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quarta-feira, 8 de junho de 2011

A cada cinco minutos um cristão é assassinado

De acordo com o sociólogo Massimo Introvigne (foto) a cada cinco minutos um cristão morre assassinado em razão da sua fé na Hungria. Esse dado foi apresentado durante a Conferência Internacional sobre Diálogo Inter-Religioso entre Cristãos, Judeus e Muçulmanos, realizada em Gödöllö (Budapeste), promovida pela presidência húngara da União Europeia.
Introvigne, que é representante da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) para a luta contra a intolerância e a discriminação contra os cristãos, indicou que 105 mil deles são assassinados cada ano por sua fé.
Esse número abrange somente os verdadeiros martírios, os que são levados à morte pelo fato de serem cristãos, sem considerar as vítimas de guerras civis ou entre nações.
“Se não se gritam ao mundo estes números, se não se põe fim a este massacre, se não se reconhece que a perseguição dos cristãos é a primeira emergência mundial em matéria de violência e discriminação religiosa, o diálogo entre as religiões produzirá somente encontros muito bonitos, mas nenhum resultado concreto,” declarou o especialista.
O encontro reuniu diversas personalidades religiosas, entre elas o diplomata egípcio Aly Mahmoud que declarou que seu país terá em breve leis que protegerão as minorias cristãs.
O “ministro de Assuntos Exteriores” da Igreja Ortodoxa Russa, metropolitano Hilarion recordou que pelo menos um milhão de cristãos vítimas de perseguição no mundo são crianças.
Fonte: Zenit, via Amigos de Cristo

Igrejas ou cativeiros religiosos?

A igreja é um organismo vivo e indispensável na vida do cristão. Nela vemos a representação do corpo de Cristo cujos importantes membros desempenham papéis diferenciados sem que haja um mais especial que o outro, o que os torna interdependentes entre si. O autor de Hebreus (Hb 10.25) reitera a relevância ratificando que congregar é mais que uma opção, mas sim uma ordenança. Só que hoje congregar pode ser um exercício de simpatia, afinal tem igrejas pra todos os gostos, das mais variadas formas. Igreja simples, luxuosa, rica, pobre, moderna, antiga, gigante, pequenina, com área de lazer, estacionamento gigantesco, igreja rural e até igreja residencial, haja igreja! O que me chama atenção é que diante de tanta diferença teológica, denominacional, financeira, social, o “algo” de comum que muito permeia entre tantas é a noção de prisão.
Foucault (filósofo francês com grande contribuição para o campo da história, mal visto por parte de alguns dos teólogos) em sua obra História da Loucura (1960), projeta seu olhar através de outros ângulos e ao analisar a invenção da prisão, a qual nascia não do progresso da humanização decorrente dos ideais da Revolução Francesa, mas da sofisticação das formas de dominação e exercício da violência, proporcionou, a meu ver, uma sacada incrível que vem abalar as formas de interpretação até então experimentadas. Enquanto tantos discutiam a liberdade, igualdade, fraternidade, Foucault passeava a vista nos novos métodos de reclusão e nas sofisticadas maneiras de inculcar, dominar e aprisionar alguém. Esta ousada e arriscada maneira de ver a cena partiu da influencia do pensamento de Foucault.
Inicio uma análise da tal prisão citando parte da canção “Liberdade para Amar” de Sérgio Pimenta (um dos maiores compositores da música evangélica):
“Vamos fazer o amor,
Vamos dar uma flor,

Tentativas de buscar sentido.

Vamos unir as mãos

Ao fingir-nos de irmãos,

Coreografia de aflitos”
Até parecia que Pimenta conhecia o pensamento foucaultiano ao abordar primeiramente as práticas (performances) ao invés dos corações das pessoas, pondo em xeque a superficialidade de um amor que ainda está preso a mesquinhesas, a momentos, e a falsas verdades. Quem nunca ouviu num culto: “pegue na mão do seu irmão, diga que o ama”; “levante as mãos e diga que adora ao Senhor”; “dê um brado de vitória”… Alguém comanda os sentidos e intenções com livre acesso as ações da eclésia – dominação total não acha? Um fantoche preso a um sistema de práticas, e como disse Pimenta, pode representar “coreogragias de aflitos” se a vida não corresponder aos momentos de religiosidade.
Foi ao re-ouvir “Liberdade para Amar” que pude pensar: “a igreja deve ser este lugar de liberdade, de paz, desprendimento com os interesses e com as fisgas do egocentrismo”. Mas às vezes acontece o contrário, ela (igreja) se torna uma das mais nocivas prisões, não só de simples “marionetismo de culto”, mas de ideias e de conceitos bizarros onde muita gente ainda permanece aprisionado. Alguns que pude perceber são:
Acomodação tradicional – gente que nasce e cresce na igreja e pela tradição e antiguidade imagina que já é crente salvo (alguns não passam de mau caráter). Preso no comodismo e no convencimento, criticam outras religiões ao dizerem que velam por tradições e doutrinas de homens… Mas há muitos assim dentro da igreja evangélica – não tiraram ainda a trave do olho.
Crença num Deus estático – “Quando eu cheguei aqui o Senhor já estava”. Esta frase reproduz uma ideia de ambiência divina onde Deus aguarda pacientemente os queridos irmãos chegarem ao templo para cultuar. Dentro do templo não se pode rir, conversar, entrar de bermuda, jogar um play station, tocar um instrumental, pois ali é recinto sagrado e Deus permanece sempre observando com ar de repreensão quem ultrapassar os limites de irreverência podendo castigá-los.
Prisão do guarda-roupa – roupa profana para os dias de semana, roupa santa para os domingos à noite. Aliás, o melhor pra Deus tem que rolar no domingo pois é o dia especial e merece roupa especial. Camisa de clube, roupa de academia, biquíni de veraneio são vestimentas profanas que só devem ser usadas de tempos em tempos, apenas quando nenhum crente vir, pois é sinal de mundanismo.
Dízimo de holofote – sempre dá um jeito de se fazer percebido nos dias em que dizima, pois reforçará uma imagem de cristão comprometido.
Adoração viciada em carga de eletricidade – o culto só é bom quando algo de elétrico ocorre. Seja uma pregação fervorosa ou um louvor ministrado com fervor. “Aleluia” e “Glória a Deus” jamais é dado pelo silêncio de Deus, e sim pelos barulhos dos homens.
Coreografias de aflitos – sempre nos momentos de louvor é importante levantar as mãos, glorificar em alto som e se “estabanar” de quebrantamento, mostrando ter sentido a presença redundante de Deus naquele culto. Nos hinos de comunhão gosta de sair apertando a mão de todos dizendo que os ama, mas no dia-dia não oferece uma carona.
Teleguiado de pecado – é o faro de buscar defeitos inveja em relação ao próximo. Pessoas com esse dom (do diabo) já entram na igreja dando um 360 graus e formatando informações grotescas antes de iniciar o culto, tipo: “aposto que o irmãozinho da frente trai a esposa”, “ o cabelo da ministrante hoje está ridículo”, “putz, aquele homossexual veio ao culto de novo”, “não aguento olhar a cara da irmã fulana”, “um dia compro um carro melhor do que o de sicrano”,“tô de saco cheio desse meu pastor, era melhor estar em casa”.
Cultômetro – acontece demais. Gente que tem a sina de medir a vida espiritual dos outros pela frequencia nos cultos. Quando encontram um pouco assíduo faz uma auto-demostração de crente fiel, assíduo e complementa com as previsíveis falas “apareça mais na igreja irmão, deviou?”, “o amado está brigado com Deus?”
O sagrado paletó – essa prisão é antiga e burlesca. Aprenderam desejar a autoridade, o status, o poder. E nada melhor do que um paletó pra representar esses signos. Esta é uma forma de hierarquizar um ambiente que deveria ser de liberdade. Mas não. Usa paletó quem é pastor, diácono, presbítero, evangelista, apostolo, profeta, e os cambau metido a isso tudo. Um Reverendo não usar paletó, para alguns prisioneiros da religião, é um pecado e desconsideração a Deus – enquanto uns arregaçam as mangas e vão a ceara trabalhar incansavelmente, outros almejam caros e luxuosos ternos para exibirem seu poderio visual, ministerial e farisaico.
Lugar do poder – é de praxe em algumas igrejas (principalmente as pentecostais) por trás do púlpito existirem dezenas de poltronas reservadas a gente “importante” (e haja gente querendo sentar ali): presbíteros, pastores, evangelísticas, apóstolos e até políticos (corruptos). Essa violência simbólica faz com que a platéia seja obrigada a olhar durante todo o culto para seus líderes como autoridades espirituais e dignas de respeito – não por que são íntegros em si, mas por que estão num posto maior. Ali não se está a esquerda ou direita de Jesus, mas aquele lugar (que às vezes vira praça de conversa ou palco de cochilo) ainda representa o sonho de consumo de muitos fracos na fé que querem ser reconhecidos e estarem, como dizem os Neopentecostais, em lugares altos…acima das pessoas comuns.
OBS: Tais notas só servem para quem ainda se considera preso a estas invenções que ocorreram no âmbito da igreja. Se já está liberto desses conceitos, desconsidere o que escrevi.

Antognoni Misael ainda crê na igreja como lugar de paz e liberdade, não como cativeiros mercadológicos que aprisionam almas
Fique Atento as Atividades
Hoje teremos discipulado na casa da Irmã Salete e evangelismo no Alto da Pelonha.
Amanhã teremos culto de oração na igreja.
Na Sexta teremos encontro de oração na casa da Irmã Maria José e Igreja nas Ruas (sairemos às 19 da noite da igreja).
Sábado teremos a comemoração do dias dos namorados para os casais na igreja e os jovens em local ainda a ser definido.
Domingo teremos Reunião com os lideres dos ministérios no Horário da EBD.
Domingo ainda teremos culto de louvor e adoração na igreja às 18:30hs.

Informe-se e participe!

terça-feira, 7 de junho de 2011

Tribunal Europeu intervém em favor de direitos dos cristãos

Solicitação surgiu após cristãos serem penalizados por expressar sua fé no local de trabalho
Tribunal Europeu intervém em favor de direitos dos cristãos
O Governo Europeu tem dito que deve esclarecer se os direitos dos cristãos foram violados por decisões recentes dos tribunais britânicos.
A solicitação foi feita pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, em nome de quatro cristãos que foram penalizados por expressar a sua fé no local de trabalho.
Eles se voltaram para o tribunal europeu, depois de perder recursos nos tribunais britânicos. O tribunal considerou que os casos são de relevância jurídica que justificam uma análise mais aprofundada.
Entre os cristãos estão Nadia Eweida, uma trabalhadora britânica da Airways que foi impedida de usar uma cruz com o seu uniforme.
O Centro Cristão Legal apoiará dois envolvidos, Gary McFarlane, um conselheiro de relacionamentos que foi demitido por dizer que não poderia fornecer terapia sexual a um casal gay, e Shirley Chaplin, uma enfermeira que foi proibida de trabalhar em hospitais depois que ela se recusou a remover seu colar com uma cruz.
A quarta recorrente é a ex-secretária de um conselho ao norte de Londres, Lillian Ladele, que foi disciplinada por se recusar a conduzir cerimônias de parceria civil de pessoas do mesmo sexo.
O tribunal decidirá sobre a realização de audiências, ainda mais após os ministros do governo terem tido a chance de reagir.
A declaração do Governo vai de alguma forma esclarecer a confusão sobre os direitos que os cristãos têm sob as leis de igualdade introduzidas nos últimos anos para evitar a discriminação contra as minorias.
A Fundadora e diretora do Centro Cristão Legal, Andrea Minichiello Williams (foto), disse: "Estes casos são massivamente significativos em todas as frentes. Parece haver uma animosidade desproporcionada em relação à fé cristã e o funcionamento dos tribunais no Reino Unido levou a profunda injustiça”.
"Se formos bem sucedidos, em Estrasburgo, espero que a Lei de Igualdade e diversidade seja revista para que os cristãos sejam livres para trabalhar e agir de acordo com sua consciência", afirma.
Ela acrescentou: "As pessoas com visões ortodoxas sobre ética sexual são excluídas do emprego, porque não se encaixam com as igualdades e na lista de diversidade. É isso que queremos ver resolvido. Essa injustiça não pode ser autorizada a continuar."
No início deste ano, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos permitiu crucifixos nas salas de aula de escola na Itália, após uma longa batalha jurídica entre o Estado e uma mãe que disse que seu direito de educar seus filhos ao longo das linhas seculares estava sendo violado.

Fonte: Christian Today / Redação CPAD News

Lei reconhece evangélicos na Albânia

Só eram reconhecidos como integrantes de uma religião os ortodoxos, os católicos, os bektashis e muçulmanos
Lei reconhece evangélicos na Albânia
A nova lei da Albânia que reconhece os evangélicos como membros de uma religião foi apresentada durante uma reunião da AEO (Organização que apoia os missionários naquele país do Leste Europeu).
Até então, só eram reconhecidos como integrantes de uma religião os ortodoxos, os católicos, os bektashis (tipo de islamismo) e os muçulmanos. Segundo a missionária, os evangélicos eram marginalizados, sem direitos nem proteção.

Essa lei foi aprovada no final de abril deste ano, sendo um acordo entre a VUSH (organização na qual as igrejas evangélicas são registradas) e o governo albanês. O secretário-geral da VUSH foi quem apresentou os principais pontos da lei durante a reunião. Entre eles estão:

1. Os evangélicos poderão não só utilizar, como abrir meios de comunicação e mídia;

2. A escolha por uma religião é livre;
3. As escolas cristãs terão os certificados reconhecidos pelo Ministério da Educação;
4. Não será pago imposto sobre doações sem fins lucrativos;
5. Os missionários que pagam seguro social em seu país não vão precisar pagá-lo novamente na Albânia;
6. O governo, ou qualquer pessoa, não pode invadir o templo e interromper o culto.
Ele declarou que para os ocidentais essa lei não parece ser um grande avanço, mas para os albaneses, que passaram por grande perseguição na época do comunismo e depois foram marginalizados, ela representa uma vitória muito grande. Agora, todas as igrejas, organizações e fundações que estiverem registradas na VUSH terão todos os direitos de liberdade religiosa.

“Temos muito a agradecer a Deus por esse avanço da igreja evangélica na Albânia e oramos para que possamos aproveitar cada oportunidade que o Pai tem nos dado nesse país”, finaliza a missionária Adriana Noeme.

 

Fonte: Junta de Missões Mundiais

Culto à esqueleto feminino chega a 8 milhões de seguidores

Um culto para lá de estranho acontece nos últimos anos no bairro de Tepito, na Cidade do México: o culto a um esqueleto feminino que cada dia mais se populariza e se torna objeto de devoção.
Para se ter ideia da dimensão deste chamado culto, muitos católicos aderiram a ele o que, segundo os responsáveis, os permite afirma que os seguidores da Santa Morte – é assim que o culto é chamado, já chegam 8 milhões de pessoas não no México, mas também em outros paises da América Central e nos Estados Unidos.
Segundo os peregrinos, em troca de orações e oferendas, a Santa Morte oferece proteção e pode ajudar quando há algum problema difícil.
Alguns afirmam que a Santa Morte é o culto dos criminosos, mas, para muitos, ela é uma figura religiosa como qualquer outra.
“Todo tipo de pessoa acredita na Santa Morte. Pessoas boas usam para coisas boas, e pessoas más, para coisas más”, afirma um peregrino.
Enriqueta Romero, a mulher que criou o templo no bairro, defendeu o culto em entrevista ao correspondente da BBC Mundo no México, Julián Miglierini.
“Se a pessoa é um sequestrador e um bandido e também seguidor da Santa Morte, então é algo pessoal, cada um sabe o que faz. Sabemos que é errado, mas é algo pessoal”, disse.
Crime
Para alguns, a localização deste santuário é mais um sinal da ligação do culto aos criminosos.
A área de Tepito é considerada uma das mais perigosas da Cidade do México e acredita-se que seja um refúgio de criminosos.
O culto pode ter um grande número de seguidores em Tepito, mas se espalhou pelo México, um país muito católico. E a Igreja Católica do país não esconde sua desaprovação.
“O culto é completamente rejeitado, é superstição e tem um elemento diabólico. A Santa Morte é inaceitável, é impossível ser católico e ser devoto da Santa Morte”, afirma o porta-voz da Igreja no México, Hugo Valdemar.
Para José Gil Olmos, autor de um livro sobre o assunto, o sucesso do culto se deve a própria hierarquia da Igreja Católica.
“Este é um reflexo muito claro da crise na Igreja Católica em seus níveis mais baixos. Suas brechas estão sendo preenchidas por outros cultos e crenças, pois no México existem estes santos populares e cultos”, afirmou.


Fonte: BBC

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Final de Semana Positivo
Tivemos um excelente encontro de casais.
O Igreja nas Ruas funcinou muito bem, na sexta.
Uma decisão nos jovens no sábado.
Uma aula da escola domincal bem participativa.
Um culto em que a igreja estava lotava e o culto bem participativo.

Pesquisa aponta: 56% dos evangélicos fizeram sexo antes do casamento e 25% já traíram

Uma pesquisa de opinião intitulada “O Crente o Sexo” apontou que 56% dos evangélicos fizeram sexo com seus (suas) parceiros (as) antes do casamento e que 25% traíram a sua esposa. Para se chegar a este número quase 12 mil crentes – sendo 5,1 mil casados – responderam a perguntas enviadas pelo Bureau de Pesquisa e Estatística Cristã (Bepec), que está sendo lançado junto com a pesquisa.
Através de uma parceria com a empresa Akna Software, especializada em marketing digital, e o portal e revista cristã Genizah, o Bepec teve acesso a mais de 1,5 milhão de endereços eletrônicos de evangélicos, sendo que o instrumento de coleta foi mandado para cerca de 71,5 mil destinatários.
Por questão de metodologia, apenas o grupo-alvo dos evangélicos casados foi totalizado neste primeiro momento. Um universo amplo, representando diferentes regiões do país e classes sociais, bem como oito grandes grupos de confissões, incluindo igrejas tradicionais, pentecostais e neopentecostais e denominações de grande porte, como Batista e Assembleia de Deus.
“A pesquisa foi feita com rigor científico”, destaca o profissional de marketing digital e blogueiro Danilo Silvestre Fernandes, idealizador do Bepec. Evangélico, ele conta que suas principais motivações foram o interesse que o assunto desperta e a carência de material do gênero.
“Não há quase nada disponível sobre a sexualidade dos evangélicos”, atesta. “Sexo é tabu entre os crentes e as matérias sobre isso são as mais lidas e comentadas. Quisemos produzir conteúdo inédito – incluindo dados primários, como é o caso da pesquisa “O crente e o sexo.”
A partir desta pesquisa algumas explicações precisaram ser dadas. Uma s é como 25% dos homens crentes casados já traíram a mulher? A outra é sobre o índice de crentes que afirmaram, mesmo tendo mais de 10 anos de conversão, terem mantido relações sexuais com seu futuro conjugue antes do casamento. A pesquisa foi feita com pessoas na faixa dos 16 aos 55 anos.
Um outro dado interessante e que chama atenção na questão da traição é que a metade dos pesquisados informou ter mais de oito anos de casamento – ou seja, é gente que já passou pela famosa “crise dos sete anos”, o que é indicativo de estabilidade na relação. A conclusão, óbvia, é de que o abismo entre o discurso dos púlpitos e a prática dos crentes, que sempre se suspeitou existir, é um fato.
“Chamou-me a atenção o índice de casais crentes que tiveram relações sexuais antes do casamento”, aponta o pastor Gilson Bifano, diretor do Oikos, ministério cristão de apoio à família.
Sediado no Rio de Janeiro, a entidade promove aconselhamento, estudos e eventos voltados para casais crentes. Ele diz que muito do que a pesquisa mostrou já é do conhecimento de quem trabalha nesta área.
“Creio que os tempos modernos têm influenciado o comportamento dos casais crentes. Sexo é assunto que ficou, por muitos anos, sem ser tratado no âmbito evangélico. Há muito dogmatismo e falta diálogo.”
“Sem Surpresa”
A pesquisa desce a minúcias como práticas sexuais dos casais crentes, envolvimento com homossexualismo e uso de pornografia – quesito no qual 44,5% dos consultados responderam “sim”. No entender de Danilo, o que chama a atenção é a proximidade relativa dos dados de Os crentes e o sexo e outra pesquisa, esta realizada pelo Ministério da Saúde em 2009 com a população em geral. Ali, o objetivo era bem diferente: balizar políticas públicas de combate à Aids. Mesmo assim, alguns dados são inquietantes – como o índice de traição ao parceiro fixo, que ficou na casa dos 16 por cento em um ano na mostra do governo. “Isso não quer dizer, evidentemente, que o evangélico traia mais”, ressalva. “Apenas que os crentes, em diversos aspectos, não diferem tanto assim das pessoas que a Igreja convencionou chamar como ‘do mundo’.”
“De modo geral, não me surpreendo”, comenta o pastor Geremias do Couto, da Assembleia de Deus. Fiéis de sua denominação, conhecida historicamente pelo rigor nos costumes, constituem um quinto do total de pessoas casadas que entraram na pesquisa. Mesmo assim, ele concorda que a influência de uma prática de vida liberal tem cobrado seu preço da Igreja, sobretudo nesta área: “O percentual naqueles pontos que, de fato, consideramos anomalias, ou mesmo pecado, estaria, a meu ver, dentro de um corte que corresponde ao modo como a prática da fé cristã é vivida, hoje, sem muito comprometimento”.
Geremias, que é vinculado ao projeto My hope (“Minha esperança”), da Associação Evangelística Billy Graham, e dedica parte de seu ministério à orientação cristã para casais, teve acesso aos dados da pesquisa antes de sua divulgação. O ponto que mais chamou sua atenção foi mesmo o da traição entre cônjuges crentes. Exatos 24,68% dos homens admitiram a pulada de cerca, enquanto que 12% das casadas evangélicas caíram em adultério. O detalhe é que, entre os neopentecostais, o índice supera em cerca de 5 pontos o de adeptos de outras denominações – como os anglicanos e presbiterianos, classificados na pesquisa como “reformados”. “Seriam, hipoteticamente, dois a três casos de infidelidade em cada dez casais crentes”, aponta o pastor.
Abertura
A pesquisa não deixou de abordar questões como frequência de atos sexuais no casamento e as diferentes modalidades de práticas sexuais. Engana-se quem pensa, por exemplo, que crentes se contentam com as mais convencionais. Quase 38% dos que responderam a pesquisa – lembrando que foram 56% de homens e 44% de mulheres – disseram que “vale tudo” no quarto conjugal, desde que ambos concordem. Aí entram a masturbação mútua, o sexo oral (com grande aceitação para mais de 80%) e até sexo anal, normalmente vetado por líderes e conselheiros por sua associação com práticas promíscuas homossexuais, a chamada sodomia. Mas 21,4% dos casais crentes confessaram praticá-lo.
Tratar de aspectos tão delicados da intimidade conjugal só foi possível, segundo Danilo, pela garantia do anonimato. “Pesquisas onde a coleta dos dados não é presencial, embora exijam mais cuidado na amostragem científica, ganham nos fatores envolvendo a privacidade do objeto do estudo. Isso incentiva a abertura para assuntos difíceis e a honestidade das respostas”, explica. “Tenho certeza de que muitos usaram a pesquisa como uma espécie de confessionário, prática abandonada pelo protestantismo”, opina o bispo Hermes Fernandes, um dos colaboradores de Genizah e líder da Rede Episcopal de Igrejas da Nação Apostólica (Reina). Ele acompanhou a elaboração da pesquisa e diz que o estudo confirma, com riqueza de detalhes e informações, o que todo mundo sabe: “O proibido é mais gostoso”. Para Hermes, a pressão exercida pela religiosidade acaba por acentuar as pulsões sexuais, tornando-as exacerbadas. “Muitos certamente ficaram aliviados por saber que não são os únicos a adotar certos comportamentos considerados tabus.”

Fonte: Cristianismo Hoje

Cientista afirma que Deus existe

O físico teórico Michio Kaku (foto), considerado um dos cientistas mais importantes da atualidade, diz ter criado uma teoria que pode apontar a existência de Deus.
Kaku chegou à essa conclusão por meio de um estudo. Ele usou um “semi-raio primitivo de táquions que são partículas teóricas, capazes de “desgrudar” do universo a matéria ou vácuo que entrar em contato com ela, assim, deixando qualquer coisa livre das influências do universo à sua volta, tecnologia criada recentemente em 2005. Embora a tecnologia para chegar às verdadeiras partículas de táquions ainda esteja muito longe de ser alcançada, o semi-raio tem algumas poucas propriedades dessas partículas teóricas, que são capazes de criar o efeito dos verdadeiros táquions, em escala subatômica.
Os resultados dessas experiências fizeram Michio concluir que a existência de “Deus” se deve ao fato de nós vivermos em uma “Matrix”.
“Cheguei à conclusão que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência, não muito diferente do seu jogo preferido de computador, claro, impensavelmente mais complexa,” disse.
Ele analisou o comportamento da matéria em escala subatômica e percebeu que a parte afetada pelo semi-raio primitivo de táquions, um minúsculo ponto do espaço, estava totalmente livre de qualquer influência do universo, matéria, força ou lei.
“Acredite, tudo que nós chamávamos de casualidade até hoje, não fará mais sentido. Para mim está claro que estamos em um plano regido por regras criadas, e não moldadas pelo acaso universal”, comentou o cientista.
O comentário de Kaku criou alvoroço no meio científico, dado a sua importância no meio, em especial pela criação da Teoria das Cordas que o fez ser extremamente respeitado por outros cientistas.


Fonte:  PB Agora

Era uma igreja muito engraçada…

Por Jonara Gonçalves
Com certeza você já cantou essa musiquinha quando era criança: “Era uma casa muito engraçada, não tinha teto não tinha nada…
Pois é! Não é que os doidos da comunidade do Púlpito Cristão no Orkut criaram uma paródia maneiríssima e super atual com ela? A unica coisa que não é engraçada é a nossa certeza de que tudo isso está acontecendo bem diante dos nossos narizes.
Olha só:
Era uma igreja muito engraçada
Não tinha culto, não tinha nada.
Lá Deus não ouve minha oração
Só a do “apóstolo” com sua unção.
O lenço dele é uma tristeza
Mas tá curando que é uma beleza.
Lá não se fala contra o pecado
Porque não rende nem um trocado.
E os seus membros tão enganados
Pois o Evangelho não é pregado.
E Cristo aqui é só um curandeiro
Que troca a bênção por seu dinheiro.
Lá nós tomamos “posse da bença”
O pano suado faz diferença
E nessa igreja encontrei “vitória”
Mas eu não sei se vou para glória.
E abocanhado fui por um lobo
Que o tempo todo me fez de bobo…

 Jonara Gonçalves é esposa do blogueiro. Nepotismo? Claro que não! Apenas uma “coincidência”, rsrs