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quinta-feira, 12 de maio de 2011

Pastor é preso por afirmar que homossexualismo é pecado O jornal britânico The Daily Telegraph noticiou que um pastor foi preso depois de ter dito durante sermão na rua que homossexualismo é um pecado.
Dale McAlpine foi acusado de causar “alarme, intimidação e angústia” depois que um policial comunitário ouviu o pastor batista mencionar vários “pecados” citados na Bíblia, como blasfêmia, embriaguez e relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo.
O pastor de 42 anos prega nas ruas de Wokington, na região de Cumbria, no noroeste da Inglaterra há anos, e disse que não mencionou homossexualismo quando fazia o sermão do alto de uma pequena escada, mas admitiu ter dito a uma pessoa que passava que acreditava que a prática era contrária aos ensinamentos de Deus.
O policial Sam Adams identificou-se ao jornal Daily Mail como um agente de ligação entre a polícia e a comunidade gay e transexual e avisou o pregador, que distribuía folhetos e conversava com as pessoas nas ruas, que ele estava violando a lei. Mas ele continuou pregando e foi levado para a prisão, onde permaneceu por sete horas.
Para um outro jornal britânico o pastor disse que o incidente foi “humilhante”.”Eu me sinto profundamente chocado e humilhado por ter sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que eu conheço,” disse ele ao Daily Telegraph.
Semanas atrás um juiz britânico decidiu que não há proteção especial na lei para crenças cristãs durante um julgamento de uma ação movida contra um organização que demitiu um terapeuta de casais por se recusar a atender casais gays alegando que isso seria contra seus princípios cristãos.

Fonte: Gospelprime

Depois de Festa no Apê, cantor cogita ingressar em carreira gospel
 ‘Não quero me tornar evangélico, mas sei que posso falar de Deus’, disse o cantor.
     Festejando 18 anos de carreira, Latino - que tem 38 anos de idade - foi presenteado com uma festa que aconteceu na noite desta quarta-feira, 11, em uma mansão localizada no bairro do Jardim Botânico, Zona Sul do Rio. Depois de falar sobre a importância da data, o cantor revelou que tem planos de ingressar no universo da música gospel.
    “Isso ainda é um projeto para daqui a dois ou três anos talvez, mas estou com muita vontade de juntar essa galera gospel e fazer um trabalho bacana. Não quero me tornar evangélico, mas sei que posso falar de Deus de uma maneira ousada e jovial”, comentou.
    Para o projeto, que ainda não foi batizado, Latino pretende reunir grandes cantores do estilo evangélico: “Precisamos ficar de olho no mercado musical e sempre buscar novas inspirações. Eu mesmo quero compor as músicas que falem de Deus de uma forma bem alegre, com romantismo também. Vou trabalhar muito para me consolidar também nesse meio”, explicou.
Latino – versão empresário
    O que muitos não sabem é que Latino não vive somente de seus shows. Atualmente, ele comanda uma empresa que produz jingles – mensagens publicitárias, para campanhas no Brasil. “É um lado meu que pouca gente conhece mesmo. Tive que abrir uma empresa para produzir esse tipo de material e estamos indo muito bem. Só com a minha voz temos vários jingles soltos na praça.”
    Na empresa, Latino deixa bem claro que o patrão também trabalha: “Eu recebo a sinopse do produto e a ideia do cliente. A partir de então criamos a letra e buscamos a inspiração para a melodia no próprio produto. Equanto isso, vou seguindo a minha carreira artística nos palcos".

Fonte: EGO

Filhos de ateus tem de sair de casa para encontrar espiritualidade

Larissa Queiroz recebe uma carta de uma instituição filantrópica e, dentro do envelope, descobre um terço de plástico de brinde. A filha Beatriz, de sete anos, adora a novidade e coloca no pescoço na mesma hora. “Expliquei que aquilo não era um colar, disse do que se tratava e me parece que ela ficou ainda mais interessada”, conta a mãe recifense que vive em São Paulo. Desde então, a pequena pede para rezar toda noite. Outro dia, convenceu o pai a levá-la a uma missa pela primeira vez.
As novas gerações de céticos, agnósticos e ateus não casam na igreja, não batizam seus filhos, nem têm religião ou falam de fé. Eles simplesmente desconsideram a existência de Deus. “Esse assunto jamais foi tocado aqui casa, inclusive escolhemos a escola com base nisso. Descartamos todas aquelas com qualquer enfoque religioso”, completa Larissa.
Mas isso não impede que, em alguns casos, seus filhos sintam a necessidade e até cobrem uma discussão sobre fé e religião. De acordo com Eduardo Rodrigues da Cruz, professor do Programa de pós-graduação em Ciências da Religião da PUC de São Paulo, os psicólogos cognitivos tem estudado o assunto com crianças de várias faixas etárias. “Suas conclusões: todos somos naturalmente teístas, e, à medida que crescemos, vamos diversificando nossas posturas”, afirma o doutor em teologia, que também é mestre em física. Ou seja, para ele, a fé é uma postura “natural”, que é racionalizada conforme amadurecemos.
Crente por natureza
O polêmico cientista britânico Richard Dawkins também defende essa ideia. Conhecido como ‘devoto de Darwin’, em seu bestseller “Deus, um delírio”, o autor sugere que todas as crianças são dualistas (aceitam que corpo e alma sejam duas coisas distintas) e teleológicas (demandam designição de um propósito para tudo) por natureza. Assim, o darwinista dá conta de explicar o que poderíamos chamar de hereditariedade religiosa na qual, inevitavelmente, acabamos por seguir a opção de fé de nossos pais. Só que nem sempre é assim.
Em uma noite de mais de uma hora de apagão, escuro total e absoluto, Beatriz, a filha de Larissa, teve uma ideia: “vamos rezar para a luz voltar”. “Eu lógico, relutante, tentei explicar que não adiantaria, mas ela insistiu, insistiu e rezamos. Um minuto depois, a luz voltou”, descreve. Em seu blog, Larissa desabafa: “será que temos como evitar isso? Estou achando que não”.
Marina de Oliveira Pais (foto), carioca, é filha de pai ateu. Sua mãe, assim como muitos brasileiros, foi batizada, mas não pratica nenhuma religião. “Minha mãe não sabe dizer de que doutrina é, por isso também nunca soube muito bem no que acreditar. Eu tinha fé na ‘força do pensamento’, que se pensássemos positivo atrairíamos coisas positivas e se pensássemos negativo atrairíamos coisas negativas”, diz a jovem de 22 anos.
Quando decidiu morar sozinha pela primeira vez, Marina conheceu Bernardo Nogueira, de 20 anos. Apaixonada, ela conseguiu resistir aos convites da família do namorado para ir a uma igreja evangélica só por alguns meses. Mas relata que, já na primeira vez que assistiu ao culto, teve certeza de que estava no lugar certo. “Fiquei maravilhada”, descreve.
Ela então mudou drasticamente seu estilo de vida. “Cortei a bebida, as baladas e os palavrões. Hoje meus pais respeitam minha situação de convertida justamente por essas minhas mudanças comportamentais”, afirma.
Sentir-se acolhida em uma doutrina que se baseia na Bíblia é justamente o que importa hoje para Jaqueline Slongo, de 23 anos. Depois de um tempo separados, ela voltou a viver na cidade natal de Curitiba com o pai ateu. Ironicamente, por conta de uma bolsa de estudos, a então adolescente foi estudar em um colégio católico. O retorno à cidade grande, onde as desigualdades sociais são mais gritantes, o descobrimento da Bíblia e a fase de mudanças, levantaram muitos questionamentos. “Comecei a me questionar sobre a existência de Deus, fazia perguntas para as freiras do colégio, mas as respostas não me saciavam”, lembra.
Black out
Jaqueline começou a achar que havia alguma coisa errada entre o que lia e o que pregavam suas ‘instrutoras espirituais’. “Elas me mandavam rezar, mas eu não curtia”, confessa. Seu pai viajava muito e, como não acreditava em Deus, a filha preferia não falar sobre o assunto com ele. O processo foi sofrido, e aconteceu em meio às transformações da adolescência, à ausência dos pais, e à angústia causada por sintomas de depressão. “Eu era muito agressiva, rebelde, intolerante. Não tinha amigos e sempre me isolava”, conta.
Ela então buscou alívio e conforto na religião. Hoje, a estudante se considera protestante, mas passou por diversas comunidades cristãs diferentes. Diz que não se importa com rótulos, mas sente que é preciso estar em grupo. “Acho importante a vivência em comunidade, pois é no relacionamento com outros que seu caráter se constrói”, afirma.
Com o pai, ficou cinco anos sem poder comentar nada sobre sua fé. Até que, há três meses, consciente da mudança espiritual da filha, ele lhe pediu que comentasse, ‘de forma sucinta’, no que exatamente ela acreditava. A partir de então, ela diz, ele tem pedido que também reze por ele.

Fonte: Pavablog

Pastor troca esposa pelo cunhado e pede guarda dos filhos
Um caso no mínimo inusitado chamou a atenção dos 78 mil habitantes de Cacoal-RO. Um homem de 36 anos separou-se de sua esposa de 23 anos para ‘casar-se’ com o cunhado de 38.
Flávio Serapião Birschiner estava casado há dois anos com Ana Paula Rochinha Birschiner.
O casamento parecia um conto de fadas até aparecer Pedro Rochinha Siqueira, irmão de Ana Paula, e até então melhor amigo e único confidente.
Pedro Rochinha era conhecido na comunidade de Jardim Clodoaldo como um pastor íntegro e milagreiro. Em seus testemunhos se apresentava como ex-homossexual, e creditava ao espírito santo a reorientação de seu desejo sexual.
Ele que por oito anos se apresentou em boates gays sob o pseudônimo de Shirley Mac Lanche Feliz, depois de convertido virou o Pastor Rochinha. Com fama nacional por muitas vezes comparecer na qualidade de debatedor de temas ligados a ‘Religião & Sexualidade’ em programas de TV.

Ana Paula acredita que seu casamento se desfez pela constante recusa em praticar sexo anal com o marido. Ela revela que “ele era obcecado por sexo anal”.
Ela ainda afirma que confidenciou isso ao irmão, que a apoiou.
Ana Paula acha que seu irmão se valeu desta informação para oferecer ao marido um diferencial competitivo.
Flavio deu entrada na justiça em um pedido de guarda definitiva dos filhos gêmeos por acreditar que “é melhor um filho ser criado pelo pai e pelo tio do que por uma mãe solteira”.

Fonte: Portal Correio
Convesti/Padrão
A Convesti Colégio e Curso comprou o Colégio Padrão. O negócio foi consolidado na última segunda-feira, 9, quando a empresária Cristiane Nascimento assumiu a unidade da Avenida Leste-Oeste. Com o Padrão, a Convesti avança para se consolidar como uma das maiores escolas privadas da cidade, pois agregará ao sistema de cursinho o ensino fundamental e o médio.


Jornal de Fato

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Comissão de Direitos Humanos do Senado deve votar PLC 122 na quinta-feira

O texto substitutivo propõe a não criminalização dos discursos feitos dentro de igrejas e tem causado polêmica entre os ativistas LGBT
Comissão de Direitos Humanos do Senado deve votar PLC 122 na quinta-feira
A Comissão de Direitos Humanos (CDH) deve votar nesta quinta-feira (12) o substitutivo que a senadora Marta Suplicy (PT-SP) realizou no PLC 122, projeto que visa criminalizar a homofobia em território nacional.
O texto substitutivo propõe a não criminalização dos discursos feitos dentro de igrejas e tem causado polêmica entre os ativistas LGBT, que consideram uma descaracterização da lei.
A equipe da senadora rebate tal argumento e diz que a homofobia “será criminalizada” e que interferir nos discursos religiosos fere a “liberdade dogmática”. Mas, nas vias públicas, as agressões verbais, físicas e nos programas de televisão e rádio, a homofobia continua a ser criminalizada.
O Projeto de Lei Complementar 122/2006 é de autoria da ex-deputada federal Iara Bernardi (PT-SP) e foi aprovado em 2006 pela Câmara dos Deputados. Mas, desde que chegou ao Senado, tem enfrentado forte resistência das bancadas religiosas e conservadoras. O PLC 122 chegou a ser arquivado no começo deste ano. A senadora Marta Suplicy conseguiu recolher assinaturas para desarquivá-lo e agora inicia uma nova luta em torno da aprovação da criminalização da homofobia, que antes era tocada pela ex-senadora Fátima Cleide (PT-RO).
Parlamentares e ativistas da causa LGBT acreditam que agora é o “grande” momento de se votar o PLC 122 e também o casamento igualitário, nos mesmos moldes do projeto argentino. Acreditam que com a aprovação por unanimidade das uniões estáveis para casais homoafetivos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a imagem do Congresso Nacional ficou taxada de “atrasada” e que tal adjetivo tem incomodado as bancadas progressistas.
A demanda do projeto do casamento igualitário deve ser assumida pelos deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Manuela D’ávila (PCdoB-RS), que é a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Tanto Wyllys quanto a deputada têm se destacado pelo trabalho na Câmara em defesa dos direitos homossexuais e também no enfrentamento com o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e outros homofóbicos que utilizam da imunidade parlamentar para espalhar opiniões intolerantes e arcaicas.

Fonte: A Capa

Bar gospel chega ao sul do país

A cidade de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, é a primeira cidade do sul a ter um bar religioso, da rede Shaddocks Gospel. Batizado com o nome de Adoração Tche, ele só toca músicas cristãs e não serve bebida alcoólica.  A cidade tem 76.000 habitantes e fica a 459 km de Porto Alegre.
O bar gospel abriu no começo do mês passado e tem atraído fregueses, não só evangélicos, mas também de outras crenças segundo Thiago Castanho, 25, um dos dois sócios do estabelecimento.  Em São Paulo já existem bares que se destinam preferencialmente aos evangélicos.
Com informação do Clic RBS.

Ator hollywoodiano reencontra fé em Deus atuando em filme

Reencontro com a fé
O ator Wes Bentley (foto) que poderá ser visto no seu novo filme “There Be Dragons” revelou que desde criança teve uma criação evangélica, mas exatamente na Igreja Metodista, onde seus pais eram pastores junto com um irmão.
Talvez por isso, revela ele, isso tenha me levado a pensar que havia herdado a fé. “Eu sempre achava que eu tinha um relacionamento com Deus, eu sempre achava que eu tinha isso embrulhado assim eu nem sequer considerava que isso não poderia ser o caso e também poderia ser o que tornou minha vida mais difícil.”
A suposição o fez desprover de sua fé e o deixou desprotegido de muitos demônios após sua repentina popularidade. Durante anos, ele lutou contra vício em drogas e álcool, entre outras coisas, e em um cenário inesperado, ele encontrou-se fora disso.
Em seu papel de Manolo em “There Be Dragons,” baseado na história da vida do espanhol São Josemaria Escriva, que fundou a controversa ordem católica Opus Dei, durante a Guerra Civil Espanhola, Bentley encontrou a salvação de seus problemas de substâncias tóxicodependentes, em uma cena na qual seu personagem pede por perdão.
“Eu estava me vestindo e me maquiando para fazer Manolo mais idoso. Quando eu estava me preparando para a cena onde eu estava dizendo a meu filho todas as coisas terríveis que eu tinha feito e pedindo-lhe que orasse por mim e me perdoasse e olhei para o espelho e tive um momento muito poderoso e percebi que eu não queria estar em meu leito de morte, fazendo isso e que eu precisava fazer as pazes com as pessoas na minha vida que me amaram e adoraram,” compartilhou.
“Eu tinha coisas a dizer-lhes, coisas que eram embaraçosas que me fizeram sentir como se não fosse um ser humano, e nesse momento eu percebi, eu quero fazer isso, eu quero fazer isso agora, enquanto eu sou jovem.”
O ator disse que ele retomou o contato com Deus, embora não tenha fornecido detalhes.
Fonte: Christian Post, via Amigos de Cristo

Homem faz tatuagem na testa para pregar o amor de Deus

    Um homem foi preso por agressão no Estado da Carolina do Norte. Até aí nada de novo. O que ajudou Robert Norton Kennedy, 51 anos, a ficar famoso, foi sua tatuagem.
    Ele tem na testa os dizeres: “Tudo é possível para Deus. Deus ama você. Por favor, me perdoe se eu disser ou fizer alguma coisa idiota. Obrigado”.
    A citação bíblica de Mateus 19:26 e o pedido de perdão demonstram que Robert é um homem de fé. Parece que ele já previa que faria algo idiota, mas o pedido de perdão não foi suficiente para tirá-lo da prisão. Sua fiança foi estabelecida em 5 mil dólares.

Fonte: The Smoking Gun

Atriz hollywoodiana diz que o casamento é uma instituição morta
    Nós enfrentamos nossas vidas, dia a dia, esforçando-nos para caminhar o caminho, viver como Cristo, adorar, orar e louvar a coisa certa, mas com toda a honestidade, nosso casamento está em decadência,” disseram os Reverendos Mike e Trisha Fox da Marriage for Today (Casamento de Hoje) e autores de Casamento de Hoje: Um Guia Prático para Casais.
     As visões de Diaz sobre o casamento foram reveladas em um tema de Junho da revista Maxim. A atriz de 38 anos disse, “eu não acho que deveríamos viver nossas vidas em relacionamentos baseados nas antigas tradições que não mais se adequam ao nosso mundo.”
    Ablow, um membro da Fox News Medical A-Team, apoiou a declaração com seu próprio comentário na Fox News semana passada, dizendo, “Casamento é (como tem sido por décadas) uma fonte de sofrimento real para a vasta maioria das pessoas casadas.” Ele alegou que o fim do casamento é “somente uma questão de tempo agora” e que “nós devemos estar pensando sobre o que pode substituí-lo.”
     Ambas as declarações de Diaz e Ablow, apesar de chocantes, estão “na verdade levantando algumas falhas bem fundamentais de uma maneira que nós, como Cristãos, vemos casamento,” comentou os Foxes do Casamento de hoje ao jornal The Christian Post.
     Mas eles compartilharam suas preocupações sobre os comentários de Diaz, especialmente dada a sua influência. Os pastores apontaram que a atriz não é a mais qualificada em se tratando de aconselhamento matrimonial.
    “Nós não vivemos desta maneira, nós lutamos para viver para agradar a Deus bem como ao nosso esposo,” observaram eles. “Deveríamos nós receber conselhos de jardinagem de um mecânico de loja que não faz nada além de consertar carros?
    Eles encorajaram as pessoas a não serem "afetados pelas tolas declarações de Cameron" e "criarem algumas novas citações por si próprio!"
    Embora discordando, os Foxes viram os comentários recentes como uma chamada para despertar. "[Ablow] está nos despertando! Ele está nos dizendo, aqueles que realmente escutam, que nós, como Cristãos, estamos fazendo algo muito errado em nossas vidas, e ele, juntamente com muitos outros estão vendo isso! "
    Os pastores apontaram um estudo realizado pelo Barna Research Group, que mostrou que as taxas de divórcio entre os Cristãos conservadores foram significativamente maiores do que a de outros grupos religiosos, e muito maior do que os ateus ou agnósticos.
    "[Ablow] está certo que, em essência, a instituição do casamento está morrendo. Mas nós, como Cristãos, devemos ver isso como uma espécie de desafio e enfrentá-lo!" disse os Foxes.
    Eles enfatizaram que os Cristãos têm de se perguntar: "Por que está morrendo? Por que há tantos divórcios em nossos ranks? Por que, assim como o Dr. Keith explica claramente para nós, que nossos casamentos não são uma fonte de felicidade, alívio, consolo e alegria? Mas de estresse e vida deteriorada?"
    Os pastores observaram: "Deus costuma usar colegas para nos manter em checagem, para conservar-nos em nossos dedos. Para ver se continuamos a acreditar no que dizemos acreditar."
     "Se alguém na Terra deveria ter um casamento de amor, feliz e satisfatório, este deveria ser o povo de Deus," concluíram.

Fonte: Christian Post