| Em 1928, era inaugurado em Mossoró o primeiro templo da Assembleia de Deus por iniciativa do pastor cearense Manoel Higino de Souza. A igreja cresceu e se consolidou através do grande número de fiéis que conseguiu reunir ao longo das décadas. Atualmente, mais de 22 mil seguidores fazem parte de todas as 160 congregações espalhadas entre a zona urbana e rural. Neste final de semana a igreja comemora seus 82 anos com uma grande festa para celebrar a data e a palavra de Deus. A programação tem início já a partir de hoje com a comemoração do 5º aniversário da Orquestra Verbus e o segundo ano do coral de mesmo nome. "No sábado, além de comemorar o aniversário da Assembleia, vamos comemorar também os sete anos de existência do templo-sede. Logo pela manhã vamos recepcionar pastores de todo o Estado e ao meio-dia será oferecido um almoço a esses pastores", diz o 2º vice-presidente da igreja, pastor Francisco Vicente. Durante toda a tarde, as lideranças da Assembleia de Deus estarão reunidas e a partir das 19h terá início o culto festivo dedicado ao aniversário. O culto liderado pelo pastor Martim Alves contará com a participação do cantor Élson Rodrigues, do Rio de Janeiro, da Orquestra Verbus, cantores da cidade e da região, além de conjuntos vocais. "O culto estará aberto a toda a comunidade e nós da igreja aproveitamos para convidar a todos". O evento será realizado no templo-sede da igreja, localizado na avenida Dix-neuf Rosado (Leste-Oeste). O encerramento da festa será na manhã de domingo com a cerimônia de batismo dos novos irmãos, que também será realizada no templo-sede. Jornal o Mossoroense |
Noticiar e informar aos irmãos da Fé como um todo e em especial aos da Fé vingt Rosado, as informações que de fato interessam e assim, nos mantermos conectados aos fatos do dia a dia.
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Igreja Assembleia de Deus comemora 82 anos de evangelização na cidade com programação especial
Rosalba herdará rombo superior a R$ 1 bi
A governadora eleita Rosalba Ciarlini (DEM) precisará adotar a velha receita de arrocho quando assumir o Governo em janeiro: cortar gastos e reduzir o número de cargos comissionados no Governo do Estado. "Não tem outra alternativa", disse o coordenador da equipe de transição de Rosalba, engenheiro Obery Rodrigues. A situação atual do Estado é de desequilíbrio fiscal, conforme Rodrigues. Embora não tenha números fechados, ele acredita que a governadora eleita herdará um rombo superior a R$ 1 bilhão. "Não temos condições de dizer se será de R$ 1,2 bilhão ou R$ 1,3 bilhão", comentou, acrescentando que na próxima semana - terça ou quarta-feira - a equipe de transição dará uma entrevista coletiva em Natal. Na oportunidade, disse que serão apresentados os números relacionados à dívida a ser herdada pelo atual governo.
"A situação é grave", afirmou Obery Rodrigues, acrescentando que todos os levantamentos feitos com base nas informações passadas pela equipe de transição do governador Iberê Ferreira de Souza (PSB) apontam para um quadro de dificuldade. A situação mais problemática diz respeito à folha de pessoal. O coordenador disse que somente na folha do mês de novembro houve um acréscimo de R$ 500 milhões. "É um impacto grande na folha", comentou. Esse impacto diz respeito às contratações fechadas naquele mês.
A dívida a ser deixada para Rosalba Ciarlini pode ser maior e Obery Rodrigues lembrou que o atual governo "tem a caneta na mão até o dia 31 de dezembro." O coordenador da equipe de transição disse que não tinha condições de falar sobre áreas específicas, mas comentou que a situação da saúde não é boa. Somente com a folha de pessoal do setor o rombo é de quase R$ 300 milhões.
Diante de todo esse quadro, o coordenador da equipe de transição não tem dúvidas de que a governadora eleita Rosalba Ciarlini precisará adotar medidas austeras para ter condições de governar nos primeiros meses. "Ela vai, ao assumir, anunciar medidas de cortes. Não tem outra alternativa", afirmou Obery.
Outra situação que preocupa, segundo Obery Rodrigues, diz respeito à participação do Governo do Estado em obras conveniadas. Ele disse que o Estado é obrigado a participar com uma contrapartida de 10% do valor de obras. "O Estado está represado. Os recursos existem, mas o Rio Grande do Norte está impedido de executar ações, sem condições de contrapartida", disse.
Para o coordenador de transição, uma prova do quadro de descontrole fiscal do Governo do Estado são as obras paradas. "As empresas estão cancelando contratos e isso é estranho", comentou, informando que tal situação ocorre em várias obras e cita exemplos das cidades de Nova Cruz e Canguaretama.
A governadora eleita não foi encontrada pela reportagem. A assessoria de imprensa informou que Rosalba Ciarlini estaria em São Paulo, onde passa por um check-up médico. Ela retorna ao Rio Grande do Norte no sábado, 4, e no domingo, 5, terá reunião com a equipe de transição.
Jornal de Fato
"A situação é grave", afirmou Obery Rodrigues, acrescentando que todos os levantamentos feitos com base nas informações passadas pela equipe de transição do governador Iberê Ferreira de Souza (PSB) apontam para um quadro de dificuldade. A situação mais problemática diz respeito à folha de pessoal. O coordenador disse que somente na folha do mês de novembro houve um acréscimo de R$ 500 milhões. "É um impacto grande na folha", comentou. Esse impacto diz respeito às contratações fechadas naquele mês.
A dívida a ser deixada para Rosalba Ciarlini pode ser maior e Obery Rodrigues lembrou que o atual governo "tem a caneta na mão até o dia 31 de dezembro." O coordenador da equipe de transição disse que não tinha condições de falar sobre áreas específicas, mas comentou que a situação da saúde não é boa. Somente com a folha de pessoal do setor o rombo é de quase R$ 300 milhões.
Diante de todo esse quadro, o coordenador da equipe de transição não tem dúvidas de que a governadora eleita Rosalba Ciarlini precisará adotar medidas austeras para ter condições de governar nos primeiros meses. "Ela vai, ao assumir, anunciar medidas de cortes. Não tem outra alternativa", afirmou Obery.
Outra situação que preocupa, segundo Obery Rodrigues, diz respeito à participação do Governo do Estado em obras conveniadas. Ele disse que o Estado é obrigado a participar com uma contrapartida de 10% do valor de obras. "O Estado está represado. Os recursos existem, mas o Rio Grande do Norte está impedido de executar ações, sem condições de contrapartida", disse.
Para o coordenador de transição, uma prova do quadro de descontrole fiscal do Governo do Estado são as obras paradas. "As empresas estão cancelando contratos e isso é estranho", comentou, informando que tal situação ocorre em várias obras e cita exemplos das cidades de Nova Cruz e Canguaretama.
A governadora eleita não foi encontrada pela reportagem. A assessoria de imprensa informou que Rosalba Ciarlini estaria em São Paulo, onde passa por um check-up médico. Ela retorna ao Rio Grande do Norte no sábado, 4, e no domingo, 5, terá reunião com a equipe de transição.
Jornal de Fato
‘Se eu abrir a boca o Estado fecha’
Os fatos relacionados à Operação Hígia levantam uma preocupação: em quantos outros órgãos públicos o suposto esquema teria funcionado? A preocupação é justificada, afinal quem narrou os fatos na saúde garante que ocorria o mesmo em outras secretarias. Anderson Miguel, que delatou o esquema nos contratos de serviços com a Sesap, evita ser mais preciso nas denúncias, mas garante: "Se eu abrir a boca, o Estado fecha". O Ministério Público vê indícios de fatos semelhantes em pelo menos outra secretaria: Educação.
O deputado estadual Wober Júnior, citado desde a última semana nos interrogatórios do processo referente à Operação Hígia, responde a uma ação de improbidade administrativa na 3a. Vara da Fazenda Pública que derivou da mesma investigação da Polícia Federal sobre o pagamento de propinas a servidores públicos na Secretaria Estadual de Saúde. Wober Júnior não é réu do processo da Operação Hígia. Mas, após um trabalho conjunto entre Polícia Federal e Ministério Público Estadual, passou a ser acusado de improbidade, junto com outros ex-gestores.
Os fatos dizem respeito à gestão de Wober Júnior à frente da Secretaria Estadual de Educação no ano de 2004. Algumas das empresas envolvidas são as mesmas da Operação Hígia e o empresário Herberth Florentino, do Grupo Emvipol, também é citado como réu nos dois processos. Em julho desse ano, o MPE pediu a quebra do sigilo bancário de Wober Júnior, Hudson Brandão e Ana Cristina Cabral, todos ex-secretários. Desde a chegada da movimentação bancária dos ex-gestores, o processo entrou em "segredo de Justiça".
Na época do início das investigações por parte do Ministério Público, a Polícia Federal havia remetido gravações realizadas na apuração dos fatos da Operação Hígia. Nesses áudios, o ex-secretário de Esportes João Henrique Lins e empresários como Anderson Miguel, dono da A & G Locação, falam na suposta intenção de Wober Júnior, já como chefe da Casa Civil, em interferir numa licitação em favor do "pessoal dele". Segundo Anderson Miguel, essa empresa seria a Condor Administração e Serviços Ltda..
A partir desses e de outros diálogos, o Ministério Público passou a investigar os contratos da Condor Administração e Serviços - empresa que faz parte do Grupo Emvipol - com a Secretaria Estadual de Educação e verificou uma série de contratos com dispensa de licitação, tanto na gestão Wober Júnior quanto do ex-secretário Hudson Brandão.
A contratação era para fornecer serviços de portaria às escolas estaduais. Após essa fase, entra em cena, nesse processo, uma das personagens-bomba da Operação Hígia: Jane Alves. Em depoimento à Promotoria da Fazenda Pública, ela prestou informações semelhantes: que havia um esquema para fraudar licitações e contratar empresas escolhidas por pessoas do primeiro escalão do Governo do Estado, entre elas, Wober Júnior.
Jornal de Fato
O deputado estadual Wober Júnior, citado desde a última semana nos interrogatórios do processo referente à Operação Hígia, responde a uma ação de improbidade administrativa na 3a. Vara da Fazenda Pública que derivou da mesma investigação da Polícia Federal sobre o pagamento de propinas a servidores públicos na Secretaria Estadual de Saúde. Wober Júnior não é réu do processo da Operação Hígia. Mas, após um trabalho conjunto entre Polícia Federal e Ministério Público Estadual, passou a ser acusado de improbidade, junto com outros ex-gestores.
Os fatos dizem respeito à gestão de Wober Júnior à frente da Secretaria Estadual de Educação no ano de 2004. Algumas das empresas envolvidas são as mesmas da Operação Hígia e o empresário Herberth Florentino, do Grupo Emvipol, também é citado como réu nos dois processos. Em julho desse ano, o MPE pediu a quebra do sigilo bancário de Wober Júnior, Hudson Brandão e Ana Cristina Cabral, todos ex-secretários. Desde a chegada da movimentação bancária dos ex-gestores, o processo entrou em "segredo de Justiça".
Na época do início das investigações por parte do Ministério Público, a Polícia Federal havia remetido gravações realizadas na apuração dos fatos da Operação Hígia. Nesses áudios, o ex-secretário de Esportes João Henrique Lins e empresários como Anderson Miguel, dono da A & G Locação, falam na suposta intenção de Wober Júnior, já como chefe da Casa Civil, em interferir numa licitação em favor do "pessoal dele". Segundo Anderson Miguel, essa empresa seria a Condor Administração e Serviços Ltda..
A partir desses e de outros diálogos, o Ministério Público passou a investigar os contratos da Condor Administração e Serviços - empresa que faz parte do Grupo Emvipol - com a Secretaria Estadual de Educação e verificou uma série de contratos com dispensa de licitação, tanto na gestão Wober Júnior quanto do ex-secretário Hudson Brandão.
A contratação era para fornecer serviços de portaria às escolas estaduais. Após essa fase, entra em cena, nesse processo, uma das personagens-bomba da Operação Hígia: Jane Alves. Em depoimento à Promotoria da Fazenda Pública, ela prestou informações semelhantes: que havia um esquema para fraudar licitações e contratar empresas escolhidas por pessoas do primeiro escalão do Governo do Estado, entre elas, Wober Júnior.
Jornal de Fato
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Igreja Servindo a Comunidade
A Unidade de Saúde Agnaldo Pereira está funcionando aqui em nossa igreja. Para nós é um motivo de alegria e satisfação. Esperamos que em outras oportunidades possamos servir a comunidade de outras maneiras também. (O motivo dessa mudança é que o posto de saúde está em reforma)
Pr. Manoel França
UnB vai inaugurar "beijódromo"
Universidade é geralmente um ambiente jovem.
E jovens geralmente adoram beijar na boca. Pois os quase 29 mil alunos da UnB (Universidade de Brasília) vão ter um espaço dedicado ao beijo: o beijódromo.
O lugar era um projeto do ex- ministro e antropólogo, Darcy Ribeiro, e só agora foi posto em prática.
As obras terminaram nesta terça-feira (30), a inauguração será no dia 6 e vai contar com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que estará acompanhado do presidente do Uruguai, José Mujica.
O memorial fica no principal campus da instituição, nas proximidades do plano piloto, em Brasília.
A função do beijódromo não será apenas o que infere o nome sugerido por Darcy. O espaço será um centro de vivência em forma de anfiteatro com capacidade para 200 pessoas.
Lá os alunos poderão descansar, conversar e também assistir à apresentações- acadêmicas ou não.
O local faz parte do Memorial Darcy Ribeiro, cujo o projeto é de Lélé Filgueiras, amigo pessoal do primeiro reitor da UnB. Além do beijódromo o memorial também abrigará um museu dedicado ao educador.
São mais de 30 mil livros, e mais uma vasta coleção de documentos, pinturas e arquivos de áudio e vídeo.
Para Darcy o memorial seria o espaço para “o encontro perfeito entre sentimento e razão”. Atualmente as obras ficam na fundação que leva seu nome no Rio de Janeiro.
O prédio tem dois andares, formato redondo e será contornado por um espelho de água.
A iluminação é natural, feita por uma claraboia de acrílico instalada no alto da cúpula, que fica a 19 metros do chão. Já a estrutura do prédio que ocupa 3.500 m² é feita de aço, alumínio e concreto
Cerca de 100 funcionários trabalharam na construção.
Portal r7
E jovens geralmente adoram beijar na boca. Pois os quase 29 mil alunos da UnB (Universidade de Brasília) vão ter um espaço dedicado ao beijo: o beijódromo.
O lugar era um projeto do ex- ministro e antropólogo, Darcy Ribeiro, e só agora foi posto em prática.
As obras terminaram nesta terça-feira (30), a inauguração será no dia 6 e vai contar com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que estará acompanhado do presidente do Uruguai, José Mujica.
O memorial fica no principal campus da instituição, nas proximidades do plano piloto, em Brasília.
A função do beijódromo não será apenas o que infere o nome sugerido por Darcy. O espaço será um centro de vivência em forma de anfiteatro com capacidade para 200 pessoas.
Lá os alunos poderão descansar, conversar e também assistir à apresentações- acadêmicas ou não.
O local faz parte do Memorial Darcy Ribeiro, cujo o projeto é de Lélé Filgueiras, amigo pessoal do primeiro reitor da UnB. Além do beijódromo o memorial também abrigará um museu dedicado ao educador.
São mais de 30 mil livros, e mais uma vasta coleção de documentos, pinturas e arquivos de áudio e vídeo.
Para Darcy o memorial seria o espaço para “o encontro perfeito entre sentimento e razão”. Atualmente as obras ficam na fundação que leva seu nome no Rio de Janeiro.
O prédio tem dois andares, formato redondo e será contornado por um espelho de água.
A iluminação é natural, feita por uma claraboia de acrílico instalada no alto da cúpula, que fica a 19 metros do chão. Já a estrutura do prédio que ocupa 3.500 m² é feita de aço, alumínio e concreto
Cerca de 100 funcionários trabalharam na construção.
Portal r7
Relação de crianças com a religião muda à medida que crescem
Baseado em uma pesquisa de campo, realizada entre os anos 2000 e 2005 na cidade de Catingueira, na Paraíba, o estudo “Tornando-se adulto: uma abordagem antropológica sobre crianças e religião”, publicado na revista Religião & Sociedade de julho de 2010, analisou as percepções de crianças de diversas faixas etárias acerca das atividades religiosas das quais participam.
A autora Flávia Pires, antropóloga e professora adjunta do departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), escreveu o artigo a partir da análise de 297 desenhos e redações produzidos por crianças de três a 13 anos de idade, com o tema “A Minha Religião”. Ela percebeu que a maioria dos desenhos sempre contava com a representação de uma igreja.
Segundo Flávia, a forma como as crianças representavam essa instituição variava de acordo com a faixa etária. “Nos primeiros anos pesquisados os desenhos apresentam a igreja ‘solta’ na folha de papel, sem qualquer outro desenho associado. Com o passar dos anos a igreja vai frequentemente aparecer acrescida de elementos contextuais, dos quais se destaca a cidade que a rodeia, com sua praça, cruzeiro, ruas”, diz a pesquisadora, evidenciando a forte relação entre igreja e sociabilidade estabelecida na mente infantil. Muitas crianças, na faixa de 10 a 13 anos, relatavam ir à igreja com amigos ou colegas. Flávia Pires cita o desenho de um menino de 10 anos, que representou “Minha Religião” como um grande castelo onde havia pessoas em cada torre. Quando questionado sobre como seu desenho associava-se à religião, ele disse: “tem gente. E é bonito”, conta a antropóloga, reproduzindo a resposta do garoto.
Assim, o que a pesquisa mostra é que a relação das crianças com a religião não passa por questionamentos de pertencimento a um credo ou qualquer outra forma de contexto simbólico. Tanto que “pelo menos seis crianças, nas idades de nove, dez e treze anos de idade, desenharam igrejas que elas não frequentam: católicos desenharam igrejas ‘crentes’ e evangélicos desenharam igrejas católicas”, afirma a pesquisadora no artigo. Para ela, isso é uma evidência não de que as crianças não saibam a diferença existente entre as muitas religiões, mas sim de que, na visão infantil, a igreja é “tomada somente enquanto prédio, templo, edifício que compõe a paisagem da cidade”, considera a autora.
As conversas e desenhos coletados durante a pesquisa parecem provar a tese de Flávia de que a relação das crianças com o simbólico é diferente daquela estabelecida por adolescentes e adultos. “Os símbolos são tomados por sua materialidade; por exemplo: o Divino Espírito Santo, símbolo conhecido pelas crianças, é de fato um passarinho, que voa, põe ovo e canta, como um pássaro comum”, exemplifica no artigo.
Tal diferença se expressa nas próprias motivações para ir à igreja. Se uma criança poderia justificar a ida dizendo que vai “porque meu irmão vai”, é mais lógico que um adulto faça o mesmo dizendo ir “por ser uma pessoa religiosa”, compara no artigo. “Em poucas palavras: quando criança, o credo ou o objeto religioso eram tidos como irrelevantes. Quando adulto, entretanto, a religião parece tornar-se a grande razão do comparecimento à igreja”, afirma Flávia. Tornar-se adulto, em um contexto religioso, passaria então por um processo no qual novas relações simbólicas são criadas, resultando em uma “conversão de perspectivas”, onde o simples materialismo de ir à igreja por hábito se transforma em uma expressão da identidade religiosa de cada um.
Para ver o artigo na íntegra, acesse:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-85872010000100008&e001;=pt
Fonte: Agência Notisa (science journalism – jornalismo científico)
Jornal Mundo Gospel
Silvio Santos rejeita venda de horario para Igrejas
Segundo a colunista Monica Bergamo, Silvio Santos estudou várias propostas de igrejas que queriam comprar horários na madrugada do SBT. Recusou todas. E pretende continuar, até segunda ordem, a manter distância de bispos e pastores que anseiam pelos horários noturnos da emissora.
De acordo com a colunista, Silvio, por sinal, está em Los Angeles estudando "novos formatos" para TV, de acordo com um interlocutor. De lá, embarca para Miami para as festas de fim de ano.
Portal Creio
De acordo com a colunista, Silvio, por sinal, está em Los Angeles estudando "novos formatos" para TV, de acordo com um interlocutor. De lá, embarca para Miami para as festas de fim de ano.
Portal Creio
Empresa de refrigerantes doa antiga fábrica a igreja
A Coca-Cola doou sua fábrica de engarrafamento em Albany Geórgia (EUA) para a Igreja Batista Sherwood. A construção de 60 mil metros quadrados, avaliada em 590 mil dólares, havia sido colocada a venda há últimos dois anos.
Na página do Facebook a igreja diz que planeja usar a doação como um mecanismo como um centro de apoio a comunidade.
“Esse é o momento oportuno para celebrar e agradecer ao Senhor que nos concedeu essa benção. Agora estaremos mais preparados para compartilhar a Palavra de Deus e atender as necessidades da comunidade. Agradecemos também a generosidade da Coca-Cola”.
O edifício estava à venda há dois anos e a decisão da empresa surpreendeu até o agente imobiliário Woody Watson, que estava lidando com o anúncio do imóvel. “Estou surpreendido com a decisão, pois a empresa tinha várias ofertas pela propriedade. Pensei que o negócio já estava feito”.
Para o pastor da igreja e ex-gerente da Coca-Cola, Jim McBride, essa foi uma grande benção para a igreja. “Não estávamos perseguindo essa doação. Há poucos dias recebemos um telefonema do pessoal da empresa dizendo que gostariam de doar o prédio para a igreja”, disse McBride.
Portal Creio
Depois do Ibis, Accor planeja segundo hotel da marca em Mossoró, até 2015
A cidade de Mossoró poderá receber até 2015, um novo empreendimento hoteleiro da rede francesa Accor. Executivos do grupo se reuniram esta semana em Natal para tratar da expansão da marca na região Nordeste.
O Rio Grande do Norte receberia cinco hotéis Acorr padrão Formule 1. Um dos hotéis seria erquido em Mossoró. As cidades de São Gonçalo, Parnamirim e Caicó também seriam contempladas com hotéis da marca.
Em Mossoró, a rede Accor já constroi um hotel com a bandeira Ibis, através de parceria com a franqueda Vitrine, empresa do grupo empresarial paraibano. O hotel fica na Avenida Presidente Dutra e o investimento é de R$ 10 milhões.
http://www.gutembergmoura.com.br/
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