bíblia, têm 22% menos probabilidade de ver a religião e a ciência como incompatíveis.
     As questões pareciam importar mais do que a divisão conservador-liberal. No caso de outro debate sobre a política pública e a união de pessoas do mesmo sexo, quase metade dos entrevistados que leem a Bíblia menos de uma vez por ano disse que homossexuais podem casar-se, enquanto que apenas 6% das pessoas que leem a Bíblia várias vezes por semana aprovam essas uniões.
     Os leitores mais assíduos da Bíblia também mostraram-se mais propensos a se opor ao aborto legalizado, à pena de morte. Além disso, pedem punição mais severa para criminosos e o aumento da autoridade do governo para combater o terrorismo.
      Sem surpresas
     Os resultados podem ser surpreendentes para os que tendem a separar os cristãos apenas em blocos de direita e esquerda ou liberais e conservadores, que andam em sintonia com os políticas mais conservadoras. Mas os resultados são consistentes com pesquisas anteriores.
     Em um artigo de 1998, publicado pelo Journal for the Scientific Study of Religion, os sociólogos Mark Regnerus, Christian Smith e David Sikkink descobriram que os dados da Pesquisa Sobre Identidade Religiosa e Influência  (de 1996) sugeriram que, ao contrário da “sabedoria convencional”, os protestantes conservadores estavam entre os mais generosos nas doações para ajudar aos pobres.
     James Bielo, professor de antropologia da Miami University, disse que os resultados da pesquisa de Franzen não são surpreendentes. Ele afirma: “Quando as pessoas leem a Bíblia, muitas vezes no contexto de outras influências, como uma igreja local, na companhia de seu cônjuge ou filhos, ou seguindo um guia de estudo, frequentemente percebem uma nova posição ou encontrar alguma nuança no que eles já acreditam”.
     Em seu trabalho etnográfico com os evangélicos, Bielo descobriu que a maioria acredita que religião e ciência são compatíveis. “Em última análise, eles diriam que toda verdade é a verdade de Deus”, disse ele.
     Possivelmente, a questão principal não é se os cristãos são influenciados pela leitura da Bíblia, mas quantos leem a Bíblia o suficiente para que ela faça alguma diferença. Como C. S. Lewis afirmou certa vez: “A questão principal não é o quanto a Bíblia é lida, mas como ela é entendida”.

Fonte: Gospel Prime