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terça-feira, 31 de maio de 2011

Casal Canadense Cria Bebê ‘Sem Sexo’ e defende que ele escolha se é menino ou menina



A mãe de Storm Stocker, o bebê canadense que está sendo criado com apenas poucas pessoas sabendo o seu sexo, defendeu a escolha da família de criá-lo sem designar o gênero.
O casal Kathy Witterick e David Stocker decidiram criar seus filhos sem falar o sexo, homem ou mulher. Witterick explica: “Na verdade, em não dizer o sexo do meu bebê precioso, eu estou dizendo para o mundo, ‘Por favor, você pode simplesmente deixar Storm descobrir por si mesmo o que é (ele) quer ser?’” O casal reivindica que esse tipo de coisa está funcionando bem para os seus filhos mais velhos, Jazz e Kio.
Jazz de fala suave, olhos castanhos, mantém seus cabelos longos e gosta da cor rosa. Ele adora pintar suas unhas e usar um cravo rosa em uma orelha. Kio tem seus cabelos loiros ondulados abaixo do queixo. O garoto de dois anos, adora a cor roxa.
“Como resultado, Jazz e agora Kio são quase que exclusivamente assumidos serem meninas,” diz Stocker. é a escolha dos meninos se eles querem oferecer uma correção.
Sem divulgar o sexo de Storm, de 4 meses de idade, os pais estão negando à criança a maneira de posicionar-se por si mesmo, num mundo em que você é homem, mulher ou no meio, segundo um psicólogo no artigo Parent Central. Os efeitos disso é que isso pode marginalizar a criança.
“Eu acredito que isso coloca restrições nesse bebê em particular que nesta cultura o bebê será uma pessoa singular que não está sendo dada uma oportunidade de encontrar seu sexo verdadeiro, também com base no que está dentro deles.”
Na forbes, Victoria Pynchon disse que tem sentimentos misturados sobre a situação, mas acha que o poisitivo disso é que pelo menos eles não são homeschoolers cristãos.
“É mais comum os pais limitarem as oportunidades de seus filhos do que mães e pais abrirem aos seus filhos todas as possibilidades imagináveis.”

Fonte: The Christian Post

Pastor desliga-se da Igreja Betesda por ser orientado a aconselhar e aceitar união gay



O pastor Edney Melo, da Igreja Betesda de Fortaleza (CE) comunicou seu desligamento com a igreja de Ricardo Gondim por diversas divergências de pensamento, acerca de temas como a volta de Jesus, a ressurreição e também sobre a posição da igreja sobre aceitar casais homossexuais e ainda pedir aos pastores que façam aconselhamento de casais como se fossem casais heterossexuais.
Melo estava a 24 anos no ministério, mas tomou a decisão de sair e escreveu em seu blog suas razões. Uma delas é que, segundo ele, as características da Betesda têm mudado, “tem adquirido características institucionais e de pensamento, que, a princípio, apenas demonstravam sua pluralidade”.
Outro motivo seria discordar da orientação de aconselhar casais homossexuais. “No entanto, ano passado, em conversa com um dos principais pastores da Betesda, eu o ouvi falar de uma reflexão que estava sendo feita sobre a questão homossexual, que, deveria ser considerada pela igreja, normal. Inclusive, disse ele estar disposto a aconselhar casais homossexuais em sua comunidade, como se foram héteros, com a restrição de não serem promíscuos.”
O pastor também escreveu em seu blog que outro motivo que o levou a se desligar do ministério de Gondim foi não aceitar o fato da liderança da Betesda ter questionado as doutrinas da ressurreição e da volta de cristo “A partir daí, passei a ter uma série de conversas com a liderança cearense da Betesda, com quem questionei esses e outros pressupostos, contidos no consciente coletivo da igreja, como a volta de Jesus, a ressurreição e outras questões que considero irrefutáveis.”
Confira o texto na íntegra:
Percebendo o tamanho da repercussão com relação ao meu desligamento da Betesda, decidi romper o silêncio. Não sou neófito ou irresponsável. Sou pastor de uma comunidade punjante, bonita, leve e com características únicas, como qualquer comunidade cristã nordestina, que luta pela própria sobrevivência e pretende levar a sério seu amor a Jesus, o Nazareno e à sua mensagem da Cruz.
Estive, há 24 anos na igreja Betesda. Fui, durante seus momentos mais difíceis, um de seus principais elaboradores, mantenedores emocionais, um ferrenho lutador. Em todos esses anos, sob a tutela de Allison Ambrósio, que me ensinou a ser líder. Amei, trabalhei, orei e me empenhei por essas comunidades com afinco por muitos anos. Formei líderes, cuidei de novos membros e tenho tido meus melhores amigos ligados à Betesda. Tenho autoridade para falar da Betesda em todos os seus segmentos. Conheço a fundo sua estrutura e seus bastidores mais discretos. Eu conheço essa igreja como a palma de minha mão. E, infelizmente, hoje, eu a percebo tão cruel quanto qualquer instituição religiosa. Pensamentos novos em práticas antigas.
Procurarei não ser ofensivo em minhas próximas palavras, diferentemente do que tem acontecido contra mim. Isso me admira muito, visto que a idéia da tolerância, da compreensão e da graça, sempre foram alardeadamente pregada nos ambientes da Betesda. Uma igreja não é constituída, ela é formada, estabelece-se, desenvolve-se e vai assumindo características que a identificam e a solidificam no decorrer dos anos. Assim, a Betesda, minha amada igreja, também tem mudado. Tem adquirido características institucionais e de pensamento, que, a princípio, apenas demonstravam sua pluralidade. Com o passar dos anos, não havia mais pensamentos plurais, mais opostos. Mas percebo, que, o que começou a se desenvolver, foi um grupo de pessoas confusas, teológica e institucionalmente. Agi como podia. Mas as questões levantadas, as palestras ministradas, sempre desconstruíam, mas tinham uma proposta construtiva incipiente.
Com a morte do Pastor Allison, mesmo sem perceber, comecei a perder o afinco e o amor que tinha pela instituição. Mesmo assim, tentei segurar os fios que ligavam sua frágil estrutura, inclusive, mentoreando novas lideranças. No entanto, ano passado, em conversa com um dos principais pastores da Betesda, eu o ouvi falar de uma reflexão que estava sendo feita sobre a questão homossexual, que, deveria ser considerada pela igreja, normal. Inclusive, disse ele estar disposto a aconselhar casais homossexuais em sua comunidade, como se foram héteros, com a restrição de não serem promíscuos. A partir daí, passei a ter uma série de conversas com a liderança cearense da Betesda, com quem questionei esses e outros pressupostos, contidos no consciente coletivo da igreja, como a volta de Jesus, a ressurreição e outras questões que considero irrefutáveis.
Quando essas questões, durante esse ano, começaram a ser expostas no youtube e em revista de circulação nacional, novamente me posicionei. Percebi, então, que estávamos completamente divididos dentro da própria instituição. Falávamos ser uma comunidade de pensamento polifônico, mas, na verdade, tornamo-nos um ajuntamento destoante de instrumentistas. Nossos púlpitos e nossas conversas nos encontros são incongruentes. Parece haver diálogo. Mas, na verdade, o que existe é um grupo que elabora questões elevadas, um outro que finge que concorda, outro que finge que entende e a igreja perdida, sem referenciais. Todos os limites entre estes grupos começaram a se confundir, mudando a imagem pública da Betesda, que não sabe se é ou não evangélica. Quem discorda dos pensamentos elaborados, ou não entendeu ou é fundamentalista. Rótulos e jargões,são detestados mas apenas criaram-se novos, de acordo com novos pressupostos.
Eu decidi sair em silêncio, não por ser dissimulado, maquiavélico, traidor. Eu conheço o meu significado para a Betesda e sabia que traria uma grande repercussão. Tentei preservar os que são ligados a mim do rótulo de conspiradores. Tentei preservar minha comunidade de reuniões intermináveis. Ela cobrava de mim uma posição a tempos. E, obviamente, precisei fazer isso com o mínimo de planejamento. Eu o faria com mais calma. Tive que acelerar o processo, por causa da notícia, que me chegara, de que oito pastores estavam querendo se organizar para algum tipo de decisão. Por isso, quase imediatamente, quis sair. Não queria ser envolvido em nenhum racha. Quanto à minha comunidade já ter um nome, isso não foi planejado exaustivamente. Não queríamos ser conhecidos como dissidentes. Queríamos ir em direção à nossa própria identidade. Em um dia, concordamos com o nome: Comunidade de Cristo Maranata. Peço perdão aos que me amam. Mas tomei essas decisões para sua preservação.
A minha saída é a minha última mensagem para a Betesda. Gostaria que ela tivesse re-avaliado suas posturas, sua repercussão pública com mais respeito a quem pensa diferente. O futuro da Betesda não será a polifonia, será a solidão. Se, não houver uma profunda reformulação de pensamento e jornada. Não gostaria de ser procurado. Minha maior atitude e sinal de coerência é minha partida, com os meus.
Em paz, mas em jornadas diferentes.
EDNEY MELO


Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 30 de maio de 2011


Presidente cubano diz que bênção evangélica é necessidade no país
    Raúl Castro, 79, disse que, neste momento de reforma econômica, Cuba vai precisar das “bênçãos” das igrejas evangélicas “mais que nunca”.
   O presidente cubano fez essa afirmação durante o culto do 70º aniversário do CIC (Conselho de Igrejas de Cuba), que reúniu 50% das igrejas evangélicas, entre elas as principais do país no último fim de semana.
    O reverendo Marcial Hernandez cumprimentou Raúl Castro pelas medidas econômicas.
    O modelo econômico de Cuba está falido há décadas, e agora o governo decidiu adotar a economia de mercado. O país está se abrindo para o investimento estrangeiro, por exemplo.
   Outra medida é que os cubanos poderão ter o seu próprio negócio, e muito deles vão precisar mesmo, porque o governo vai acabar com 500 mil postos de trabalho que mantém.
   Nos últimos anos, o governo cubano tem tido um relacionamento cada vez mais intenso com líderes católicos e evangélicos. Bento 16 visitou o país em janeiro de 1998. Em maio de 2010, Raúl Castro teve uma reunião de quatro horas com a hierarquia católica. Um dos assuntos discutidos foi a libertação de presos políticos.

Fonte: G+

Convenção Batista Brasileira fala sobre a decisão do STF; “Iniquidade Institucionalizada”

Texto alerta a Igreja sobre o perigo dessa ação que eles caracterizaram como "iniquidade institucionalizada"
Convenção Batista Brasileira fala sobre a decisão do STF; “Iniquidade Institucionalizada”
A Convenção Batista Brasileira escreveu uma nota alertando seus fieis sobre a decisão do Supre Tribunal Federal que aprovou a união estável entre pessoas do mesmo sexo e o reconhecimento dessa união como família.
O documento assinado pelo presidente da CBB, pastor Paschoal Piragine Júnior, tem o objetivo de alertar a Igreja sobre o perigo dessa decisão. Um desses perigos, diz o texto, é destruir o conceito de família (que não é só cristão, mas universal e multicultural) para reconstruí-lo sob a égide somente da afetividade e não em toda a dimensão de suas funcionalidades como base da sociedade.
A nota da CBB caracteriza a atitude do STF como “a iniqüidade institucionalizada”.
“Assim, conclamamos a sociedade brasileira a continuar mostrando que existem opiniões divergentes. Sem discriminação e com respeito a cada indivíduo, tais manifestações visam a defesa de valores pessoais e sociais, com integridade,” diz um trecho da carta.
Leia na íntegra:
“Um dos papeis da Igreja na sociedade é ser uma consciência profética capaz de ajudar a cada ser humano (entendido como um indivíduo livre e competente diante de Deus e dos homens, vivendo em uma sociedade pluralista) a discernir valores essenciais que norteiam os relacionamentos em todas as suas dimensões.
É nesse contexto que os batistas – integrantes de uma denominação cristã que, ao longo de toda a sua história, defende a liberdade religiosa, de consciência e de expressão – se manifestam para alertar sobre os perigos que a sociedade brasileira corre diante das novas conjunturas sociais aprovadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e que estão sendo propaladas por leis que tramitam no Congresso Nacional e por ações promovidas pelo Executivo.
Assim, alertamos para o perigo:
• De construir uma sociedade em que a legalidade pode ser estabelecida pelos interesses políticos e inclinações pessoais, como ocorreu no caso da releitura contraditória feita pelo STF do artigo 226 da Constituição Federal. O artigo diz:
“Art 226 – A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.
(…)

§3o – Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.

§4o – Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.

§5o – Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.

Quando uma casa que tem como principal missão defender a Constituição a rasga, corremos o perigo de viver um Estado jurídico de exceção, ao qual a nação brasileira não deseja retroceder.
De destruir o conceito de família (que não é só cristão, mas universal e multicultural) para reconstruí-lo sob a égide somente da afetividade e não em toda a dimensão de suas funcionalidades como base da sociedade.
De criar uma sociedade em que os valores essenciais são relativizados, pois onde tudo é relativo nada sobra para apoiar os alicerces do nosso futuro.

De viver em uma sociedade que abandona os valores divinos revelados nas Escrituras Sagradas, pois a História, desde os tempos bíblicos, têm demonstrado que sociedades que abandonaram os valores mais elementares implodiram por perderem os seus pilares sustentadores – ainda que tenham sido, em algum momento, grandes potências no contexto universal.

Tais atitudes nada mais são do que a iniqüidade institucionalizada. Assim, conclamamos a sociedade brasileira a continuar mostrando que existem opiniões divergentes. Sem discriminação e com respeito a cada indivíduo, tais manifestações visam a defesa de valores pessoais e sociais, com integridade. Somente quando todos os segmentos da sociedade se expressam é que as forças políticas de nossa nação se sensibilizam para obviedade dos valores essenciais, como no caso recente da decisão de nossa presidente, Dilma Rousseff, ao impedir a distribuição do chamado “kit contra a homofobia ” nas escolas públicas.
Curitiba, 27 de maio de 2011
Pr. Paschoal Piragine Jr.
Presidente da Convenção Batista Brasileira.”
Texto extraído da Convenção Batista Brasileira
Fonte: Gospel Prime

ONU critica Brasil por permitir ensino religioso em escolas públicas

Pesquisadora cobrará o governo para frear docentes seguidores de religiões pentecostais
ONU critica Brasil por permitir ensino religioso em escolas públicas
Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) que será apresentado essa semana ao Conselho de Direitos Humanos fará um alerta ao Brasil porque foi revelado que centenas de escolas públicas em pelo menos 11 Estados brasileiros desrespeitam o caráter laico do Estado e impõem o ensino religioso.
A pesquisa foi realizada pela relatora da ONU para o direito à cultura, Farida Shaheed, que também alerta que intolerância religiosa e racismo “persistem” na sociedade brasileira.
Shaheed pedirá uma posição mais forte por parte do governo para frear ataques realizados por “seguidores de religiões pentecostais” contra praticantes de religiões afro-brasileiras no País.
A relatora também chamará a atenção para uma das maiores preocupações é o com o ensino religioso, assunto que pôs Vaticano e governo em descompasso diplomático.
Os Estados citados por Farida, que visitou o País no final do ano passado, são Alagoas, Amapá, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
A representante da ONU diz ter recolhido pedidos para que o material usado em aulas de religião nas escolas públicas seja submetido a uma revisão por especialistas, como no caso de outros materiais de ensino. Além disso, “recursos de um Estado laico não devem ser usados para comprar livros religiosos para escolas”, esclarece.
Para ela as principais preocupações que impedem a implementação efetiva do que é previsto na Constituição são: deixar o conteúdo de cursos religiosos serem determinados pelo sistema de crença pessoal de professores ou administradores de escolas; usar o ensino religioso como proselitismo; ensino religioso compulsório e excluir religiões de origem africana do curriculum.
Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação  o ensino religioso deve ser oferecido em todas as escolas públicas de ensino fundamental, mas a matrícula é facultativa. A legislação também pede que a definição do conteúdo seja feita pelos Estados e municípios, mas afirma que o conteúdo deve assegurar o respeito à diversidade cultural religiosa e proíbe qualquer forma de proselitismo.
“Em tese, deveria haver um professor capaz de representar todas as religiões. Mas, como sabemos, é impossível”, explica Roseli Fischmann, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP)
Para a professora da USP a educação religiosa deve ser restrita aos colégios confessionais, pois lá, o pai matricula consciente de que seu filho terá o ensinamento religioso.
Com informações Paulopes

Polícia encontra desmanche de carros dentro de igreja evangélica



Dentro da Igreja Evangélica Assembléia de Deus havia cerca de três veículos desmontados.
Policiais da Força Tática do Comando de Policiamento da Área Leste (CPA/Leste) encontraram um desmanche de carros roubados que funcionava no terreno de uma Igreja na tarde desta sexta-feira (27). A polícia chegou até o local, na rua Girassol, Jorge Teixeira I, zona Leste de Manaus, por meio de denúncias de moradores.
Segundo informações do Tenente Coelho, na Igreja Evangélica Assembléia de Deus havia cerca de três veículos desmontados. Um carro, modelo Ford KA de placa JXM 8111, que foi roubado no mês de março, estava no local em fase de desmanche.
“A vizinhança denunciou porque de madrugada homens chegavam aqui e descarregavam essas peças, motores e até os próprios carros”, disse o tenente. Ele disse também que a denúncia foi feita há cerca de duas semanas, mas eles estavam esperando aparecer alguém no local, o que ainda não tinha acontecido.
De acordo com o Cabo J. Paulino, informações preliminares indicam que o responsável pelo local era pai de Adonias Júnior Cardoso, o “Gago”, que foi preso no último dia 18 em uma oficina na Lagoa Verde, zona Sul, durante a operação ‘Aliança’ da Policia Civil.
A Polícia Civil foi acionada para fazer um levantamento do material encontrado no local. O caso será investigado pela Delegacia Especializada de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos.
Fonte: D24am / Folha Gospel

sábado, 28 de maio de 2011


Estudo no Livro de Judas

Convidem seus familiares e seus conhecidos para amanhã ouvirem a Palavra de Deus que será pregada no livro de Judas. Será o v. 4. Estou estudando e orando para tudo contribua para glorificação do nome de Deus.

Informes da Fé Vingt Rosado
1. Alô Líderes – Estamos no meio do ano e alguns lideres ainda não acertaram em suas funções no ministério. No dia 12 de junho teremos uma reunião para motivarmos alguns e substituirmos outros. Somos nós que devemos fazer a obra. Vamos lideres!
2. Alto da Pelonha – O Pr. Leandro coordenará uma equipe que cuidará do evangelismo no Alto da Pelonha. Veja mais detalhes na seção CUMPRINDO O IDE.
3. Parque Universitário – Havi, Uda e mais 3 irmãos coordenarão o trabalho no bairro Parque Universitário.
4. E o Vingt Rosado? – Não podemos continuar sendo omissos ou apenas convidando pessoas para assistiram os cultos dominicais. Vamos ter um trabalho permanente de evangelismo. O Pr. Manoel coordenará o evangelismo aqui em nosso bairro.
5. Precisamos de Você – Para a realização desses trabalhos evangelísticos vamos precisar do seu apoio. Prontifique-se e façamos a obra de Deus.
6. Nosso 6º Retiro – Na quinta-feira que vem decidiremos o preço e outros detalhes sobre o nosso retiro de comunhão. Espero sua presença e suas sugestões.
7. Batalhar Pela Fé – Esse é o maior conselho que Judas dá aos seus leitores e serve muito bem para nós hoje. Então irmãos, batalhemos pela fé (conjunto de doutrinas presentes na Bíblia).
8. Site no Ar – O nosso site www.ibrfe.com está no ar e sendo atualizado constantemente. Quer saber mais sobre a nossa igreja? Acesse!
9. Ministérios Novos: Pré-adolescentes e idosos – Estamos orando para que Deus levante pessoas capacitadas e dedicadas para realizarmos um forte com os pré-adolescentes e com os idosos. Peço oração nesse sentido.
10. Foco em Evangelismo e Discipulado – Voltaremos a nossa atenção para ganharmos alma e discipulá-las. Esse será o foco da nossa igreja.
11. Batismo 150. “Eu luto, não sem meta” diz o apóstolo Paulo. Amados irmãos, pastores e líderes, em agosto nossa igreja completa 36 anos. O Batismo 150 será um marco deste aniversário. E vamos fazer disto um memorial do trigésimo sexto de ano de nossa igreja. ( Pr. Rinaldo)

Rede Globo lançará Festival de Música Gospel

De olho no mercado evangélico e vendo o que as outras emissoras tem feito nesta área, a  TV Globo deverá realizar evento no fim do ano, onde reunirá os campeões de vendagem da música gospel.
Amauri Soares, diretor de eventos e projetos especiais da emissora, bolou um festival de música evangélica que contará com a presença de bandas como Diante do Trono.
Será em dezembro, no Rio de Janeiro, com transmissão da Globo e produção da Geo, empresa de eventos da emissora.
Fonte: O Galileo

Pastor aconselha sobre o que fazer quando houver traição

Segundo o pastor Ed René Kivitz, líder da Igreja Batista de água Branca, em São Paulo, Capital, o casamento é santo, o sexo também é santo, assim sendo: “Não se concebe casamento sem sexo e também, não se deveria conceber sexo sem casamento.”
Recentemente, Maria Shriver teve um ataque histérico ao descobrir a traição de Arnold Schwarzenegger, o astro do Exterminador do Futuro. A traição resultou em um filho com a empregada doméstica Mildred Baeana, que não sabia que ele era seu pai.
O que fazer quando há traição? Quando é que podemos divorciar? Como deve ser o `sexo` em nossas vidas? São provavelmente algumas das possíveis perguntas daqueles que passam por tais ‘díficeis’ momentos na vida conjugal.
Kivitz, teólogo Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo, falou sobre essa questão em um vídeo chamado “Sexo” em seu blog, nesta segunda-feira.
Citando o versículo de Mateus 19:9 sobre adultério (“Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério…”), Kivitz menciona por qual motivo deve haver divórcio, segundo o que disse Jesus.
“Jesus está discutindo aqui quando que o divórcio é permitido e quando ele é permitido na lei de Moisés. Os rabinos discutiam como se poderia cumprir a lei o que deveria ser feito o que não poderia ser feito,” diz ele.
Segundo o teólogo, Jesus, que era um dos rabinos disse: “Não é por qualquer motivo que alguém vai se divorciar… A não ser em caso de questão de imoralidade sexual.”
O que é isso? Ai, é que aparece a palavra em grego “pornéia” e ele explicou que é dessa palavra que surgiu a palavra “pornografia,” que é tradução para o português. Isso significa ‘toda e qualquer perversão da sexualidade,’ não apenas o adultério.
Assim, ele ressalta que apenas questões de sexo Jesus disse que podem levar ao divórcio. Portanto, “não seja leviano no processo de divórcio… a leviandade não é uma justificativa para o divórcio,” advertiu.
O que significa o sexo afinal?
Segundo ele, através do sexo “o casal encarna a unidade original pretendida por Deus, e nessa unidade de dois que se fazem um é que está a expressão da imagem e semelhança de Deus.”
O autor do livro Vivendo com Propósito, afirma então que “tanto um homem que dorme com uma prostituta ou uma mulher que dorme com um prostituto se faz uma só carne com essa pessoa,” diferindo dessa maneira do que seria a unidade pretendida por Deus.
“é no sexo que há a relação de uma só carne e ser uma só carne é diferente de estar casado,” disse.
Assim ele aponta que é a profanação dessa dimensão de ‘uma só carne’- que o sexo traz para a vida conjugal – que Jesus aponta como uma cláusula que justificaria o divórcio.
“O sexo é uma coisa muito sagrada, o casamento é sagrado, o sexo é sagrado.”
“Não se concebe casamento sem sexo, e também não se deveria conceber sexo sem casamento.”
Para concluir, ele disse que a sugestão Jesus parece ser: “quem é uma só carne que se assuma integralmente e que assuma o outro por inteiro.”

Jornal Mundo Gospel