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segunda-feira, 4 de julho de 2011


Divisão do atual Pará é patrocinada por evangélicos
     Após a confirmação da data do plebiscito sobre a divisão do Pará, as campanhas a favor e contra a divisão do Pará em três Estados, com a criação de Carajás e Tapajós, ganharam voz oficial.  A consulta será realizada no dia 11 de dezembro.
    A campanha de criação do Estado de Carajás será patrocinada, principalmente, por igrejas evangélicas e associações de criadores e produtores rurais das 39 cidades da região, além de prefeitos, vereadores e líderes políticos da região – que terão a chance de disputar novos cargos em na futura Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados, Senado e Tribunal de Contas. Do lado contra a separação, a luta pela preservação do Estado do Pará do tamanho atual coloca lado a lado associações empresariais, ONGs e sindicatos de trabalhadores.
    Se proposta for aprovada, o Pará vai ser o menor dos três Estados que vão surgir da sua divisão  
    O presidente da Comissão Brandão, uma das entidades que lideram o movimento separatista no Pará, José Soares de Moura e Silva, afirma que existe um “anseio popular” pela criação do novo Estado. Entre as entidades que apoiam o projeto estão as associações de produtores, as centenas de igrejas evangélicas da região, o Rotary Club em Marabá e a Maçonaria, por exemplo. “Ainda não falamos em custos, mas o projeto de criação do novo Estado é um projeto de todos”, afirmou. “Cada um vai dar uma ajuda financeira nessa campanha”, complementou Silva.
    O presidente da Associação dos Municípios do Tocantins e Araguaia (AMAT), outra entidade que lidera as discussões dos separatistas, Luciano Guedes, afirma que nesse momento até mesmo partidos adversários estão unidos. “Não existe uma bandeira partidária. Existe uma bandeira pró-Carajás. Nessa causa, temos apoio de gente do PT, do PSDB, do DEM, do PTB, de vários partidos. Existem empresários que já se manifestaram em nos dar ajuda financeira com esse projeto”, diz ele. “Se você fizer uma pesquisa aqui, quase 100% dos moradores são a favor da idéia”, conclui.
    Os líderes argumentam que, com a divisão do Estado, será mais fácil a implementação de políticas públicas nos 39 municípios que farão parte de Carajás em saúde, educação e principalmente segurança. Quem é contra a separação rebate essa idéia e afirma que a divisão do Estado vai criar uma máquina pública insustentável.
    Do lado contrário à separação do Estado estão entidades como a Associação Comercial do Pará (ACM-PA), a Federação das Indústrias do Pará e os sindicatos de trabalhadores e associações de classes. Nesta semana, foi protocolada a criação de um comitê de defesa do Pará para evitar a divisão do Estado. Eles pretendem apresentar números mostrando a inviabilidade do projeto.
    “Nós teremos estruturas administrativas que vão consumir as receitas dessa divisão. Com a divisão, você não aumenta as políticas diretas à sociedade. Você não aumenta a quantidade de médicos nos hospitais, por exemplo. Você aumenta uma estrutura de custeio de máquina administrativa. Dois governos, duas assembléias, dois Tribunais de Contas, entre outros”, pontuou Zenaldo Coutinho, secretário da Casa Civil do governo paraense e líder da frente antisseparatista no Pará.
    Entidades sociais também criticam o projeto de divisão do Estado. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), oficialmente, ainda não tomou uma posição sobre a divisão do Pará. Mas a coordenadora estadual do MST, Maria Raimunda César, critica a idéia. Ela afirma que um dos principais gargalos na região, os conflitos agrários, não será resolvido simplesmente com a divisão do Pará em três. “Temos problemas estruturais e somente se atacando esses problemas estruturais resolveremos questões como a violência agrária e rural”, disse. “A divisão foi impulsionada mais por grupos políticos e menos pela população”, afirma ela.
    Com a divisão, você não aumenta as políticas diretas à sociedade. Você não aumenta a quantidade de médicos nos hospitais, por exemplo. Você aumenta uma estrutura de custeio de máquina administrativa”, diz líder contra a separação
   O diretor do Conselho Nacional de Populações Extrativistas (CNS), Atanagildo de Deus Matos, também afirma que os custos de criação de um novo Estado são altos e que, ao contrário do que os separatistas proclamam, a divisão territorial não resultará em políticas públicas mais efetivas. “Quem determina se a política pública chega ou não à população é o modelo de gestão, não a dimensão geográfica”, apontou Matos.
   Pelo projeto de desmembramento do Pará, o Estado de Carajás terá 25% do território paraense e 39 cidades. O Estado herdaria o pólo de mineração da Vale e também o pólo de siderurgia de Marabá, um dos grandes focos na disputa entre separatistas e antisseparatistas. A população de Carajás seria de 1,4 milhão de habitantes e teria uma área de 289 mil km². Tapajós teria 58% do território e Pará ficaria com 17% do território atual. Hoje, o PIB de Carajás corresponde a 28% da riqueza de todo o Estado do Pará.

Fonte: IG

ASSEMBLEIA DE DEUS É A MAIOR
Entidade no Brasil supera a Igreja no Coréia do Sul
Com cerca de 22,5 milhões de membros, a Assembleia de Deus no Brasil é hoje a maior denominação pentecostal do mundo. Em segundo lugar está a Coréia do Sul com 3,1 milhões.
Foi-se o tempo em que a igreja precisou mudar da Rua Figueira de Melo para o Campo de São Cristóvão, na cidade do Rio de Janeiro, porque o salão – um antigo depósito de açúcar – já não comportava as mais de 400 pessoas que assistiam aos cultos, sendo que muitas já os assistiam pelas janelas. E da alegria dos pioneiros quando descobriram que o número de crentes assembleianos no país já superava os 200 mil, conforme anunciava o locutor do Programa A Voz Evangélica das Assembleias de Deus, pastor Francisco Pereira do Nascimento (AD em São Cristóvão).
Com a estimativa de 22,5 milhões de membros, a Assembleia de Deus no Brasil é hoje a maior denominação pentecostal do mundo. Em segundo lugar está a Coréia do Sul com 3,1 milhões. As Assembleias de Deus no Brasil puxaram o crescimento dos evangélicos no país e, segundo projeções, deverá ultrapassar os 100 milhões em 2020.
As estimativas apontam ainda mais de 35 mil ministros e mais de 100 mil templos espalhados por todo o Brasil. Na verdade, a Assembleia de Deus está presente até mesmo nos lugares onde as estruturas governamentais não estão.

Número de membros
Ao todo, as Assembleias de Deus têm 64 milhões de membros espalhados no mundo e 363.450 ministros, divididos entre 351.645 igrejas e presentes em 217 países. O Brasil lidera essa lista com 22,5 milhões de membros, de acordo com as estimativas da igreja nos EUA. Veja a lista dos países com os maiores números de membros.

Porcentagem em cada região
Na América Latina e Caribe, o número de membros chega a 28,8 milhões, o equivalente a 53% do total de assembleianos presentes no planeta. Estes números são ‘puxados’ pelo grande avanço no Brasil, que detém mais de 75% desse total. Veja o número de membros da Assembleia de Deus nas outras regiões do mundo.
Profecia do crescimento da Igreja e do Brasil
Em uma entrevista ocorrida em 2 de abril de 1980, o saudoso pastor Rodrigo Silva Santana, reconhecido líder da igreja na Bahia, profetizou ao indicar que a fase difícil que o Brasil atravessava naquela época passaria e o país alcançaria prosperidade se abrisse suas portas à evangelização.
– “Desta forma se alcançará prosperidade e a pátria será engrandecida e enriquecida”, dissera.
Foi justamente o que aconteceu. O crescimento do país ocorreu de forma simultânea ao crescimento da Igreja e segundo projeções da Sepal o número de evangélicos deverá chegar a 50% da população brasileira e ultrapassar os 100 milhões em 2020.

Fonte: Fronteira Final

Deputado quer suspender veto ao tratamento de cura de gay

O deputado João Campos (PSBD-GO) apresentou um PDC (Projeto de Decreto Legislativo) que, se aprovado, suspenderá a resolução 1/99 do CFP (Conselho Federal de Psicologia) que proíbe o tratamento para curar gays e lésbicas.
Para o CFP, homossexualidade não é doença, nem distúrbio ou perversão — não é o caso, portanto, de tratamento. O conselho também proibiu que os psicólogos se manifestem publicamente contra a homossexualidade, para não reforçar um preconceito.

O deputado  é presidente da FPE (Frente Parlamentar Evangélica) e pertence à Frente Parlamentar em Defesa da Família e do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social é Política.
Ele quer a suspensão da resolução para que ela seja submetida ao Judiciário.

Ele entende que o CPF, ao editar a medida, tomou uma decisão que implica abuso de poder, “usurpando competência do Poder Legislativo”.
O PDC parece ter sido elaborado sob medida para o caso da psicóloga evangélica Rozângela Alves Justino. Em julho de 2009, o CFP a censurou publicamente por oferecer o tratamento para que pessoas deixassem a homossexualidade. Na prática, ela foi impedida de cuidar de pacientes com esse propósito.
Rozângela se defendeu com o argumento de que tinha de atender os homossexuais que a procuravam. Ela acusou o conselho de tolher a sua liberdade de expressão.
Na época, ela deu uma entrevista com uma máscara médica e óculos escuros para não ser reconhecida porque, disse, estava sendo ameaçada de morte por integrantes do movimento gay. Atualmente, mantém um blog onde apoia a militância anti-gay, como a do deputado Campos.
O PDC, para ser votado no plenário, terá de ser aprovado pelas comissões de Seguridade Social e Família e pela de Constituição e Justiça.

Fonte: Paulopes

Juiz anula união gay pela segunda vez

´O Judiciário não pode alterar a Constituição´, afirmou
Juiz anula união gay pela segunda vez O juiz de Goiânia Jeronymo Pedro Villas Boas, que ficou nacionalmente conhecido há quinze dias por anular, pela primeira vez, uma união gay no país, voltou a ser notícia e a incomodar novamente os defensores do casamento homossexual. Villas Boas revogou uma segunda união estável de dois homens que moram juntos há 22 anos. Na recente decisão, o juiz  evangélico foi contra o entendimento do Supremo, que reconheceu no início de maio esse tipo de relação. A decisão da semana retrasada foi cassada.

Villas Boas disse que, como não há na Constituição previsão implícita ou explícita de que a família possa ser formada por duas pessoas do mesmo sexo, nenhum dos poderes submissos à Carta Magna pode incluir este tipo de relação. Escreveu o juiz:

 “O Judiciário não pode alterar a Constituição”.



Redação CPAD News
Fonte: Radar Online

Marta Suplicy decide encerrar projeto após reunião com bancada evangélica

Senadora chegou a falar sobre a possibilidade de modificar a proposta
Marta Suplicy decide encerrar projeto após reunião com bancada evangélica Relatora do Projeto de Lei 122/10 e a Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira querem um novo texto para focar no combate ao preconceito no país.
O polêmico projeto de lei 122, conhecido erroneamente como lei anti-homofobia, foi sepultado de forma definitiva pela própria relatora, senadora Marta Suplicy (PT/SP) durante almoço no gabinete do senador Magno Malta (PR/ES), presidente da Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira. Participaram também da reunião o senador Walter Pinheiro (PT/BA), deputada federal Benedita da Silva (PT/RJ), deputada federal Lauriete Almeida (PSC/ES) e o deputado Gilmar Machado (PT/MG).
Para o Senador Magno Malta “o projeto que criminaliza a homofobia, da ex-senadora Iara Bernardi, é eivado de inconstitucionalidade e vai contra a família. A Própria relatora percebeu a insatisfação da maioria em virtude do contexto da PL 122, que só contempla um segmento e o preconceito é enraizado no Brasil e criminosamente atinge todas as classes sociais e segmentos da comunidade”, explicou Magno Malta.
Para o senador, não se trata de um debate entre evangélicos e homossexuais, mas que deve envolver todos os segmentos da sociedade que querem se manifestar sobre o assunto. “Pobres, deficientes, povos de várias raças, nômades, religiosos e idosos sofrem preconceito. É importante conscientizar a sociedade e criar leis para acabar com todo o tipo de preconceito no Brasil”, falou Magno Malta.
Durante a Manifestação do Orgulho Gay, em São Paulo, a senadora Marta Suplicy falou pela primeira vez em modificar a proposta, começando pelo nome. “A PL 122 não passa, precisa de uma mudança profunda no conceito e no contexto”, disse a senadora para os homossexuais.
Coerente na luta em defesa da família, Magno Malta também tinha convicção de que o PL 122 não seria aprovado.  O senador chegou a declarar em uma entrevista que até renunciaria. “Não foi bravata, só deixei claro que a maioria dos brasileiros, segundo pesquisa do próprio governo, não aceita mudanças de comportamento impostas por qualquer setor. Não tenho preconceito contra homossexuais, mas também não aceito alguns comportamentos que ferem princípios", explicou Magno Malta.



Fonte: Assessoria de Imprensa / senador Magno Malta
Alô Pessoal, Assistam agora o meio dia o Minha
Cidade na TV Cabugi. Vai passar uma reportagem sobre a cidade
Carnaúbais(Dallas). Marcleide não tem fé.